31 de dezembro de 2013

Bebês exploram o próprio corpo no útero


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Ainda no útero, os fetos exploram o próprio corpo como parte de seu desenvolvimento, segundo uma pesquisa publicada na revista Developmental Psychobiology, baseada em uma tecnologia de escaneamento em 4D.

“Observamos eventos sequenciais que revelam a maturação no desenvolvimento fetal, que é a base da vida após o nascimento”, explica Nadja Reissland, do Departamento de Psicologia da Universidade de Durham, em um release. “As descobertas podem fornecer mais informações sobre o momento em que os bebês estão prontos para interagir com seu ambiente, especialmente os prematuros”.
Reissland e sua equipe realizaram um total de 60 exames em 15 fetos saudáveis a intervalos mensais, entre 24 e 36 semanas de gestação.
Durante a primeira fases do período de desenvolvimento, os fetos frequentemente tocaram o alto e as laterais da cabeça. Ao longo do tempo, passaram a tocar a parte inferior do rosto, que é mais sensível, inclusive a boca.
Com 36 semanas de gestação, uma quantidade significativamente maior de fetos passou a abrir a boca antes de tocá-la. Segundo os pesquisadores, isso sugere que os bebês foram capazes de prever que suas mãos estavam prestes a tocar a boca, em vez de apenas reagir ao seu toque.
“Tocar a parte inferior do rosto com mais frequência pode ser um indicador do desenvolvimento cerebral necessário para o desenvolvimento saudável, incluindo a prontidão para a interação social, o autoconforto e a alimentação”, explicou Reissland. Isso também pode explicar porque os fetos sugam o polegar e outros dedos: para se tranquilizarem.
Essa sequência de eventos parece ser uma programação genética nos seres humanos e faz parte do processo de crescimento. “É provável que esse efeito seja determinado evolutivamente, preparando a criança para a vida fora do útero”, afirma o co-autor do estudo, Brian Francis, professor de Estatísticas Sociais em Lancaster.
“Com base nestes resultados, futuras pesquisas podem aumentar nossa compreensão sobre a preparação da criança para a vida ainda no útero, incluindo a capacidade de interagir com o ambiente social, a regulação de estímulos e a prontidão para mamar no peito ou na mamadeira”, acrescenta.
Como os bebês prematuros perdem os últimos estágios do desenvolvimento, apresentam mais dificuldades no início da vida.
Estudos anteriores descobriram que os fetos bocejam no útero e praticam expressões faciais, uma suposta preparação para se comunicarem depois do nascimento.

