29 de março de 2010

Fisioterapia na Depressão Pós-Parto

A depressão pós-parto prejudica tanto a mãe quanto o bebê. Apesar de raro, um dos riscos é o de a mulher chegar a matar a criança. Os mais comuns, por sua vez, são dificuldades para amamentar e cuidar dos pequenos, que dependem disso para o desenvolvimento. E, de acordo com um estudo divulgado na publicação Physical Therapy, da Associação Americana de Fisioterapia, um programa de exercícios fisioterápicos e educação sobre saúde pode reduzir as chances de desenvolver o problema.

Para chegar a essa conclusão, Maria P. Galea, da Universidade de Melbourne, na Austrália, e seus colegas contaram com 161 mulheres que deram à luz no Hospital Angliss, também na Austrália. As participantes foram divididas aleatoriamente em três grupos.

O primeiro era composto por 62 delas, que se comprometeram a fazer com seus bebês, uma vez por semana durante dois meses, exercícios físicos orientados por um fisioterapeuta, além de cumprir 30 minutos de aula de educação parental com profissionais da saúde.

O segundo, com 73 voluntárias, recebeu apenas o material escrito de educação.

O último, com 26, não teve qualquer intervenção.

Todas as mulheres foram avaliadas no início do projeto, após oito semanas e, então, quatro semanas mais tarde. Tiveram de responder questionários sobre bem-estar, depressão e quantidade de exercícios físicos.
Segundo o site Science Daily, os resultados indicam que houve melhoras significativas no bem-estar e de sintomas depressivos até o fim das análises no primeiro grupo em comparação com os outros.

O número de pacientes identificadas com chance de ter depressão pós-parto foi reduzido em 50%.
 
 
Fonte: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI4342646-EI1497,00-Fisioterapia+pode+reduzir+risco+de+depressao+posparto.html
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Conversar com o bebê

Conversar com o bebê é importante para seu desenvolvimento cognitivo. As palavras podem ter um significado especial para os bebês, mesmo antes de eles começarem a falar.

De acordo com novo estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, falar com os bebês desde cedo pode ser importante para seu desenvolvimento cognitivo, ajudando o cérebro dos pequenos a aprender a formar categorias para as palavras.

Comparando o efeito das palavras e dos sons nas habilidades cognitivas de 46 crianças com idades entre três e quatro meses, os pesquisadores descobriram que aqueles que aprendiam a associar palavras, ao invés de sons, à imagem de objetos tinham melhores resultados em testes de categorização simples.

No estudo, os especialistas mostraram, a todos os bebês, fotos variadas que eram pareadas com palavras ou sinais sonoros. E o grupo que ouviu as palavras era mais propenso - do que aqueles submetidos a sinais sonoros - a categorizar as imagens corretamente - por exemplo, a associar imagens de diferentes peixes a uma palavra criada para designar uma imagem de um peixe específico.

De acordo com os especialistas, os resultados apoiam as crescentes evidências de que é importante falar com os bebês desde cedo para promover o seu desenvolvimento cognitivo. “Essas descobertas oferecem as primeiras evidências até o momento de uma ligação entre palavras e categorias de objetos”, disse a pesquisadora Susan Hespos.

“Suspeitamos que a fala humana, e especialmente a fala direcionada ao bebê, engendra nas crianças novas um tipo de atenção aos objetos que nos rodeiam que promove a categorização”, disse a psicóloga Sandra Waxman, co-autora do estudo. “Propomos que, ao longo do tempo, esse efeito geral de atenção se tornaria mais refinado, assim que as crianças começam a retirar palavras individuais da fala fluente e mapear essas palavras por significado”, concluiu.


Fonte: Child Development. Março/abril de 2010.

28 de março de 2010

Prevenção da Episiotomia

Para aquelas que querem ter seus filhos por parto normal sem se submeter ao terrível corte chamado episiotomia, a fisioterapia obstétrica atua exatamente com a prevenção da episiotomia e da cesária e promove uma recuperação mais rápida da mãe!

São realizado exercícios de alongamento e fortalecimento das musculaturas envolvidas no parto para que, no momento da expulsão do bebê, a musculatura se alongue bem e não rompa as fibras musculares!

