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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

Lugar de criança é em família

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A separação crônica da mãe deixa várias marcas no cérebro, modificações que levam a problemas cognitivos, ansiedade crônica e hiperreatividade a estresses na vida adulta
Mãe é aquela pessoa de quem a gente espera sempre o melhor: colo, carinho, conforto, segurança. O que fazer, então, com uma criança ativamente maltratada pela mãe, ou sem mãe, pai ou família para abrigá-la? Transferir seu cuidado a instituições tem sido a norma – mas o que o cérebro da criança precisa para se desenvolver normalmente é de uma família, ainda que não a sua.
Um estudo recente comparou crianças romenas de 8 anos de idade, institucionalizadas quando tinham entre 6 e 31 meses de idade e adotadas ou não aos 2 anos, com outras crianças também romenas nunca institucionalizadas. Se a adoção pareceu rápida o suficiente... em termos de desenvolvimento cerebral, pouco pareceu importar. O estudo mostrou um volume da substância cinzenta cortical, onde ficam os corpos dos neurônios, cerca de 10% menor nas crianças que…

PSICOLOGIA OBSTÉTRICA: OLHARES E VISÕES

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A Psicologia Obstétrica nada mais é, que a Obstetrícia sendo estudada no aspecto psicológico. Da fecundação ao puerpério, a gravidez vista desde a fase física motivando os âmbitos sociocultural, o psicológico e espiritual. Os fundamentos da obstetrícia, sua prática e condutas dentro do olhar biopsicossocial e espiritual (OMS), o universo gestacional subdivido de forma ampla e dinâmica, da fecundação aos trimestres correspondentes. Do parto ao puerpério com formatação própria e personalizada para cada mulher, tanto na relação materna infantil, quanto na relação profissional gestante. A complexidade que vai desde o teste de gravidez e a vida extrauterina. 
A Psicologia Obstétrica é muito mais, que os estudos da psicologia da gravidez. É a obstetrícia sendo vista e estudada de forma ampla e irrestrita, respeitando cada aspecto lógico, seus fundamentos e conceitos, mas entendendo, compreendendo e percebendo a interação e integração biopsicossocial e espiritual da gravidez.
E a relação quan…

Conheça a tocofobia ou fobia do parto

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O medo do parto, principalmente a partir do segundo trimestre, é relativamente comum nas mulheres; não é para se culpar ou se assustar a princípio. Mas há mulheres também que possuem um medo que se transforma em terror, uma fobia do parto, a conhecida tocofobia. É comum que essas mulheres com tocofobia arrumem desculpas até para não engravidar a ponto de inventar algo do tipo “sou estéril”. Quando começam a presenciar amigas da infância e irmãs grávidas sentem-se inferiorizadas, com baixa autoestima ou culpadas e podem ter quadros depressivos. Segundo a psiquiatra inglesa Kristina Hofberg – pesquisadora de renome especializada na área – uma em cada seis mulheres sofre de tocofobia. Um dos principais sintomas de uma mulher que sofre desse tipo de fobia, é que não pode sequer ouvir falar no parto ou até na gravidez. Ao pensar no parto pode sofrer crises de pânico, sentir náuseas ou vomitar, chorar, ficar agitada ou gritar. Muitas vezes as pacientes entram em estados depressivos porque s…

DOENÇAS INFANTIS COMO MANIFESTAÇÃO DA REALIDADE EMOCIONAL DA MÃE

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"Assim como os adultos precisam da doença para materializar e compreender com maior exatidão seus desequilíbrios, os bebês e as crianças pequenas também funcionam como espelho da desarmonia dos adultos com os quais estão em fusão. O corpo se constitui em uma abertura emocional e espiritual tal que permite manifestar as partes da sombra da mãe que ela esteja disposta a alçar a sua própria consciência... Laura Gutman afirma que buscar a saúde da criança pequena equivale a liberá-la da sombra de sua mãe. Para isso, é indispensável que as mães comecem a se questionar com maior humildade, em vez de relatar comodamente as doenças de seus filhos, como se fossem fatos alheios a seu próprio entendimento emocional..."
Fonte: PsicoApoio - Psicoterapia e Apoio à maternidade

Luto Materno

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"Um marido quando perde a mulher, fica viúvo!
Um filho quando perde a mãe, fica órfão!
Uma mãe quando perde um filho, fica o ... (vazio) 
Não existe palavra em qualquer idioma que explique essa dor!" 




Fonte: Psico Materna