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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

Maternidade Ostentação (Humor)

QUE TIPO DE MÃE É VOCÊ?

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Por Silvana Freygang  Psicanalista
É cada vez mais frequente ver-se mães que apresentam uma conduta muito agressiva com seus filhos. Verdadeiros “shows” de descompasso emocional regados por doses cavalares de gritaria e violência física a qualquer hora e em qualquer lugar.

Quando uma mulher se torna mãe ninguém entrega a ela um manual pronto de como desempenhar este papel. Ao longo da gestação é natural surgir uma gama de sensações, mas, muitas vezes dependendo do indivíduo, não são tão prazerosas assim.

É uma fase onde a vulnerabilidade emocional coloca a mulher diante de emoções que talvez ela tenha feito um grande esforço para esconder de si mesma. Sendo assim, o pós-gestação será o momento de se deparar com o choque entre os seus ‘fantasmas’ internos e a realidade.

Não existe uma única razão para se justificar uma mãe com comportamento agressivo e violento com seus filhos, e sim, um conjunto de fatores.

Basicamente, trata-se de alguém que traz consigo uma coleção de frustrações da sua i…

Pensamentos para os pais em processo de separação

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A psicóloga portuguesa Fátima Ferro, escreveu um artigo interessante sobre o divórcio e as crianças. Ela selecionou nove pensamentos que os pais devem ter em mente no processo de separação e na vida pós-divórcio.
1. Devem dar aos filhos uma explicação sobre o divórcio. Cada um dos pais pode contar as suas razões, dizer o que aconteceu, o que devem esperar, ou seja, o que vai acontecer e quando, de uma forma adequada à sua idade e à sua capacidade de entendimento. Assim elas enfrentarão com muito mais facilidade todo o processo de divórcio; 2. Devem tranquilizar os filhos a respeito da permanência e continuidade da relação com os dois progenitores. A partida inesperada de um dos pais é sempre um choque angustiante para os filhos. O contato entre ambos deve ser feito de forma frequente e previsível começando imediatamente após a partida de um deles, para que desta forma não seja ameaçado o vínculo existente entre a criança e cada um dos pais; 3. Devem ser garantidos os dois lares, não sen…

O desmame e a angústia do não falar...

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Eu poderia ter dito àquela mãe que quem estava perdendo era, principalmente, ela. Nada do manjado papo de que o 'leite materno é o melhor alimento'... todo mundo já sabe disso.

depois de cerca de 4-5 meses de amamentação exclusiva, estava ela, à minha frente, dizendo que havia desmamado seu bebê e que estava tomando medicamentos para parar a produção do leite materno.

quem perdeu? os dois, certamente! O bebê não receberá mais sua dose diária de vacina, nem aquele colinho único de peito de mãe... mas a mãe perdeu mais!

eu poderia dizer para ela que a amamentação, nos dias de hoje, seria uma das poucas vivências femininas autênticas que ela teria para desfrutar. Num mundo de cortes na barriga para nascer e gestações monitoradas, amamentar é o que resta para muitas mulheres...

eu poderia ter insistido com ela que todas aquelas mastites de repetição no seio direito, em verdade, queriam dizer alguma coisa, mas nunca que ela deveria suspender a amamentação natural.

não, não era a m…

A criança que ninguém quer

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A colunista Betty Monteiro explica que muitas crianças não têm consciência do que as incomodam e, por isso, acabam se tornando agressivas

Por Elizabeth Monteiro 


A maioria das crianças agitadas e agressivas não verbalizam o que está acontecendo. Não estão dispostas a conversar. Até porque, muitas vezes, não têm consciência do que as incomoda.

A melhor maneira de lidar com a agressividade excessiva é utilizar o bom senso e o diálogo. Mas pode-se usar de alguns facilitadores:

– A pessoa mais indicada para conversar com a criança é aquela com a qual ela tenha um bom vínculo afetivo. Qualquer pessoa que ela adore.

- Discutir as crises antes ou depois de seu aparecimento é sempre melhor do que durante o episódio em que a criança se encontra descontrolada. Em clima tenso não se conversa.

– Quando for conversar, esqueça os sermões. Procure ouvi-la e entendê-la.

– Você não é obrigada a concordar com os seus argumentos, mas não precisa criticá-la. Ensine à criança algumas maneiras de descarregar a su…

Como preparar as crianças para o primeiro dia de aula

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Coisas que acontecem quando...

