21 de julho de 2012

Eu e Enzo - 33 Semanas


" Ninguém pode contrapor 
Este conceito profundo: 
Mãe é uma ilha de amor 
No mar revolto do mundo "
(Luiza Maranhão)

16 de julho de 2012

US de 16.07.12 - 34semanas e 4dias


Estou no final do meu atestado (15 dias deitadinha de repouso) pois ainda estou apresentando picos hipertensivos... Enzo quer ser apressadinho! Por isso tenho que descansar para "segurar" ele até o tempo certo!
Hoje eu fiz uma US para verificar o Líquido Amniótico que eu estava perdendo há alguns dias... estou com 34 semanas e 4 dias!
E deu até para ver o rostinho de Enzo! Ele é bochechudo e cabeludo! Já está cefálico (encaixadinho de cabeça para baixo) e pesa mais de 2,5 kg!!
Ele é todo lindooo!! 

8 de julho de 2012

"A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios. Há algumas décadas, as farmácias espanholas vendiam medicamentos para cólicas que continham barbitúricos (se fazia efeito, claro, o bebê caía duro). Outros preferem as ervas e chás, os remédios homeopáticos, as massagens. Todos os tratamentos de que tenho notícia têm algo em comum: tem de tocar no bebê para dá-lo. O bebê está no berço chorando; a mãe o pega no colo, dá camomila e o bebê se cala. Teria seacalmado mesmo sem camomila, com o peito, ou somente com o colo. Se, ao contrário, inventassem um aparelho eletrônico para administrar camomila, ativado pelo som do choro do bebê, uma microcâmera que filmasse o berço, um administrador que identificasse a boca aberta e controlasse uma seringa que lançasse um jato de camomila direto na boca... Acredita que o bebê se acalmaria desse modo? Não é a camomila, não é o remédio homeopático! É o colo da mãe que cura a cólica".

"Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos... Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade. E se não, amiga leitora, relembre e compare: quantas pessoas, desde que você ficou grávida, avisaram da importância de colocar protetores de tomada, de guardar em lugar seguro os produtos tóxicos, de usar uma cadeirinha de segurança no carro ou de vacinar seu filho contra o tétano? Quantas pessoas, por outro lado, avisaram para você não dar muito colo, não colocar para dormir na sua cama, não acostumar mal o bebê?"


Dr. Carlos González
Carlos Gonzalez é pediatra, de nacionalidade espanhola, especialista, defensor e promotor da amamentação. É fundador e presidente da Asociación Catalana Pro Lactancia Materna e autor de diversos livros - "Bésame mucho", "Mi nino no me come", "Un regalo para toda la vida", "Manual Practico de Lactancia Materna". 

1 de julho de 2012

Retrospectiva 1º Trimestre


Era para ter feito esse post há muito tempo atrás... mas o trabalho (e a preguiça) me impediram... de qualquer maneira segue aqui um breve relato do que vivenciei no meu primeiro trimestre de Gravidez. Dizem que no primeiro trimestre a gente quase não nota que está grávida... bom, eu realmente até esquecia em alguns momentos quando tava "azuadinha" com a quantidade de trabalho que tinha que fazer, mas na grande maioria do tempo os enjôos não me deixavam esquecer da gestação! Como enfermeira obstetra eu estava consciente de todo processo que ocorre no corpo... todas as mudanças... isso é bom e ruim! Pois eu já sabia exatamente quais desconfortos eu poderia ter e olha que maravilha (not!) eu fui contemplada com quase todas as possibilidades que uma grávida pode ter! 

* Fisicamente:
- Enjoos diários (e não era só de manhã não! O dia todo mesmo!)
- Dor de Estômago (Devido a tanto enjoar e vomitar!)
- Hipotensão (Pressão baixa dá uma moleza... um soninho...)
- Sonolência (Juntando com a pressão baixa, pronto! Era muito sono pra pouco tempo para dormir!)
- Ptialismo (Salivação aumentada, fica um gosto estranho na boca...)
- Polaciúria (Ô sofrimento! Vontade de fazer xixi super aumentada... de noite então nem se fala!)
- Pirose (Azia após qualquer refeição, não só no almoço como popularmente falam)
- Cefaléia (Eu já tinha muita dor de cabeça antes, mas juntando o combo stress + hormônios o resultado não era nada legal!)
- Sensibilidade aumentada em relação a cheiros e odores (o que causava mais enjoos!)
- Sensibilidade aumentada nos seios (semelhante ao que já sentia no período menstrual)
- Olheiras (Não que sejam obrigatórias nas grávidas, mas vamos combinar que "curtindo" tudo que eu citei aqui elas eram inevitáveis!)
- Eu não engordei nada, pelo contrário, eu perdi uns kgs e desidratei um pouco de tanto vomitar.
- No finalzinho desse trimestre comecei a apresentar um aumento leve na "pochete", mas nada significativo... nem dava para notar a gravidez.

* Emocionalmente:
- Acho que nesse começo de gravidez eu estava com a ficha ainda caindo... as vezes trabalhava tanto que esquecia que estava grávida, mas lembrava sempre que enjoava ou quando estava cansada demais.
- Outra coisa estranha é que muita gente chega mega feliz para te dar os parabéns pela gravidez, mas eu ficava meio... sei lá... feliz... mas parece que "anestesiada", eu estava feliz pela gravidez mas todos os sintomas me faziam me sentir péssima na maior parte do tempo!
- Confesso que demorei um tempinho para entrar no clima, na vibe da maternidade pois estava focada demais na minha vida profissional e nas preocupações financeiras... :/
- Não senti desejo de nada... mas a gravidez todinha eu tomei antipatia por manga... não quero nem ver mais a fruta, o suco, nada!

* Quando eu estava com 9 semanas pensei que tinha perdido o bebê pois eliminei um coágulo inteiro e pensei que era o embriãozinho... devido a isso fiz uma US para me acalmar e vi que estava tudo bem com o baby (que até então eu não sabia o sexo). Já falei anteriormente sobre isso aqui na página, para ler clique aqui.

* No final do 1º trimestre eu fiz a US de Translucência Nucal, para saber mais sobre o exame e ver o vídeo da minha US clique aqui.

Prontinho...
Esse foi meu primeiro trimestre gestacional! 
O meu 1º Trimestre durou até 15 de Fevereiro de 2012 (12 semanas e 6 dias!)
Aguardem o próximo capítulo:  A RETROSPECTIVA DO 2º TRIMESTRE!