29 de dezembro de 2013

Jogos e atividades que colaboram para o desenvolvimento da criança

  • Jogos de mímica (Imagem e Ação, por exemplo): Ao transmitir sem palavras sentimentos ou situações, a criança organiza seu pensamento lógico e busca compreender causas e conseqüências para melhor se expressar.
  • Jogo Lince: Trabalha a percepção visual e a rapidez.
  • Atividades de figura-fundo (encontradas em revistas de passatempo): Trabalha a atenção para as atividades.
  • Atividades de criar: Desenvolve a sensibilidade para perceber problemas, capacidade de elaborar soluções estereotipadas, mas descobre e põe em prática novas formas de resolvê-lo.
  • Atividades matemáticas: O desenvolvimento do pensamento lógico-matemático capacita a formação de indivíduos capazes de raciocinar em qualquer situação com espírito crítico e flexível, com objetividade e coerência de pensamento.
  • Desenho de si próprio diante do espelho: Desenvolve o autoconhecimento, auto-estima, conhecimento maior do real.
  • Manipulação de objetos com os olhos vendados, e verbalização de seus atributos: Trabalha representação mental, e discriminação de estímulos táteis.
  • Expressão oral, plástica, corporal: Tem fundamental importância no desenvolvimento global.
  • Jogo Bule: Desenvolve o raciocínio lógico-matemático e a reversibilidade de pensamento.
  • Bingo pedagógico: Ajuda a criança a relacionar as palavras escritas e faladas.
  • Pintura a dedo: Atividades artísticas como esta favorecem o desenvolvimento afetivo, especialmente por facilitarem a livre-expressão e descarregarem as tensões, assegurando o equilíbrio emocional.
  • Massinha: Ao manipularem as crianças descarregam sua ansiedade e seus temores, além de trabalhar a coordenação motora fina.
  • Atividades de recortar: Além de contribuem para o desenvolvimento cognitivo, trabalha a motricidade fina, colaborando também para a melhora da gráfica.
  • Dobraduras: Desenvolve grandemente a criatividade.
  • Bolinhas de gude ou boliche: São ótimas para treinar a contagem de objetos e trabalhar a comparação de quantidade. Desenvolve também a coordenação motora.
  • Jogo Can Can: Atua no raciocínio lógico-matemático, reversibilidade de pensamento, trabalhando também sentimentos de intolerância à frustração.
  • Jogo Banco Imobiliário: Neste jogo, assim como é na vida real, a sorte é aliada às adequadas decisões.
  • Jogos com regras: Trabalham o raciocínio, atenção, antecipação de situações e diferentes estratégias. Ajuda as crianças com baixa tolerância à frustração a lidarem com seus sentimentos.
  • Brincadeiras com fantoches: O objetivo é o desenvolvimento da criatividade, da linguagem e a expressão corporal.
  • Jogos de vitória ao acaso (roleta, dados, pistas a percorrer…): Nestes jogos o ganhar e o perder são aleatórios, não dependendo da eficiência dos jogadores. São muito úteis para crianças que não aceitam perder.
  • Jogos de estratégia (damas, trilha, xadrez, gamão, contra-ataque, lig-4, Einsten, Senha…): Nestes jogos, é preciso que a criança planeje jogada, faça antecipações de suas próprias jogadas e do adversário.
  • Quebra-cabeça: Desenvolve a observação, concentração, percepção visual e raciocínio.
  • Pular corda: Desenvolve a coordenação motora.
  • Trabalhos para alinhavar: Trabalha a coordenação motora, essencial para a escrita.
  • Jogo das pedrinhas (“5 marias”): Coordenação motora fina e contagem.
Deborah Ramos | Psicopedagoga e Psicanalista Infantil
www.deborahramos.com

Mudanças físicas durante a gestação


Mônica, Cebolinha, Cascão e o hábito de leitura das crianças

Numerosos estudos demonstram que as crianças que leem têm mais facilidade de aprendizagem e melhor rendimento escolar. Ante tal constatação e a certeza de que os livros são caminhos obrigatórios na busca do conhecimento e formação dos indivíduos, é fundamental toda iniciativa que estimule o hábito de leitura na população infanto-juvenil.
Nesse sentido, as feiras de livros cumprem missão importante, ao desenvolverem atrações lúdicas para as crianças que as visitam, seja em companhia das famílias ou nos programas coletivos organizados pelas escolas. Há toda uma magia nesse contato tão próximo entre os leitores mirins, as obras e os autores, cuja presença, autógrafos e interação com o público são fatores estimulantes ao ingresso dos pequenos no universo fascinante da leitura.
Corroborou minha crença sobre a importância para as crianças dessa integração de autores e leitores, a XVI Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, de 29 de agosto a 8 de setembro de 2013. No evento, foi possível testemunhar, em numerosas oportunidades, o encantamento que o livro pode causar no público infantil, quando apresentado como algo que instrui, educa, diverte e ensina de modo atrativo e instigante.
De modo mais especial, observei esse fenômeno ao lançarmos a coleção Biblioteca da Turma, série com seis livros multidisciplinares, voltada para o apoio didático, que trata de civilizações antigas, animais pré-históricos, esportes olímpicos, Floresta Amazônica, crianças no mundo e arte nos museus brasileiros. A alegria e a energia do contato entre o público mirim e o autor, Maurício de Souza, eram sintomas inequívocos de que Mônica, Cascão e Cebolinha estavam conquistando novos e perenes leitores. Esse caráter lúdico também reforça a importância do e-book, em suas distintas formas, como fator indutor da leitura no público infantil. Também foi possível verificar isso na Bienal do Rio de Janeiro, ao lançarmos plataformas e aplicativos. Esses livros “conversam” com a criança do século 21 numa linguagem que ela entende e gosta desde os primeiros impulsos da consciência. 
Enfatizada a importância das feiras, não podemos, contudo, subestimar o insubstituível e crucial papel das escolas e das famílias no estímulo das crianças. A última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, elaborada pelo Instituto Pró-Livro (IPL), com apoio da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros) e Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), mostra algo interessante: os professores são, hoje, os principais incentivadores da leitura, ultrapassando as mães, que figuram em segundo lugar.
O mesmo estudo mostra que esse processo de estímulo tem funcionado, pois no universo dos estudantes (64% da população ou 114 milhões de pessoas), o nível de leitura atingiu 3,41 exemplares per capita nos três meses anteriores à realização da pesquisa. Desse total, 2,21 livros são indicados pelas escolas, divididos em didáticos (1,72) e literatura (0,49). Com certeza, podemos e devemos avançar ainda mais, conduzindo nossas crianças e jovens ao universo do livro. Este é o caminho mais seguro para a definitiva conquista de nosso desenvolvimento; é o nosso melhor legado às presentes e futuras gerações.
*Antonio Luiz Rios, economista, é o diretor-superintendente da Editora FTD.
http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2013/09/18/monica-cebolinha-cascao-e-ohabito-de-leitura-das-criancas/

