Aromaterapia na Gestação



A aromaterapia implica a aplicação de um óleo essencial extraído de plantas através de um processo de destilação.

Este óleo é altamente concentrado e fragrante, mas deve ser sempre diluído pois pode ser irritante para a pele. A aplicação destes óleos pode provocar relaxamento ou excitação, dependendo do objetivo. Os óleos têm substâncias químicas que provocam, juntamente com o aroma, as sensações relativas ao objetivo de cada aplicação.

Usar a aromaterapia na gravidez e no parto é uma prática bastante antiga. A aromaterapia é essencialmente usada para aliviar tensões e promover o relaxamento. Os óleos podem-se usar em escalda-pés, inalação, aromatizador, banho, massagem e compressas.
No entanto, existem alguns óleos que não devem ser usados na gravidez como: cajupute, semente de aipo, folha de canela, citronela, lavandin, jasmim absoluto, funcho, alfazema (antes da 28ª semana), alecrim, alfazema de espiga, mileófio, may chang, manjerona doce, sálvia-esclareia.

Os óleos que se devem utilizar na gravidez são: a partir das 12 semanas de gravidez: óleos de citrinos como aromatizantes são óptimos para revitalizar; a partir das 24 semanas de gravidez: óleo de camomila para a insónia; a partir da 28 semana de gravidez: lavanda para relaxar e para a insónia; últimas semanas: óleo de flor de laranjeira para o stress.

Os óleos indicados para provocarem contracções e ajudarem no trabalho de parto são: menta, orégão, tomilho, rosmaninho, junípero.

Fonte: http://demaeparamae.pt/artigos/terapias-alternativas-gravidez

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