Prematuridade Extrema

Há algumas semanas, os meios de comunicação mostraram a saída do hospital da pequena Ana Júlia, depois de passar 4 meses entre o CTI e a unidade semi-intensiva. Segundo os médicos, Júlia é a menor prematura extrema nascida em terras brasileiras que tenha sobrevivido.

A prematuridade extrema define-se por nascimentos ocorridos antes da 30ª semana de gestação. Algumas décadas atrás seriam improvável a sobrevivência desses bebês. Atualmente, há êxito em vários casos, ainda que a ocorrência de seqüelas não sejam tão raras. No entanto, Ana Júlia enquadra-se nas estatísticas positivas, uma vez que a pequena não apresentou qualquer problema em seu desenvolvimento até o momento.

Ainda que a medicina neonatal esteja alcançando patamares invejáveis em termos de assistência a esse grupo de bebês, é necessário concorrer para a diminuição desse evento com ações na esfera da medicina preventiva que envolvam atenção à saúde da gestante e ao risco de parto prematuro.

É sabido que a elevação da pressão arterial na gestação e a prática de inseminação artificial - essa pelo fato de levar à maior incidência de gestações múltiplas as quais representam um risco aumentado de parto prematuro - são aspectos diretamente relacionados à ocorrência desses tipos de nascimento.
 
Fonte: http://grupogestarte.blogspot.com/2010/10/o-que-e-prematuridade-extrema.html
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