28 de dezembro de 2013

CLASSIFICAÇÃO PRÁTICA POR FAMÍLIAS DE BRINQUEDOS

1. BRINQUEDOS PARA A PRIMEIRA IDADE. BRINQUEDOS PARA ATIVIDADES SENSÓRIO-MOTORAS


01. Chocalhos, mordedores
02. Móbiles sonoros ou não —brinquedos com figuras e formas diversas para colocar suspensos sobre o berço
03. Brinquedos para berço e cercado —esferas, figuras enfiadas em cordão para instalar no berço, no carrinho, no cercado
04. Quadros de atividades — quadros com peças coloridas, de formas diversas, espelhos inquebráveis, sinos, peças que correm em trilho, janelinhas que se abrem, para colocar no berço
05. Animais, objetos em borracha —material mano com ou sem guizo interno
06. Brinquedos para o banho —animais, barquinhos, peças flutuantes
07. Bonecas e bichos Primeira Idade —bonecas em tecido com roupas fixas, animais em tecido (não pelúcia), sem detalhes que possam ser arrancados
08. Pelúcias de 20 a 50 cm
09. João-bobos sonoros ou não —bonecos e animais com movimento de vai- e-vem, em plástico rígido ou inflável
10. Brinquedos para empurrar, puxar, rolar —com corda para puxar, com haste para empurrar, cavalinhos de pau
11. Carrinhos de mão, veículos para encher e esvaziar
12. Caixas, arcas e baús —para guardar brinquedos
13. Bolas, de 8 a 10 cm de diâmetro, cubos em tecido
14. Brinquedos para areia e água —baldes, pazinhas, formas, para brincar na areia e água
15. Animais e cadeiras de balanço —cavalinhos, no tamanho da criança, para cavalgar e balançar
16. Carrinhos para os primeiros passos —carrinhos com base sólida e alça, para a criança se apoiar ao começar a caminhar
17. Veículos sem pedais —tico-ticos, carrinho sem pedais que se movimentam pelo impulso dos pés da criança no chão
18. Cubos, formas para empilhar —peças que pelos seus tamanhos diferentes se encaixam umas nas outras e podem também sei empilhadas umas sobre as outras
19. Contas, anéis, pirâmides com eixo central — peças que são empilhadas enfiando-as em eixos, contas para enfiar em cordão
20. Caixas de encaixe de formas e cores - caixas, carrinhos com orifícios de formas geométricas diferentes para receber pecinhas que só passam pelas aberturas correspondentes para cair dentro deles
21. Bancadas e brinquedos para martelar - brinquedos imitando bancadas de marceneiro
22. Brinquedos animados mecânicos - figuras de animaizinhos de plástico ou metal, bichinhos de pelúcia, com movimentos a pilha ou bateria
23. Esferas - esferas transparentes ou com recortes cujo conteúdo é visível externamente
24. Caixas de musica - brinquedos de pendurar com alça para puxar e por em funcionamento o mecanismo musical interno

