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Mostrando postagens de Janeiro, 2011

Natura Mamãe e bebê - Massagem Shantala

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Símbolo da luta contra o Aleitamento Artificial!

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Cabelo de bebê

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As diferenças a gente nota já na maternidade. Tem recém-nascido com a cabeça lisinha, que quase reflete a luz e tem outros com cabeleira de dar inveja até nos topetes de Elvis Presley. Mas você, como qualquer mãe que se preze, deve já ter se perguntado: será que é normal mesmo ele nascer tão peludo? Ou, então, quando ele vai deixar de ser careca?

Alguns pediatras contam que tem muitas mães que chegam no consultório ansiosas para saber se irão poder enfeitar a cabeça de seus filhos e, principalmente, de sua filha, no primeiro aniversário. 
Conversamos com a pediatra Sandra Oliveira de Campos, da Universidade Federal de São Paulo, e pedimos para ela falar tudo sobre cabelos de bebê. O resultado, você confere abaixo:

Uns bebês nascem com bastante cabelo, outros não. Por quê? 

São constituições das pessoas, não se sabe ao certo como elas nascerão, é a mesma coisa que um bebê nasce alto, outro baixo. O importante é que não tem relação com nenhum motivo de saúde da mãe. Também n…

Depressão pós-férias

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Pesquisa revela que 23% dos brasileiros sofrem com o problema. No caso das mães, ficar longe dos filhos e retomar os afazeres domésticos são fatores que contribuem para o sentimento Cerca de 23% dos brasileiros sofrem com a depressão pós-férias. Isso é o que aponta pesquisa realizada pela Isma-BR (Associação de Controle do Estresse no Brasil) realizada neste mês. Fazem parte do grupo mulheres que têm filhos e trabalham dentro e fora de casa. No caso específico das mães que dispõe de um tempo limitado com os filhos em função do trabalho, a volta à rotina traz uma sensação de culpa. “O término das férias pode gerar um entristecimento grande devido à ausência ou pouco contato familiar, além da culpa que muitas mães apresentam por se sentirem pouco presentes”, explica a psicóloga Andreia Calçada. “Também pesa a retomada dos horários e obrigações e a volta aos afazeres domésticos, mas tudo dependerá da forma como a pessoa interpreta e encara estas questões”.

No entanto, exis…

Banco de Leite

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Aleitamento materno ajuda na redução da mortalidade infantil

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O aleitamento materno exclusivo pode reduzir em até 13% o número de mortes de crianças com menos de 1 ano de vida. A amamentação na primeira hora após o parto pode também evitar cerca de sete mil mortes de recém-nascidos.

As afirmações são da coordenadora da área de Saúde da Criança da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Maria do Socorro Marques Luz. Ela afirma que Estado e municípios já desenvolvem ações conjuntas, principalmente na Atenção Básica, como a implantação da Rede Amamenta, que trabalha para conscientizar as mães sobre a importância da amamentação.
"A Rede Amamenta reúne vários municípios. É um trabalho que envolve Ministério, Sesau e gestores para conscientizar sobre a importância do leite materno para a criança", ressaltou Maria do Socorro.
 "O leite materno é um alimento completo e ideal para saciar a fome e a sede do bebê. Durante os seis primeiros meses de vida, o bebê não necessita de nenhum outro alimento além do leite materno para suprir suas necess…

Voz da mãe ativa áreas específicas do cérebro de recém-nascidos

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A voz das mamães pode ajudar a ativar certas partes do cérebro dos bebês relacionadas com o aprendizado da linguagem, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Montreal no Canadá e que acompanhou recém-nascidos durante as primeiras 24 horas de vida fora do útero. O monitoramento dos sinais cerebrais feito pelos pesquisadores mostrou que os bebês reagiam à voz de outras mulheres, mas esses sons ativavam apenas a parte do cérebro responsável pelo reconhecimento de voz.“Nossa pesquisa mostrou, entretanto, que a voz da mãe é algo especial para o desenvolvimento dos bebês”, diz Maryse Lassonde, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, que foi o primeiro a monitorar padrões cerebrais em crianças tão jovens. “Nós colocamos os eletrodos na cabeça desses bebês ao mesmo tempo em que pedíamos para que as mães verbalizassem um fonema”, explica. Esses exercícios foram então repetidos com as enfermeiras.
No caso das mães, as áreas do cérebro ativadas foram aquelas localiz…