O que o médico faz é impedir que isso aconteça (ou seja, que as fibras musculares não se rompam - no popular: "não se rasgue toda") fazendo a episiotomia! Mas ele não vê se a gestante possui uma musculatura bem alongada e preparada para esse momento!

É aí que a fisioterapia entra! Preparando bem esta musculatura e deixando o médico ciente disso, não há necessidade de uma dolorosa episiotomia!

A fisioterapeuta também pode acompanhar a gestante durante o trabalho de parto e parto, podendo orientá-la no que fazer, como respirar, que hora relaxar e que hora contrair e ajudar em um alongamento a mais na musculatura perineal (em torno da vagina).

Hoje, se houver uma boa preparação no pré-parto e a mãe não tiver nenhum tipo de intercorrência como o feto em posição errada ou uma bacia pequena para a passagem do feto, eu afirmo que não há necessidade de uma episiotomia no momento do parto!

 
 
Fonte: http://www.xoepisio.blogger.com.br/
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Dor nas costas na Gravidez

É comum as mulheres grávidas sentirem algum tipo de dor ou desconforto lombar, durante a gravidez e pós parto. Vários fatores são responsáveis pelo aparecimento da dor nas costas nas gestantes:

- Com o aumento do tamanho do feto e a frouxidão ligamentar, há um deslocamento do centro de gravidade para adiante e, conseqüentemente, há uma acomodação do eixo do equilíbrio, resultando no aumento da lordose lombar.
 
- Esse aumento da lordose lombar leva a um desgaste das articulações intervertebrais, aumentando o risco do aparecimento de lesão do disco intervertebral e causar dor. Se essa discopatia não for prevenida ou tratada durante a gravidez, ela poderá se agravar no pós parto em virtude da fraqueza dos músculos abdominais e da sobrecarga física que os cuidados ao bebê impõe à mãe.
 
Prevenção

A adoção de posturas adequadas tanto ao sentar, repousar ou nas atividades do cotidiano são importantes para manter a integridade das estruturas da coluna vertebral, que no período da gravidez tornam-se frágeis e mais suscetíveis à traumas.

Exercícios leves de alongamento e condicionamento feitos a partir do quarto mês de gravidez, e sob supervisão médica, são importantes para manter a flexibilidade e condicionamento físico, prevenindo a dor nas costas, além de auxiliar no equilíbrio emocional e manter as condições físicas ideais da futura mamãe durante o período da gravidez.

A natação, hidroginástica ou simplesmente caminhar são atividades físicas que movimentam o corpo globalmente e são as atividades mais indicadas para serem exercitadas durante a gravidez e pós-parto.
O repouso e o relaxamento devem ser executados regularmente, pois a mulher grávida geralmente se sente mais cansada.

 
Tratamento

Se sentir dor ou desconforto nas costas, procure tratamento fisioterápico em qualquer período da gravidez. Sob a supervisão de seu obstetra, o tratamento fisioterápico para a coluna pode ser feito com cuidado, nas seguintes modalidades: calor, alongamento de cadeias musculares, orientações posturais e ergonômicas.

O uso de cinta pode ajudar a suportar o peso do abdomem, diminuir a lordose lombar e consequentemente, diminuir a pressão sobre as articulações intervertebrais da coluna lombar, prevenindo a dor lombar ou auxiliando no seu tratamento.
 
 
 
Fonte: http://www.dornascostas.com.br/gravidez_e_pos_parto.htm
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Gravidez depois dos 30

O risco é maior quando se passa dos 35 anos. Até os 30, os riscos são menores mas a lenda é verdadeira – quanto mais cedo engravidar melhor será para a mamãe e para o bebê.

A partir dos 30 anos a fertilidade se encontra em um decréscimo pois a libertação do óvulo, que dá origem ao período fértil, é cada vez menos frequente. E quanto mais avançada for a idade mas será o tempo para conseguir conceber.

A partir dos 35, a endometriose – uma doença que se caracteriza pelo crescimento das placas de tecido endometrial, que normalmente só se encontra no revestimento interno uterino (endométrio) fora do útero – também começa a ser mais comum, interferindo na capacidade de engravidar.
 
A mulher nasce com um estoque fixo de células – cerca de 2 milhões – capazes de se transformarem em óvulos ao longo de seus ciclos de fertilidade, sendo estes liberados mês a mês. Mês a mês, essa espécie de banco ovariano vai perdendo seus fundos, até que o saldo é zerado completamente, o que se dá por volta dos 45 anos – quando sobrevém a menopausa. Nos dez anos anteriores, porém, o saldo é tão suficiente que os óvulos remanescentes, já envelhecidos, dificilmente dão dividendos.