2. BRINQUEDOS PARA ATIVIDADES FÍSICAS

01. Veículos com pedais, triciclos, patinetes, karts, tico-ticos - carrinhos imitação do real, com pedais, motos e bicicletas com três rodas, patinetes, karts
02. Veículos elétricos no tamanho da criança - carrinhos para a criança dirigir, movidos a bateria ou pilha
03. Bicicletas - bicicletas com duas rodas e rodinhas provisórias na roda traseira, bicicletas com duas rodas de ar os crescentes
04. Patins, skates - brinquedos para o equilíbrio corporal e seus ; acessórios
05. Pipas, objetos voadores - pipas, bumerangues, aviõezinhos simples (com elástico)
06. Boliches, jogos tipo bocha, jogos de argolas - boliches de plástico, madeira, argolas
07. Bolas, petecas, balões de ar - bolas plásticas, bolas oficiais, petecas, balões infláveis
08. Cordas de pular, obstáculos, percursos - cordas, percurso tipo "amarelinha"
09. Pingue-pongue, tênis, raquetes de praia, peças para atirar em alvo
10. Iô-iôs, piões, bolhas d'água
11. Pernas de pau, bambolês, aros para equilibrar com uma haste
12. Golfe miniatura, criquete, bilhar, pebolim, futebol de mesa
13. Equipamentos esportivos —redes para bola-ao-cesto, voleibol, estilingues, arco-eflecha
14. Equipamentos para playground ao ar livre e internos, tobogãs, balanços — escorregadores, gangorras, balanços
15. Barcos, bóias, colchões infláveis, pranchas, flutuadores

3. BRINQUEDOS PARA ATlVIDADES INTELECTUAIS

01. Puzzles fáceis (de 40 a 150 peças)
02. Baby puzzles e encaixes planos —quebra-cabeças até 40 peças e encaixes de peças em bandejas
03. Puzzles com mais de 150 peças
04. Brinquedos com peças para girar e parafusar
05. Brinquedos de construção por superposição de peças ou alinhamento lado a lado —blocos de construção simples
06. Brinquedos de construção por encaixe de peças —blocos de construção com detalhes modulados para encaixar
07. Brinquedos de mecânica simples —planos inclinados por onde descem bolas, brinquedos em que água e areia fazem mover as pás de um moinho
08. Brinquedos que representam modelos técnicos —brinquedos que demonstram leis físicas elementares
09. Caixas de experiência, caixas cientificas —caixas de química, corpo humano em detalhes, caixas de materiais orgânicos, cristais, herbários, microscópios, habitats
10. Brinquedos e jogos de perguntas e respostas, enciclopédicos —relógios, blocos de letras e números, jogos de alfabetização, brinquedos do tipo resposta magica (ima)
11. Brinquedos, jogos de observação e reflexão —lotos, dominós, jogos de memória, solitários do tipo "resta um"
12. Brinquedos didáticos —blocos lógicos, noções de frações, noções de quantidade, tamanho, forma
13. Brinquedos e jogos lógicos e matemáticos —jogos com pareamento lógico, seqüências temporais, jogos com operações matemáticas
14. Jogos informáticos —jogos por computador: xadrez eletrônico, perguntas e respostas, línguas estrangeiras

4. BRINQUEDOS QUE REPRODUZEM MUNDO TÉCNICO

01. Walkie-talkies, telefones, meios de comunicação — com funcionamento real
02. Aparelhos audiovisuais com função real rádios, toca-discos, karaokes, walkman, microfones
03. Fogões, aparelhos eletrodomésticos reduzidos, função imitando o real maquina de costura, ferro de passar, liqüidificadores, batedeira
04. Veículos miniatura, reprodução em escala autos, motos, caminhões
05. Veículos mecânicos e elétricos . carrinhos caminhões, aviões, barcos, movidos a fricção, pilha
06. Veículos tele e radiocomandados . carrinhos, caminhões, aviões, barcos movidos por controle remoto
07. Veículos a energia solar
08. Guindastes e máquinas simples, mecânicos ou elétricos . caminhões basculantes, gruas, movidos a pilha, a fricção ou simples
09. Pistas para autos, trens elétricos, acessórios . autoramas, circuitos sofisticados
10. Veículos e maquinas simples . autos, caminhões, aviões, barcos de formas simples, leves, de plástico ou madeira
11. Brinquedos, objetos transformáveis . brinquedos representando figuras cujas partes ao serem movimentadas passam a representar outros objetos
12. Robôs

5. BRINQUEDOS PARA O DESENVOLVIMENTO AFETIVO

01. Pelúcia com mais de 50 cm
02. Bonecos, personagens imagináveis, zoomorfos. bonecos que representam figuras de fiapo do tipo tartarugas Ninja, dragões com aparência humana
03. Bonecas para vestir (não manequim) . todas as bonecas com cabelo, olhos moveis, braços e pernas articuladas, atividades animadas como choro, fazer xixi, rir, falar
04. Acessórios para bonecas, roupas, bijuterias, maquiagem, chapéus