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O medo na infância

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Para lidar com os medos infantis, é preciso oferecer segurança à criança e respeitar o temor que ela manifesta. Subestimar os medos é proibido, e desmoralizar a criança só piora. É natural e esperado que as crianças sintam medo. Ele é um alerta de que algo ameaçador pode acontecer e evita que o ser humano corra riscos desnecessários. A ausência dele, em certas idades, é até preocupante: se uma criança não desenvolve o medo instintivo de altura, por exemplo, pode engatinhar até a beira da cama ou do sofá e cair. A psicóloga Adela Stoppel de Gueller, coordenadora do setor de Clínica e Pesquisa do Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientae, explica que entre os 3 e os 5 anos elas estão na fase natural dos temores. O medo de trovão, do escuro, de monstros ou de dormir sozinho são naturais e devem passar conforme a criança cresce e amadurece emocionalmente. Mas o papel dos pais é fundamental para facilitar este processo – ou para transformá-lo em um trauma difícil …

"Choro de Bebê" como reconhecer 5 tipos: Fome, Sono, Desconforto, Arroto...

Tudo vai passar, eles vão crescer...

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Tudo vai passar. Eles vão crescer e dispensar nosso colo. Vai chegar a fase em que os amigos serão mais importantes que os pais. Que nossas demonstrações de afeto serão consideradas um grande mico. Que em vez de torcemos para que eles durmam, torceremos pra que cheguem logo em casa. Que não se interessarão pelos velhos brinquedos. Que o alvoroço na hora do almoço, dará lugar a calmaria. Que os programas em família serão menos atrativos que o churrasco com a turma. Que dirão coisas tão maduras que nosso coração irá se apertar. Que começaremos a rezar com muito mais frequência. Que morreremos de saudade de nossos bebês crescidos. 
Por isso... Viva o agora. Releve as birras. Conte até 10. Faça cosquinhas. Conte histórias. Dê abraços de urso. Deite ao lado deles na cama. Abrace-os quando tiverem medo. Beije os machucados. Solte pipa. Brinque de boneca. Faça gols. Comemorem. Divirtam-se. Acorde cedo aos domingos pra aproveitar mais o dia. Rezem juntos. Estimule-os a cultivar amizades. Faça …

Carinho de mãe cura sim!

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Quem é que nunca deu um beijinho no machucado do filho dizendo que a dor já ia passar? E quando a mãe improvisa uma milagreira massagem (mesmo sem nunca ter colocado os pés em um curso especializado) quando o pequeno sofre uma pancada na mesa ou jogando futebol? E os poderes bombásticos de um gostoso cafuné quando a criança está de cama? O mais interessante e gratificante é que todos esses artifícios de fato amenizam e muito a dor.

O bombardeio de carinho na criança nos momentos de dor tem muita força, viu. Isso porque uma área do cérebro é ativada quando se recebe um carinho, liberando descargas elétricas que diminuem a sensação de dor. Demonstrações de afeto geram um efeito de proteção e prazer.

Vamos explicar em uma linguagem mais específica, mas necessária. Crianças consoladas com o carinho ou com a voz da mamãe têm um aumento dos níveis do hormônio ocitocina no organismo. Um artigo americano publicado na Proceedings of the Royal Society B reforçou tal conclusão.

A ocitocina é um hor…

Gravidez por Dentro

Depressão materna e o impacto no bebê

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Ninguém pode negar a importância da presença da mãe para o desenvolvimento e crescimento, em todos os aspectos, da criança. A mamãe precisa ter energia física e psíquica para acompanhar todas as etapas da vida do seu filho, protegendo-o, traduzindo o mundo e satisfazendo as necessidades da criança. A mamãe é a pessoa que dá a oportunidade do bebê conhecer o mundo, oferecendo o equilíbrio que a criança precisa para organizar todas as novidades que chegam diariamente. Se a depressão materna acontece, principalmente se ocorrer na infância ou adolescência dos filhos, um grande impacto no comportamento e intelecto recai sobre essas crianças. Desde o nascimento, o bebê precisa da ajuda da mamãe para conseguir sentir-se seguro, confiante e poder se desenvolver motor e cognitivamente. Uma mãe depressiva nessa época torna-se ausente e empobrecida de estímulos para seu filho. O bebê já demonstra irritação com essa atitude depressiva, sendo um bebê choroso, tendo mais diarréia que um bebê com u…