O kit noturno de sobrevivência

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Um pequeno preparo é um grande passo para tornar as doenças de madrugada mais simples. Algumas coisas que você precisa ter em casa:

No armário de remédios

* Remédios para aliviar a dor e a febre. Ibuprofeno e paracetamol (ou fórmulas para crianças com menos de dois anos) não podem faltar – consulte o médico para saber a dosagem.
* Anti-histamínico e creme de cortisona (com instruções aprovadas pelo médico)
* Spray nasal salino
* Conta-gotas
* Remédios para evitar a dor de ouvido (se seu filho é predisposto a ter infecções)
* Termômetro digital

Na cozinha

* Óleo de oliva
* Pêssego em calda
* Picolé

No quarto da criança * Humidificador
* Toalhas de mão
Fonte: http://www.revistapaisefilhos.com.br/saude-ate7/1325/o-kit-noturno-de-sobrevivencia
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Bebês são capazes de entender o significado das palavras

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Um banco de dados começa a se formar na infância e passa a ser constantemente atualizado até a fase adulta.
Sabe aquele bate-papo que você tem com seu filho a partir do momento que descobre que está grávida? Eles ajudam seu bebê a desenvolver a linguagem ainda no seu útero. E agora, os cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram que a partir de 1 ano, as crianças são capazes de entender o significado de muitas palavras.

”Isso acontece porque os bebês usam os mesmos mecanismos do cérebro que os adultos, ou seja, usam as mesmas áreas cerebrais para encontrar o sentido das palavras e começam a formar um ‘banco de dados de sentidos’, que é constantemente atualizado até a idade adulta”, explica Katherine Travis, uma das autoras do estudo.

“Antes dessa pesquisa, os especialistas acreditavam que as crianças usavam uma área do cérebro responsável pelo processamento apenas do som. Agora, foi possível perceber que os bebês utilizam a área responsável pe…

O feto aprende

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Não é só o corpo que se forma durante a gravidez. A personalidade, a inteligência e os traumas também estão em gestação.
Imagine como seria passar nove meses trancado em uma sala escura e morna, dormindo 16 horas por dia. O lugar, apertadinho, sem ser desconfortável, é envolvido por uma marcação de tambor constante, que não pára nem durante a noite, e por um barulho esquisito de líquidos borbulhando. Você ouve, sem poder entender, conversas abafadas do lado de fora, nas quais predomina sempre uma voz feminina clara, que parece vir de todos os lados ao mesmo tempo. Não há muito o que fazer lá dentro além de brincar com o saco transparente que te embrulha e beber o líquido quase sempre doce à sua volta.
Você já passou por isso, é óbvio – durante a sua gestação. E hoje se sabe que esse período marcou você para sempre, moldando o seu jeito de ser, os seus medos e o seu humor. A velocidade daquela batida de tambor, o carinho ou o desprezo expressos nas vozes difusas, o gosto do líquido e ou…

Enf.ª Maylu Souza no Alerta Total (Record News) parte 1

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Enf.ª Maylu Souza no Alerta Total (Record News) parte 2

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Posições no Trabalho de Parto

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Amamentação x Volta ao trabalho: Conflitos maternos