05. Carrinhos, berços, móveis para boneca
06. Louças, panelinhas
07. Fogões, aparelhos domésticos, móveis no tamanho da criança
08. Aparelhos audiovisuais de imitação, telefones-baby. aparelhos imitando rádios, TV, cassetes, telefones de plástico, relógios
09. Miniaturas de figuras simples . animais, personagens de plástico de tamanho reduzido para brincar de zoológico, faroeste, soldadinhos de chumbo
10. Personagens articulados e acessório - heróis, personagens com membros articulados, cabeça móvel, para simular historias de ficção, de batalhas
11. Veículos e objetos de simulação, quadros de bordo —Veículos e volantes imitando atividades de direção de carros, barcos, naves
12. Cartolas com objetos de imitação de personagens de lenda, fantasias — espadas, capacetes, mascaras, fantasias no tamanho da criança
13. Cartolas com objetos de imitação de atividades domésticas, de profissões apetrechos para limpeza da casa, ferramentas de marceneiro, mecânico, instrumentos de médicos, enfermeiros, capacetes de policia, revólveres
14. Acessórios de beleza para crianças —materiais para maquiagem, bijuterias, sapatos de salto, bolsinhas 
15. Cabanas, tendas, fortes, ranchos
16. Cidades, fazendas, zoológicos, arcas de Noé —bloquinhos imitandoimóveis de uma cidade, casas e componentes de uma fazenda, do zoológico
17. Edifícios públicos —brinquedos representando sala de aula, estação de trem, banco, correio, hospital
18. Estacionamentos, postos de gasolina, circuitos simples —bomba de gasolina, postos com carrinhos e detalhes, sinais de transito, circuitos para carrinhos e trenzinhos com funções simplificadas, em madeira ou plástico
19. Tapetes de jogo, universo —tapetes com circuitos, imitação de cidades com ruas para brincar no chão, universo de personagens com seus Acessórios
20. Casa de bonecas e Acessórios —casas com compartimentos, moveis na proporção, imitando cozinha, dormitório, sala de jantar
21. Bonecas manequim e Acessórios —bonecas articuladas com cabelo e detalhes anatômicos e seus Acessórios de moda e complementos de suas atividades, moveis, objetos pessoais, equipamentos esportivos
22. Bonecas leves vestidas —Bonecas plásticas ou de tecido, com olhos fixos, cabelos no próprio plástico ou de lã, roupas simples
23. Bebês —bonecos imitando bebes, podendo ser banhados, sem cabelos, olhos pintados 

6. BRINQUEDOS PARA ATIVIDADES CRIATIVAS

01. Mosaicos — peças geométricas ou pinos, em madeira ou plástico, coloridos, para formar figuras
02. Carimbos para impressão, letras e maquinas de imprensa
03. Adesivos, materiais de colagem —adesivos de papel ou plásticos coloridos ou ilustrados para formar cenas ou figuras, peças com imas para formar cenários
04. Tapeçaria em tear, tapeçaria bordada com agulha, trabalhos de costura, bordados, tecelagem
05. Trabalhos de furar, enfiar, amarrar, trançar, recortar
06. Gravuras e metal trabalhado em baixo e alto relevo
07. Trabalhos em barro, cerâmica
08. Dobraduras —origami
09. Maquetes, modelos técnicos — aviões em madeira balsa, carros com partes para montar
10. Caixas de pintura sobre tecido, pintura a dedo —caixas com cenas para pintar com lápis de cor, aquarela, serigrafia
11. Jogos de desenho, quadros-negros —brinquedos com tela para desenhar e apagar, brinquedos para reproduzir (pantógrafo) e imitação de fotocopia
12. Modelagem (manual), moldagem (com moldes) — massa de modelar, peças em gesso para moldar, utensílios para trabalhar com massa de modelagem
13. Brinquedos musicais —pianos, violões, tambores, pandeiros
14. Musica eletrônica —teclados eletrônicos, guitarras, baterias eletrônicas
15. Marionetes, fantoches, teatrinhos

7. BRINQUEDOS PARA RELAÇÕES SOCIAIS

01. Jogos de carta, jogos de famílias —jogos de cartas comuns, baralhos de famílias (quartetos), mico-preto
02. Jogos de sociedade para família —jogos para vários participantes, com regras préfixadas
03. Jogos de sorte —jogos com dados, jogos tipo bingo
04. Jogos de percurso —jogos de tabuleiro com percurso a ser percorrido através da indicação por sorteio de dados

