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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Erika Pignataro fala sobre Como educar Crianças Felizes

Vale a pena assistir e refletir!!!
Tive a oportunidade de participar de um curso ministrado pela Erika Pignataro (odontóloga e psicopedagoga) e aprendi muito com ela!!
 A Erika é diretora do Projeto CrianSaúde: Um programa de prevenção e promoção de saúde aplicado por equipe transdisciplinar em escolas de educação infantil. :)

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"Creio que a mãe poderá obter muito se pensar que todas as coisas que faz em virtude do seu amor pelo seu bebê entram nele tal qual a comida". 

Donald W. Winnicott  - Pediatra e Psicanalista

:)


(Na foto: Eu e meu filho lindo Enzo com 11 meses - Julho 2013)

Curso de Introdução à Psicologia Analítica em Itabuna

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Linguagem, significação e comunicação em bebês

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O ser humano é um “ser da linguagem”. Desde o nascimento, e muito antes de aprender a falar, já é capaz de dialogar e de negociar com parceiros – sejam eles adultos ou outros bebês – por meio de olhares, gestos, posturas, vocalizações e outros recursos próprios da idade. Todo o seu corpo é meio de apreensão, expressão e significação.
A análise é da especialista em Psicologia do Desenvolvimento Humano Kátia de Souza Amorim, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), ligada à Universidade de São Paulo (USP). A pesquisadora coordenou um projeto de pesquisa apoiado pela FAPESP, cujo objetivo foi investigar se e como ocorriam processos de significação e de linguagem nos dois primeiros anos de vida.
Amorim coordenou também outra pesquisa outra pesquisa sobre corporeidade e significação em processos desenvolvimentais no primeiro ano de vida.
“Usualmente, tem-se a ideia de que os bebês apenas dormem e mamam e, quando se expressam, tudo não passa de uma descarga …

Maternidade Responsável - um enfoque psicanalítico sobre a função materna

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Pertence à mulher uma das tarefas mais importantes de uma sociedade: gerar outro ser humano. Segundo a Psicanálise, essa é, porém, apenas uma parte do dever materno, que se inicia na gestação do bebê e se estende à segunda infância da criança - aproximadamente aos 5 anos de idade.
Winnicott (1896–1971) conceitua como maternagem os cuidados dispensados ao bebê pela mãe ou cuidadora deste. Segundo o autor, o bebê não existe sozinho – ele é parte de uma relação, que, além de abrangê-lo, engloba sua cuidadora. Esta deverá criar um ambiente facilitador para que o desenvolvimento psíquico da criança seja saudável.
Todos os fatos que ocorrem no período de vida intra-uterina e também o trauma do nascimento são registrados inconscientemente pelo sujeito que está sendo gerado. Por exemplo, o feto pode vir a sofrer frente à angústia ou ansiedade da mãe e tentar, como mecanismo de defesa, diminuir esse sofrimento através de movimentações hiperativas de seu corpo ou de diminuição de suas atividad…