Depressão Pós-Parto

Após o parto, a mãe que era a "estrela" da gravidez tem que ceder o lugar ao bebêzinho recém-chegado que mobiliza todas as atenções e mimos. O resultado pode ser uma considerável carência afetiva materna. Além disso, o corpo passou por diversas e profundas transformações durante a gestação e o parto e apresenta algumas dificuldades de se adaptar à nova fase.

O quadro típido desta fase chama-se "baby-blues", popularmente conhecida como depressão pós-parto. Espera que passe naturalmente, mas nem por isso devemos ignorar o sofrimento causado na nova mamãe.

A depressão deve ser encarada como uma doença bastante comum entre mulheres que deram à luz. Apesar de passageira, exige que fiquemos atentos aos cuidados necessários. Ela pode atingir mulheres de qualquer idade e em qualquer gestação.
Pois cada gestação é única, cada pós-parto é único... Dependerá de muitos fatores: A predisposição natural e, ainda, as circunstâncias de sua gravidez, como vai o relacionamento com o companheiro, situação financeira, etc.

A mãe vendo-se sem forças e incapaz de cuidar do filho pode se negar até a amamentá-lo. Por isso a ajuda de um profissional especializado, como um psicoterapeuta pode ser bastante útil. Ele fará o diagnóstico correto do distúrbio e resolverá como tratá-lo. JAMAIS se deve tomar alguma medicação antidepressiva por conta própria, principalmente durante o período de amamentação. Este tipo de medicamento tem sérios efeitos colaterais.

A depressão pós-parto é mais freqüente quando há histórico familiar. Ou quando a mãe já apresentava quadros depressivos antes. No geral, as mulheres que vivenciam este sentimento após o parto têm alguns pontos comuns: são perfeccionistas, ultra-sensíveis e se sentem rejeitadas com facilidade. Junte esses fatores com as inseguranças com a chegada do novo habitante ao lar.


Saiba mais sobre a Depressão Pós-Parto:

http://www2.uol.com.br/topbaby/conteudo/secoes/posparto/posparto/171.html

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