05. Jogos de sociedade para crianças pequenas — jogos para vários participantes envolvendo grau simples de dificuldade
06. Jogos de habilidade e destreza —jogos com peças para equilibrar, pegar rapidamente, jogos exigindo rapidez nos reflexos
07. Jogos de habilidade e destreza eletrônicos —videogames
08. Jogos de estratégia e reflexão —xadrez, damas, gamão, trilha, xadrez chinês
09. Jogos de simulação, jogos de interpretação —jogos em que são sugeridos, por exemplo, detalhes de uma determinada cidade e em que os participantes devem, analisando diversas situações, decidir onde construir um banco, uma farmácia, um cinema, um campo de futebol
10. Jogos enciclopédicos, de conhecimentos — jogos que envolvem o conhecimento de temas variados
11. Jogos de números e letras — jogos de palavras cruzadas, jogos de descoberta de palavra ocultas, jogos de descoberta de números ocultos
12. Jogos de mágica
13. Coleções de jogos —caixas com jogos variados

Fonte: http://universopsicopedagogico.blogspot.com.br/

Maternidade e modernidade

É incontestável que estamos vivendo momentos onde as mulheres desfrutam de conquistas de muitos e muitos anos pela sua liberdade, independência e autonomia. Eu faço parte desta geração e sei muito bem os frutos bons e ruins que colhemos desta modernidade e da consequente emancipação da mulher.
Dentre inúmeros fatores positivos, cotidianamente observados na rotina feminina (independência, poder aquisitivo, cargos, estudos, participação ativa na sociedade, entre muitos outros), vemos também que a maternidade não é algo que normalmente se equilibra com toda esta transformação.
Cotidianamente em meu consultório, atendo crianças que são fruto de lares bastante desestruturados, onde o fator principal desta dificuldade é a ausência materna. Sim, as mães estão muito ausentes, não só fisicamente como emocionalmente também.
Poucas são as mães que conseguem desfrutar de sua gravidez sem a correria e a cobrança de uma carreira. Muitas já iniciam a maternidade podendo muito pouco se dedicar a ela. É sabido que desde o ventre a criança já é grandemente influenciada pelo ritmo e humor da mãe. Talvez seja por isso que tantas crianças já nasçam aceleradas, agitadas e ansiosas.
Após o nascimento uma nova fase se inicia, e é considerada a mais importante no desenvolvimento cognitivo e emocional de uma criança, principalmente até os dois anos de idade. Poucos são os bebês que conseguem ser amamentados adequadamente ao menos até os seis meses de idade. Grande parte das mães se dividem neste momento entre o bebê e o retorno ao trabalho, o que pode transformar a experiência tão importante da amamentação, como algo insuficiente.
Além dos benefícios na saúde física, estudos comprovam que o adequado vínculo entre mãe e filho neste momento, é um dos fatores decisivos para a saúde emocional deste indivíduo por toda a vida. Neste momento ele tem a rica oportunidade de ser olhado, cuidado, acalentado, acariciado e alimentado da maneira mais perfeita que poderia existir. Crianças amamentadas com mamadeira, e até por outras pessoas que não seja a mãe, tendem a sinalizar esta insatisfação com choros, dores e irritabilidade constante.
Podemos perceber os benefícios da união mãe e filho também nas outras etapas do desenvolvimento. Cada aprendizagem se tornará muito mais proveitosa com o acompanhamento do olhar materno. Os primeiros passos, as primeiras palavras, as mudanças na alimentação, o cuidado no trocar de fraldas, as primeiras aprendizagens formais através da escolaridade, serão significativamente melhor aproveitados e vividos pela criança, com a presença constante desta mãe nestes momentos.
Nunca é tarde para refletirmos estes fatores e podermos investir no relacionamento enquanto é cedo, em prol do futuro das novas gerações. Apesar de financeiramente atrativa, a modernidade não tem feito tão bem à estruturação da família de uma maneira geral. Crianças têm sido criadas sozinhas, por assistentes, instituições, irmãos, avós e com inúmeros outros recursos que de maneira alguma poderão substituir a figura materna. Diminuir o ritmo talvez seja uma escolha aparentemente não rentável momentaneamente, mas que produzirá uma riqueza maior num futuro não muito distante.
Deborah Ramos | Psicopedagoga e Psicanalista Infantil
www.deborahramos.com