Depois dos 35 anos, a gravidez fica cada vez mais problemática, mesmo para aquelas com status normal de fertilidade – sem mencionar as que, ainda muito jovens já têm problemas de ovulação. Após essa idade, a chance de gravidez se reduz dramaticamente, ano a ano, até se tornar meramente acidental, o que impede qualquer planejamento para uma gravidez tardia.

 
Quais são os riscos em uma gravidez mais tardia?

Riscos de malformações congênitas no bebê – sendo a Síndrome de Down um dos casos mais comuns depois desta idade. Até aos 25 anos de idade, 1 em cada 1.250 mulheres pode ter um bebê com Síndrome de Down; aos 35 anos de idade, 1 em cada 400 mulheres pode ter um bebê com Síndrome de Down; aos 40 anos, 1 em cada 100 mulheres; e aos 49 anos, 1 em cada 10.

Riscos de aborto – dos 35 aos 39 anos de idade, o risco de aborto é de mais 20% do que na casa dos 20; dos 40 aos 44, o risco de aborto aumenta para 50%.

Complicações na Gravidez – a realidade é que uma mulher com 30 ou nos 40 anos de idade tem maior probabilidade de ter mais complicações com a gravidez do que uma mulher mais nova. Algumas complicações comuns são:

- diabetes gestacional
- problemas com a placenta
- parto prematuro
- feto nati-morto (morte de um feto no útero depois das 20 semanas de gestação)
- pressão sanguínea elevada
 
 
O que fazer para reduzir os riscos?
 
* Antes de engravidar peça ao seu médico para fazer um check-up à sua saúde.

* Deve fazer o teste de imunidade à rubéola e ao sarampo antes de engravidar. Se não for imune deve ser vacinada antes de engravidar. Depois da vacina deve esperar um mês para começar a tentar engravidar.

* Comece logo a ter cuidados pré-natais exímios; depois de se aconselhar com o médico peça-lhe para lhe receitar vitaminas pré-natais que incluam 400 microgramas de ácido fólico, começando a tomá-las antes de engravidar e no período inicial da gravidez, para ajudar a evitar defeitos congênitos como a espinha bífida.

* Comece a gravidez com um peso saudável.

* Tenha uma alimentação equilibrada e saudável que inclua uma variedade grande de vitaminas e de ácido fólico, incluindo cereais integrais, vegetais de folha verde, leguminosas, laranja e outras frutas ricas em vitaminas.

* Não ingira peixes ricos em mercúrio como peixe-espada, cavala ou perca. Pode comer atum enlatado (não mais de 100 gramas por semana), salmão, camarão, todos bem cozinhados.

* Não beba álcool, use drogas ilícitas ou fume.

* Cuidado com a toxoplasmose que é transmitida pelo gato.



 
Fonte: http://falamamae.com/gravidez-depois-dos-30
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Parto Humanizado

Parto Humanizado: Atenção à mulher e rápida recuperação.

Na água, de cócoras, sentada, com corte, sem analgesia, cirúrgico... As opções para ter um filho são tantas que até confundem as gestantes. Mas que tal deixar a natureza agir e apenas ter o bebê?

Desde a formação do feto, tudo muda: corpo, mente e emoções. Quando a barriga já está pesada, os movimentos mais lentos e a mãe ansiosa para ver o rostinho do neném, também se aproxima um dos momentos mais especiais: o parto.

A medicina evoluiu, mas o modo mais simples e conhecido há milênios, é ainda o mais indicado: o parto normal (vaginal), sem intervenções e da forma que deixe a gestante segura e protagonista do momento dela. Tornar o nascimento o mais natural e melhor para a mãe e para o neném é o objetivo do parto humanizado, modalidade que vem ganhando muitas adeptas no Estado.

Segundo o médico ginecologista Paulo Batistuta, referência no assunto, esse procedimento permite à mulher viver na sua integridade, de uma maneira muito ampla e rica, a experiência do parto. "Essa é a maneira que a natureza escolheu para o bebê nascer", defende Batistuta. Em entrevista, ele explica como funciona e o que representa para a mulher esse modo de trazer um filho ao mundo.


