27 de janeiro de 2013



“Ainda que a separação física efetivamente se produza no parto, bebê e mãe seguem fusionados no mundo emocional. O bebê se constitui no sistema de representação da alma da mãe”.

(Laura Gutman)

26 de janeiro de 2013

O que você diria para uma mãe que está amamentando?



Estou participando de um projeto muito legal! 
A comunidade ALEITAMENTO MATERNO SOLIDÁRIO está preparando um vídeo chamado " O que você diria para uma mãe que está amamentando?" 
Diversas mães estão mandando suas fotos segurando uma plaquinha com uma mensagem ou conselho, essas fotos farão parte desse vídeo.
Participem!
Envie sua foto para a comunidade:
http://www.facebook.com/groups/aleitamentomaternosolidario/
Abaixo uma das fotos que eu e Enzo tiramos para incentivar o Aleitamento Materno
:)

25 de janeiro de 2013

:)


"Ser Mãe é assumir de Deus o dom da criação, da doação e do amor incondicional. Ser mãe é encarnar a divindade na Terra."

(Barbosa Filho)

21 de janeiro de 2013

Filhos… melhor não tê-los? Por Rosely Sayão


Em tempos de consumismo, para muitas famílias ter filhos transformou-se em ato de consumo. A educação das crianças tem sido terceirizada a babás, escolas, avós, profissionais das mais variadas áreas, professores particulares e de cursos específicos, entre outros. Vamos refletir a respeito das relações familiares no mundo contemporâneo e em especial das relações da família com a escola, responsável pela educação formal dos mais novos.


20 de janeiro de 2013

Crianças e TV

Pense na TV ou no DVD como se fossem açúcar: você até deixa seu filhinho consumi-lo, mas com moderação. Ou seja, você precisará prestar atenção ao tempo que a criança passa em frente à TV. 


A tendência a ver TV cada vez mais cedo é inegável. Não há boas estatísticas para o Brasil, mas uma criança norte-americana, por exemplo, assiste a uma média de três a quatro horas de TV por dia, embora a Academia Americana de Pediatria recomende o máximo de duas horas por dia -- e nada de TV para os menores de 2 anos. 

Ser rigoroso com as regras desde o primeiro dia é a chave para manter o tempo de TV sob controle. É mais fácil flexibilizar as regras depois. Veja dicas para fazer da TV um instrumento de aprendizado: 

Controle o tempo

Se seu filho tiver menos de 2 anos, é melhor reduzir o tempo de TV ao mínimo, como 15 minutos por vez. Mais que isso, o cérebro do seu filho pode simplesmente passar para o piloto automático. 

Para os que já têm 2 anos, deixe-o assistir à TV por até uma hora por dia -- mesmo uma hora já é muito para uma criança ativa. Não deixe o aparelho no quarto da criança e mantenha-o desligado na hora das refeições. 

Escolha os programas

Em vez de ligar a TV e assistir a qualquer coisa que estiver passando, selecione cuidadosamente o que seu filho vai ver e desligue quando o programa acabar. Se possível, deixe os programas gravados, para que a criança veja o que você gostaria que ela visse, na hora que você achar melhor. 

Avisá-la uns dois minutos antes que o programa (ou o trecho que você está deixando que ela assista) vai acabar dali a pouco também ajuda na transição para a próxima atividade. 
Prefira programas calmos e tranquilos

Programas mais lentos ajudam seu filho a ter tempo para pensar e absorver as informações que está vendo. Muita ação e cenas que mudam rápido demais vão confundi-lo. Alguns estudos sugerem que crianças que vêem violência na TV podem se tornar mais agressivas. 

Fique longe de programas assustadores demais. Prefira os mais simples, que enfatizam a interatividade. Os melhores são aqueles que inspiram seu filho a dizer palavras, cantar e dançar. 

Assista à TV junto com seu filho

Um estudo recente trabalhou com três grupos: crianças com acesso ilimitado à TV, crianças com acesso moderado, que assistiam aos programas sem os pais, e crianças com acesso moderado que assistiam aos programas acompanhadas dos pais. 

O terceiro grupo -- crianças que viam TV com os pais -- saía-se melhor nos estudos que os outros grupos. Estar com seu filho passa a ele a mensagem de que o que é importante para ele é importante para você também. 

Claro que muitas vezes a gente acaba usando a TV ou o DVD como uma babá -- todo mundo faz isso quando precisa. Mas quando você deixa a criança vendo programas sozinha por muito tempo, mostra a ela que não se importa muito com o que ela assiste. Experimente pegar o cesto de roupas lavadas para separá-las ou invente alguma tarefa para fazer na sala para assistir à TV junto com seu filho. Assim, os dois podem aproveitar essa atividade. 

Também é legal ajudar seu filho a manter um "olhar crítico". Explique o que está aparecendo na TV, encoraje-o a fazer perguntas e ligue o que está acontecendo no programa com a vida dele. Se o programa for gravado, não tenha medo de usar o botão de "pausa" para ter tempo de conversar com seu filho sobre o que está passando na tela. Comente alguma coisa que não gostou, por exemplo. 

Na hora dos comerciais, ajude seu filho a entender a diferença entre eles e o programa em si. 