26 de dezembro de 2013

Atendimento e Aconselhamento Psicológico na Gestação, Parto e Pós-parto

A Psicoterapia é um processo de reorganização do nosso repertório de experiências e de nossas escolhas. Durante as sessões, o Psicoterapeuta irá ajudar o indivíduo a entrar em contato com suas formas de se perceber, de perceber as pessoas à sua volta e o mundo e observar como estas percepções influenciam suas escolhas e seus movimentos na vida. Para mudar escolhas, relações e comportamentos, precisamos ampliar nossa capacidade de observação, pois na maior parte do tempo não estamos totalmente conscientes do que estamos fazendo, do que estamos escolhendo, do que nos motiva a fazer tais escolhas. Nossa história de vida, nosso passado, muitas vezes ainda se faz presente em nosso universo emocional e interfere em nossas vivências  sem que tenhamos muita clareza disso ou de como modificar isso. A tomada de consciência sobre nossos padrões de funcionamento enquanto indivíduos é fundamental para que possamos ter mais clareza sobre nossa vida e nossas perspectivas de realização enquanto seres humanos. O atendimento psicológico que oferecemos não se reduz a simplesmente tratar de problemas mentais e emocionais, mas também é uma oportunidade de entrar em contato profundo com quem somos, o que queremos para nossa vida e de transformar ativamente nossa realidade. Em algumas circunstâncias de vida, como algumas fases da maternidade e paternidade, a psicoterapia pode dar suporte para que tenhamos melhor qualidade de vida emocional, para inclusive prevenir distúrbios, transtornos psíquicos e melhorar as relações e vínculos com nossos familiares e pessoas próximas.
Gestação, Parto e pós-parto são períodos de intensas transformações para uma mulher, um casal, uma família. Para a mulher, em especial, de forma ainda mais intensa, pois seu corpo também é a base para o desenvolvimento de um bebê. Em nossa sociedade, em geral, crescemos com pouco contato com gestantes, bebês, e quando tomamos contato com este universo, não temos acesso a muitas informações de qualidade sobre tudo o que mudará com a chegada de um bebê. Cada vez mais torna-se necessário ter informações de qualidade e apoio emocional para criar um filho na cultura em que vivemos, em que muitas mulheres e famílias vivem num ritmo acelerado, com pouco tempo disponível e grande distanciamento do universo infantil. Como vivenciar uma gestação de forma mais equilibrada e dar conta de todos os outros papéis na vida? Como lidar com as modificações fisiológicas e emocionais que surgem com a gestação, o parto e o pós-parto? Como lidar com as mudanças nas relações com o companheiro(a), com a família, com os colegas de trabalho, com as pessoas à volta? Como lidar com um bebê? uais as necessidades emocionais de uma mulher que agora é mãe, o que é normal ou não sentir? Quais as necessidades afetivas, emocionais de um bebê em suas diversas fases de desenvolvimento? Essas e outras questões atormentam muitas mães e familiares, e muitas mulheres vivenciam essas angústias sozinhas. Entrar em contato com tudo isso é fundamental para conseguir se reencontrar como indivíduo, fazer escolhas mais conscientes em relação a si e aos filhos, ter saúde emocional. Ter um espaço e tempo dedicados a essas reflexões e ao acolhimento dessas emoções, com um profissional especilizado, pode fazer toda a diferença para que essa mulher, esse casal, essa família, esse bebê, possam passar por todas essas transformações de forma mais positiva, amorosa e mais respeitosa às necessidades de cada indivíduo dentro dessa rede familiar.
O acompanhamento psicológico durante a gravidez, parto e pós-parto também pode oferecer ajuda em casos de:
  • Distúrbios de Stress e Ansiedade,
  • Perturbações Psicossomáticas,
  • Mulheres que tiveram dificuldades de engravidar ou abortos recorrentes,
  • Histórico de depressão,
  • Gravidez de Risco,
  • Gestantes Adolescentes,
  • Gestantes Sozinhas (Pai ausente),
  • Tristeza ou Depressão Pós-Parto,
  • Stress Pós-Traumático por perdas ou parto traumático
  • Gravidez não-desejada ou não planejada


22 de dezembro de 2013

Educação Perinatal

Educação Perinatal consiste no acompanhamento pré, peri e pós  parto da gestante, do casal e da família.

