Estrias, inimigo natural da gestante

Entenda por que elas aparecem mesmo e golpeiam a autoestima. A boa notícia é que os tratamentos estão cada vez mais eficientes

Mesmo mantendo os cuidados necessários com a pele e fazendo um controle rigoroso no peso, podem aparecer estrias na barriga, nádegas e seios, especialmente no último mês de gestação. Trata-se de uma queixa muito comum nos consultórios. Surge uma sensação de frustração, principalmente em mulheres que tiveram um cuidado mais apurado com o corpo durante a gravidez. “O resultado é desastroso para a autoestima”, afirma a cirurgiã plástica Cristina Camargo.

A definição da médica especialista em estética não é muito animadora: “O aparecimento de estrias nas últimas semanas de gestação é natural e frequente”. Nesse período, explica, há um considerável aumento de peso do bebê, que já está totalmente formado e se preparando para nascer.

No início, as estrias que se formam são vermelhas ou cor de vinho e, com o passar do tempo, elas se tornam esbranquiçadas. O surgimento das estrias, esclarece Cristina Camargo, indica que a resistência da pele foi vencida e, como resultado, houve uma cicatrização em consequência da hiperextensão e do aumento do conteúdo provocados pelo crescimento do bebê.

Tecnicamente, portanto, estrias são cicatrizes que aparecem numa parte do corpo em que, durante a gestação, os fatores mencionados pela cirurgiã plástica produziram uma espécie de aumento de tensão. O grande problema é que, como são cicatrizes, as estrias não desaparecem totalmente, para desespero das mulheres mais vaidosas.

Entretanto, tranquiliza a especialista em estética, podem ser amenizadas e ficar quase imperceptíveis, dependendo dos cuidados e da reação do organismo de cada gestante. “Atualmente, há vários tratamentos, desde cremes até aqueles que são feitos com equipamentos sofisticados”, diz.

Fonte: http://itodas.uol.com.br/Portal/mae/gravidez_e_parto/voce__gravida/materia.itd.aspx?cod=7969&canal=51
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