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Mostrando postagens de Julho, 2010

O primeiro toque

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Nos primeiros minutos de vida ou, no máximo, na primeira hora , o recém-nascido já deve ser colocado no peito da mãe. Quando suga os primeiros goles do leite materno, o chamado colostro, ganha forças para se desenvolver e, aos poucos, vai montando suas defesas contra as doenças.

No contato com a mãe, ele também encontra proteção e calor, funções antes desempenhadas pelo ventre. "Estudos recentes mostram que o corpo da mulher ajuda a manter o bebê adequadamente aquecido, deixando-o mais calmo e com freqüências respiratórias mais estáveis", explica o pediatra Marcus Renato de Carvalho, da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação, no Rio de Janeiro.


O útero agradece
A amamentação nos primeiros minutos após o parto também é importante para a recuperação da mãe. Esse ato estimula o útero a voltar mais rapidamente ao tamanho normal, contribuindo para a saída da placenta e para a redução do sangramento pós-parto.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/0_12/alimentacao/conteudo_24…

Tireóide na gestação

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Saiba por que é fundamental controlar a tireoide durante a gravidez e após o parto. De todos os exames do pré-natal que você já sabe que deve fazer, os que avaliam a função da tireoide também é um dos mais importantes, e deveriam ser feitos com mais frequência que o costume.

Isso porque, durante a gestação, até mulheres que nunca tiveram qualquer problema podem sofrer alterações nos níveis dos hormônios da tireoide, fundamental para regular o organismo e o crescimento e desenvolvimento do bebê no útero.

Um estudo recente, realizado pela George Washington University School of Medicine and Health Sciences, nos Estados Unidos, revelou que até mínimas oscilações dessa glândula podem levar ao aborto e parto prematuro. “Apesar de não ser um consenso na obstetrícia, o exame para controle da tireoide deveria ser feito, a princípio, a cada quatro ou seis semanas”, diz Alex Carvalho Leite, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

Abaixo, especialistas falam mais sobre a impo…

Parir e gozar

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Matéria da Revista TPM sobre a relação entre maternidade e sexualidade. Prepare-se para quebrar o paradigma de que parir é sofrer. Pela primeira vez numa revista feminina brasileira, a relação entre maternidade e sexualidade – sem tabus.

Kalu Brum tem 29 anos e é mãe de Miguel, nascido há dois de forma natural. Ninguém melhor do que ela para descrever o parto: “Lembro da sensação quente, do escorregar daquele pequeno corpo pelas minhas entranhas. Eu estava ali, nua, fêmea, selvagem, desfrutando do prazer mais intenso que já vivi. Um longo orgasmo selou sua passagem para esta vida, quebrando com o paradigma de que nascer é sofrer”.

Gozar no parto, como assim? Qualquer menina com mais de 15 anos sabe a resposta sobre “a pior dor que existe”: “A do parto, claro!”. Mas, para as mulheres que passaram por uma experiência de parto natural, há uma opinião unânime: é possível sentir as contrações com prazer.

Isso porque a mulher, assim como cada fêmea do reino animal, possui um sistema reprod…

Licença-Maternidade de 6 meses aprovada pelo Senado

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O Senado aprovou proposta de emenda constitucional (PEC) que amplia de quatro para seis meses o prazo de licença-maternidade. A proposta, que obteve 54 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para análise da Câmara dos Deputados.O projeto de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) modifica a Constituição Federal para tornar obrigatória a licença de 180 dias para empresas públicas e privadas.

Na prática, a proposta amplia o alcance da Lei número 11.770, de 2008, de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), que faculta às empresas a concessão da licença de seis meses. Em contrapartida, a norma garante a dedução das despesas extras do Imposto de Renda.

A senadora, que era médica pediatra antes de ingressar na política, não acredita que as empresas ofereçam resistência à ampliação do prazo. Ela argumenta que a taxa de natalidade do País, atualmente de 1,9 filho por casal, vem caindo sistematicamente. Afirma que as experiências recentes mostram que a mãe que passa mais tempo …

Dor nos Prematuros

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PREMATUROS sentem MUITA DOR. Os prematuros estão ficando a salvo de um grave erro: há mais de vinte anos, pensava-se que eram insensíveis à dor. Numerosos procedimentos invasivos, incluindo cirurgias, eram praticados sem anestésico. Hoje os médicos sabem que é o inverso: os bebês pré-termo são frequentemente mais sensíveis do que os outros e tem, portanto, necessidade de uma atenção muito particular.

Este é o ponto central da reunião da PremUp, fundação de pesquisa dedicada à gravidez e à prematuridade, sobre o tema “A dor do feto e do recém-nascido prematuro", no sábado 5 de junho.


PREMATUROS SUJEITOS A MAIS DOR E ESTRESSE

Mais sensíveis, os recém-nascidos prematuros são submetidos a maior número de atos médicos: as coletas e os diagnósticos repetidos são as principais fontes de dor. "Nas primeiras horas de vida, podem ser realizadas até quatro coletas de sangue por dia", explica Natacha Michelin, enfermeira em neonatologia no hospital de Port-Royal em Paris, que cuid…