O ideal é iniciar o acompanhamento antes da concepção, quando o casal está planejando a gravidez, ou pelo menos logo após a concepção. Consiste em encontros individuais e em grupo com essa gestante/casal e às vezes a família, onde irá em um 1º momento, esclarecer e informar a cerca de todo o processo que envolve a concepção, a gestação, o parto, a amamentação e o puerpério, podendo se estender até os 3 anos após o parto, com orientações a cerca do desenvolvimento da criança. Esse acompanhamento pode ser feito por um obstetra, psicólogo, enfermeiro, assistente social, doula ou qualquer profissional da saúde – mas é importante que esse profissional seja especialista e adote alguma linha, como a psicanálise, a gestalt-terapia ou adote alguma corrente teórica, como a Lacaniana ou a Ciência do Início da Vida (Eleanor Luzes).
Quando houver necessidade, esse profissional pode marcar encontros com Aconselhamento Psicológico e até Psicoterapia, ou encaminhar a gestante para algum outro profissional para fazer algum tipo de atendimento especial, de acordo com as suas necessidades.
Atualmente está comprovado que o encontro em grupo e o esclarecimento correto da gestante a cerca de suas vivências, suas dúvidas, seus medos e seus desejos traz um equilíbrio emocional e físico e otimizam o quadro gestacional, o processo de trabalho de parto e parto, a amamentação e o puerpério.
Atualmente existe um movimento muito grande com relação ao Parto Humanizado e à Amamentação, e o Educador Perinatal trabalha nesse sentido – preparando a gestante e o casal para uma gestação tranqüila, um parto humanizado para mãe e bebê (ainda que seja uma parto cirúrgico), sucesso na amamentação além de prevenir problemas no puerpério, como depressão pós parto e dificuldade na sexualidade do casal.
Antes de tudo, o Educador Perinatal é um promotor de saúde física e emocional do gestar, do nascer e do viver...

Ana Melissa Yule

20 de dezembro de 2013

Amor de pai é uma das principais influências na personalidade humana

Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.
Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA).

 “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.
É culpa do pai, ou é culpa da mãe?


Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.
Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Não me deixe chorar: preciso de você, mãe


De todas as teorias do universo materno, as que me assustam são: não dar colo para o bebê, regular a amamentação em horários cronológicos e deixar o bebê chorando. Elas me pegam na alma.
Bebes não sabem falar, nasceram em um ambiente aquático, escuro, cheio de movimento e calor e estão do lado de fora.
Precisam ser alimentados, estranham. Descobrem no peito uma maneira de ter o aconchego pleno.
Basta ver uma cadela: quando o filhote chora a mãe corre e aconchega. Bebês não choram a toa e se choram estão pedindo:
- Por favor me ajude
Ajude a dormir, a enfrentar a solidão, a lidar com a temperatura que oscila.
Quando um bebê pede colo ele está reconhecendo que você é uma segurança.
Quando você nega esse colo ele pode se acostumar com a negligência e resignar-se. Mas ele não está feliz.
Eu adoro o conceito: permita que as crianças sejam dependentes no momento em que podem ser, para que sejam independentes para toda a vida.
O que mais vejo neste mundo são pessoas dependentes e resignadas.
Dependentes de comida, de medicamentos, de sexo, de necessidade de aceitação.
São, algumas vezes, sobreviventes de pequenos ou grandes abandonos.
Algumas vezes vendo esses programas que difundem a idéia da Torturadora de bebês eu sinto algo inexplicável: eu choro com a mãe que chora, com o filho que dorme soluçando.
Não há nada mais fácil e prazeroso para mãe e bebê do que deitar junto com o bebe e dormir agarradinho.
É tão rápido que eles crescem. O que são 3 anos diante de uma vida toda?
Queremos tanto a independência precoce, exaltamos isso como troféu e depois questionamos onde se perdeu esse fio.
Eu vejo idosos abandonados com cuidadores ou em asilos e vejo ali o reflexo de uma sociedade que fecha os olhos para os dependentes trocando o amor por tecnologia, chupeta, mamadeira, berço que balança e no fim, uma cama fria e olhos de uma profissional contratada.
Assim começa a vida, assim ela termina. No meio um grande vazio que tentamos preencher. Um vazio cultivado em nome dessa ilusória independência precoce.

http://vilamamifera.com/mamiferas/nao-me-deixe-chorar-preciso-de-voce-mae/