Anemia Falciforme em Itabuna

Saúde capacita para diagnóstico da falciforme - Enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos e médicos participaram da I Capacitação em Anemia Falciforme, promovida pelo Centro de Referência da doença em Itabuna. A iniciativa faz parte do programa de atenção integral às pessoas portadoras da doença.

A capacitação envolveu todos os profissionais das unidades básicas de saúde do município, contando ainda com a participação de técnicos das áreas de enfermagem e farmácia, além de agentes comunitários de saúde.


Foram abordados os seguintes temas:

Programa de Atenção ao Doente Falciforme na cidade de Itabuna


O que é Doença Falciforme?


Atenção Primária: essencial na linha de cuidados da doença falciforme


Conhecer a Realidade Psicofísica Social para atuar na linha do cuidado em doença falciforme.

Antes e após as palestras, os participantes tiveram a oportunidade de aplicar o pré e o pós-teste para portadores da doença. A coordenadora do projeto, a médica Tereza Cristina Cardoso, observou que a doença é hereditária e seus principais sintomas são anemia grave, olhos amarelados e fortes dores.

“O paciente quando não é acompanhado devidamente por profissionais de saúde, podem adquirir graves seqüelas”, pontuou. Tereza Cristina revelou que a Bahia, fora da África, é o local que tem o maior número de casos da doença falciforme. Segundo ela, há um desconhecimento muito grande dos profissionais de saúde.

“Por desconhecer, muitas vezes, eles não sabem identificar os fatores agravantes nem tampouco sabem lidar com o paciente a nível ambulatorial”, complementa.

Cristina informou haver uma mudança de estratégia no atendimento dos doentes falciformes, no sentido de evitar complicações, envolvendo inclusive os profissionais que atuam nas situações de emergência.

A enfermeira do Centro de Referência em Doença Falciforme, Michelle Menezes Sousa, disse que a capacitação para a equipe da atenção básica, visa promover um melhor entendimento sobre a temática, tendo em vista que estes profissionais precisam saber como melhor atender os pacientes, cujo primeiro diagnóstico é feito com o teste do pezinho.



Fonte: http://www.itabuna.ba.gov.br/noticia/list/id/2651
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