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Esta dinâmica cada vez mais presente no cotidiano das mulheres brasileiras significa tensão e insegurança sobre o fato do distanciamento do seu bebê e da adaptação a quem irá cuidar dele e como será amamentado. É um momento delicado que merece um olhar muito compreensivo e paciente de todos. Muitos fatores, principalmente afetivos, estão em jogo neste momento.
Dúvidas, arrependimentos e frustações estão intimamente ligados a esta dinâmica, bem como o desespero e a pressa em pensar em soluções e alternativas prontas, como a introdução de mamadeiras e fórmulas. Para a mãe, a urgência e a garantia de que seu bebê irá se adaptar à nova forma de oferecimento do seu leite, seja por meio de copinhos ou colheres ou, em último caso, mamadeiras.
O bebê pode rejeitar tudo, mas também pode se adaptar prontamente. Muitas dúvidas permeiam esta relação sobre a continuidade e importância do aleitamento exclusivo, a possibilidade de abandono da mama em função do bico da mamadeira, e a intr…

Amamentação

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Mãe cria comunidade no Facebook para incentivar a doação de leite materno

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Inspirada na Eats on Feets, comunidade norte-americana que compartilha leite materno, a pedagoga Simone, mãe de dois filhos, criou o Aleitamento Materno Solidário.
Depois que leu uma reportagem no site CRESCER sobre a Eats on Feets(algo como comer em pé), comunidade norte-americana no Facebook que compartilha leite materno, a pedagoga Simone Carvalho, 35 anos, se inspirou para criar algo semelhante no Brasil. No fim de 2010, procurou Emma Kwasnica, fundadora da EOF, para entender melhor como funcionava a troca de leite (em intermédio de um banco de leite oficial), e foi quando descobriu que as leis no Brasil não permitem essa prática.

Simone, mãe de Rebeca, 10 anos, e Rafael, 6, não se abateu, apenas mudou o projeto inicial. Criou, então, o Aleitamento Materno Solidário no Facebook com o objetivo de trocar informações sobre a amamentação e incentivar a doação para os bancos de leite. “Quando meu segundo filho nasceu, eu doei leite por seis meses. Sei o quanto esse ato é bac…

A formação da parteira profissional no Brasil

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No Brasil, as parteiras com formação universitária são profissionais graduadas em enfermagem com curso de pós-graduação em obstetrícia. Os cursos de especialização em obstetrícia têm seu conteúdo voltado para a fisiologia da gravidez e do parto. Os profissionais com esta formação são também habilitados a identificar situações de risco que necessitem de cuidados específicos na gestação, parto, pós-parto e assistência ao recém-nascido. A Lei do Exercício Profissional garante a atuação destes profissionais especializados na assistência ao parto de baixo-risco de maneira autônoma. Se a situação for de risco para a mulher e seu bebê a parteira especializada tem a capacitação de identificar e comunicar o médico de retaguarda que dará continuidade à assistência. A parteira profissional trabalha sempre de maneira integrada à equipe multiprofissional de saúde. Atualmente no Brasil, seguindo uma tendência mundial de resgate da atuação de parteiras e ampliação da atuação destes profissi…

Paracetamol x Vacinas

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Paracetamol deve ser dado antes de vacinar a criança?
Como a vacinação pode cursar com febre, muitos pais e pediatras dão rotineiramente paracetamol para as crianças antes de elas serem vacinadas. No entanto, sabemos que a febre é um sinal de que nosso corpo está gerando uma resposta imune.

Um estudo recente mostrou que o paracetamol administrado antes de a criança receber as vacinas poderia reduzir a resposta imune e, portanto, diminuir e eficácia das mesmas. Isto significa que ter febre pode fazer a vacina funcionar melhor! Lembre-se de que é apenas um estudo, e que não foram avaliados outros antitérmicos, como o ibuprofeno.
Provavelmente, o melhor é esperar e ver como a criança reage às imunizações. Muitas crianças passam muito bem depois de receber a sua vacina, mesmo que tenham febre. Se for esse o caso, a febre é possivelmente uma coisa boa e paracetamol não é necessário.
Se, no entanto, seu filho está se sentindo mal após receber as vacinas, então vale a pena conversa…

Amamentar fazem os seios "caírem"?