Amplie o conteúdo do programa com atividades e livros

Se vocês acabaram de ver um programa do Barney que apresentou os números, converse sobre isso ou ache outros exemplos para mostrar para ele. Quando colocar a mesa para o jantar, por exemplo, diga: "Ei, no programa de TV de hoje tinha o número três, e há três pratos na mesa!". Também é uma boa ler e mostrar livros que exploram o conceito de números, ou das letras do alfabeto. 

A TV pode servir também para reforçar a educação musical do seu filho. 

Estas recomendações foram desenvolvidas com a ajuda de Kathleen Acord, supervisora de projeto do programa "Ready to Learn" (Pronto para aprender), da rede americana KQED, que ajuda pais e educadores a usar a TV como um instrumento de aprendizado. 


Fonte: Babycenter Brasil

14 de janeiro de 2013

Farmacinha doméstica para mamães

- Preciso ter um kit de primeiros socorros?

Você não precisa ter exatamente um kit, daqueles comprados prontos, mas é bom manter sempre em casa uma série de remédios básicos. Não é necessário um estojo especial para guardar os remédios e materiais, mas é útil ter uma bolsinha que facilite a organização e o transporte no caso de você viajar ou passar o dia fora. A farmacinha precisa ficar longe do alcance do bebê e de outras crianças da casa.


- Números de emergência

Um dos itens mais importantes além da farmacinha doméstica é a lista de telefones de emergência. Tenha duas cópias: uma num lugar bem visível da casa, como a porta da geladeira, por exemplo, e outra dentro da sua carteira. A lista de números deve ter:

• Telefones do pediatra (consultório e celular, se possível)

• Número da carteirinha do plano de saúde do bebê

• Endereço do hospital mais próximo

• Nomes e telefones de dois vizinhos ou familiares que morem perto (para o caso de você precisar de ajuda, como tomar conta de um dos filhos ou uma carona até o hospital).

• Números de emergência (Bombeiros, informações sobre intoxicação etc).


- O que sua farmacinha deve ter


Veja algumas sugestões para compor sua farmácia doméstica:

• Termômetro

• Analgésico/antitérmico líquido ou em gotas. Já pergunte na consulta de rotina com o pediatra qual tipo usar, qual a dose e em que situações você pode dar esses medicamentos à criança. Normalmente os médicos indicam o paracetamol para crianças menores de 6 meses. Deixe o remédio sempre fora do alcance das crianças, e verifique regularmente o prazo de validade.

• Colher medidora para preparar soro caseiro ou soro em pó (procure em farmácias ou postos de saúde).

• Loção ou creme para picadas de inseto ou queimaduras de sol, recomendados pelo pediatra para a idade do seu filho. Lembre-se de que crianças de menos de 2 anos não podem usar produtos que contenham cânfora, ingrediente comum nesse tipo de loção ou pomada.

• Líquido bactericida (por exemplo os à base de clorexidina) ou água oxigenada para limpeza de cortes e machucados.

• Curativos adesivos para machucados.

• Embalagens pequenas de compressas de gaze.

• Um rolo de atadura de gaze.

• Um rolo de esparadrapo antialérgico ou fita microporo.

• Uma tesoura afiada para cortar a gaze.

• Pinça para retirar ferrões ou farpas.

• Soro fisiológico

• Solução nasal à base de cloreto de sódio e sem conservantes.

• Protetor solar infantil (não recomendado para bebês com menos de 6 meses).

• Repelente de insetos infantil (consultar o pediatra para saber a partir de que idade usar).

• Seringa, conta-gotas, colher ou copinho com medição para administrar remédios para crianças.

• Se seu filho tem asma ou é alérgico a insetos ou a alimentos como amendoim, castanhas ou frutos do mar, é muito importante carregar sempre com você o remédio receitado pelo médico para o caso de emergência, e manter outra caixa na sua farmácia doméstica. Verifique com frequência o prazo de validade. Converse detalhadamente com o pediatra para saber qual remédio usar em cada tipo de situação.

• Outros medicamentos: pergunte ao pediatra se ele recomenda algum medicamento específico para você ter em casa. Alguns médicos orientam famílias a manter em casa supositórios de antitérmico, para febres muito altas em que a criança esteja vomitando, por exemplo. Um remédio antigases como a simeticona também pode ser útil numa dor de barriga no meio da madrugada.


- Preciso ter mais de um kit de remédios?


Depende do seu estilo de vida. Se você sai muito com seu filho e passa o dia todo fora, por exemplo, pode querer ter uma "minifarmácia" na bolsa. Dá para montar um segundo kit na casa dos avós, por exemplo, ou numa casa de lazer, como sítio ou praia. Não se esqueça de deixar tudo longe das mãozinhas curiosas e sempre em um local bem ventilado.


Fonte - Babycenter Brasil

13 de janeiro de 2013


13.01.13 - 5 Meses de Enzo




Gente, acho que Enzo quis descontar que hoje ele fez 5 meses e eu não fiz bolinho para ele e fez a pior fralda ever que eu já vi nessa vida!!!!!! 
Hoje ele caprichou nos "acidentes"... já teve vazamento na minha cama, no tapetinho, no berço dele, até sobrou acidente pro papai... já teve banho de banheira, de chuveiro... um dia emocionante! só que não. heheheh as vezes acho que não tenho um mini Cebolinha não... tenho um mini Shrek! heheheheh
Pelo menos ele se comportou direitinho quando foi visitar a bisa viu! 

Na próxima postagem vou falar sobre o nascimento dos dentinhos do bebê - Enzo já está com a gengiva coçando... tadinho! :(