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Longe de danificar a forma dos seios, a lactação poderá na realidade aperfeiçoá-la.
Se a lactação for abruptamente interrompida, os seios ficarão murchos e vazios durante algumas semanas, à medida que os alvéolos se degeneram. Cerca de seis meses após o desmame, os seios já terão recuperado, normalmente, sua forma antiga, qualquer que esta tenha sido, mas tenderão a tornar-se levemente menores, talvez devido à redução na quantidade de tecido adiposo.
Na moça normalmente de seios não-volumosos, este fato não deverá fazer diferença. A que tem seios excessivamente grandes achará que a lactação beneficiasua silhueta. O tecido do seio que funcionou, sabe-se, conserva sua forma durante um tempo maior do que o tecido de seio que não funcionou.
Alguns médicos são de opinião que os seios que jamais aleitaram podem estar sujeitos a atrofias e tendem a tornar-se mais cedo seios pendurados ou disformes. Retirado de: O Livro de Estímulo à Amamentação - Adolfo Paulo Bicalho Lana

Fonte: h…

Alimentos que não devem ser consumidos antes de 1 ano de vida do bebê

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Mel.
Clara de ovo.
Espinafre, rabanete, beterraba, tomate e morango. (agrotóxicos)
Carne de porco, peixe e mariscos (somente no 2º ano de vida).
Alimentos industrializados (causam efeitos nocivo por alergias e reações tóxicas).
Chocolates e bebidas achocolatadas (riscos de alergia e interferem na absorção de minerais e proteínas devido presença de tanino e teobromina).


Fonte: http://enfermeiramariana.blogspot.com/

Bebês são capazes de entender o ponto de vista de outra pessoa...

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Bebês de até sete meses conseguem perceber e compreender o ponto de vista de outra pessoa, segundo um novo estudo na revista "Science". Antigamente considerava-se que essa habilidade, conhecida como "teoria da mente", só se desenvolvia a partir dos 3 ou 4 anos de idade.
"Crianças mais novas têm dificuldade em acompanhar cenários complicados", afirmou Ansgar Endress, psicólogo cognitivo do MIT e um dos autores do estudo. Assim, em vez disso, Endress e seus colegas usaram um cenário simples para testar as habilidades perceptivas de bebês e adultos.
Eles exibiram vídeos animados onde uma bola rolava por trás de uma parede e, a cada vez, ou ficava ali, ou rolava para fora do campo de visão, ou rolava para fora do campo de visão e retornava. Na animação também havia um personagem de cartum, mas nem sempre ele testemunhava o destino final da bola.
Os adultos foram capazes de determinar mais rapidamente onde estava a bola quando a opinião do personagem c…

Fraldas de Pano e Ecológicas

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A fralda é um dos elementos essenciais à vida de um bebé. É também onde os pais gastam a maior parte do orçamento. Um bilhão de árvores são usadas no mundo inteiro para suprir a indústria das fraldas descartáves quepodem levar cerca 500 anos a decompor-se. Uma criança utliza cerca de 5500 fraldas nos seus 2 primeiros anos de vida. A alternativa são as fraldas de pano, ecológicas e reutilizáveis.
Quando se fala em fraldas de pano a primeira imagem que vem são aquelas antigas fraldas, presas com fita crepe e que vazavam com frequência. Mas ja existem vários tipos de fralda ecológica e você pode se surpreender.

As fraldas ecológicas permitem melhor respiração da pele do bebê, evitam assaduras e alergias . Não possuem policrilato de sódio (produto químico utilizado nas fraldas descartáveis para aumentar a absorção). São modernas , práticas , resistentes e reutilizáveis diversas vezes. Possuem formato de uma descartável. São várias estampas charmosas !!
As fraldas d…