O que significa o termo parto humanizado?

O termo é utilizado pelos ativistas que buscam um maior protagonismo da mulher durante o parto e faz parte de um esforço mundial para reduzir os riscos desse atendimento.


Como ele funciona?

A maneira de parir é a mesma desde as épocas mais primitivas da humanidade. O que muda é como nós, médicos, vemos e atendemos essas mulheres. A mulher que tem a chance de ser a protagonista do seu parto pode escolher determinadas coisas que não afetam em nada na segurança e evolução do mesmo: se terá o bebê sentada, deitada ou se vai ter ou não acompanhante durante o processo. Isso permite a pessoa se sentir melhor. Também faz parte do processo de humanização o respeito que temos por essa pessoa.
 
 
Quais são os benefícios?

Do ponto de vista médico, complica menos para a mãe e para o bebê. Ainda hoje se morre de parto normal e de cesária também. O que é menos perigoso é o parto natural, humanizado. A cesariana é o que mais complica. O parto cheio de intervenções tem risco; a cesariana de todos é o que traz mais risco. Do ponto de vista emocional, não podemos esquecer que temos corpo e alma. O parto humanizado permite a mulher viver na sua integridade, de uma maneira muito ampla e rica, a experiência do parto. E essa é a maneira que a natureza escolheu para o bebê nascer. Estudos da psicologia mostram que há benefícios no desenvolvimento desse bebê. Sem contar que, após esse tipo de parto, a mulher sai andando.


As mulheres devem fazer algum tipo de preparação?

Não acredito que deva existir uma preparação muito grande para o parto. Tem que ser uma coisa muito simples, senão não dá certo. Imagine o que há de preparo para o parto do ser humano, mas e dos outros animais? A natureza já fez uma maneira para dar certo. Nós, no processo civilizatório, estamos interferindo, colocando uma série de coisas como necessárias e, às vezes, não são. Se tiver uma doula - acompanhante preparada para ajudar a mãe no parto -, será bom, mas não é obrigatório. Fazer exercício faz bem para a gestante, mas para a saída do bebê, em si, a pessoa deve deixa fluir o que é da sua natureza. Essencial é respeitar o ritmo próprio dessa mulher.


Quando se deve fazer uma intervenção?

Desde que haja um risco iminente para mãe ou bebê, faço até cesariana. Quem trabalha com parto humanizado, não conduz o parto do jeito médico. Olhar a mulher como a principal é humanizar o parto. O condenável não é fazer a cesariana, mas os excessos.


Qual é o tipo de parto mais frequente que o senhor faz?

Sentada ou de cócoras são as posições mais frequentes. A maioria das mulheres opta pela água quente no chuveiro ou na banheira para relaxar. Usamos a água como ferramenta de manejo para aliviar as dores durante o trabalho de parto. O melhor parto é o que a mulher e o bebê saem bem e felizes.
 
 
Onde fazer?

Para realizar esse tipo de procedimento é necessária uma equipe sensível a esse pensamento e uma mulher que queira. É importante a mulher conversar com o seu médico no pré-natal. O profissional tem que prestar informação de qualidade à paciente. Qualquer médico interessado pode fazer. No Hospital Santa Rita há 20 anos que trabalhamos assim. O parto humanizado é uma maneira de questionar os atendimentos às gestantes, que, em muitos casos, têm cesarianas sem necessidade.


O que impede mais partos humanizados?

Algumas maternidades e hospitais não estão preparados para fazer esse tipo de parto em larga escala. Os hospitais estão prontos para fazer cesariana. Não querem perder tempo ou não têm sala específica, só de cirurgia. Já os planos de saúde não querem pagar o tempo todo que o médico fica com a paciente em trabalho de parto. Por isso, alguns fatores desestimulam os médicos.



Fonte: http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/vida_saudavel/noticias/materia.php&cd_matia=605537
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17 de março de 2010

Você sabe Amamentar?

De quanto em quanto tempo o recém- nascido deve mamar?
Na hora que ele quiser! Exatamente, é esse pequeno quem manda agora. Logo que nasce, o leite materno inicial (o colostro) não sacia muito bem a criança, por isso eles mamam com mais freqüência. Mamadas curtas e frequentes são ideais.


Dou uma mama de cada vez?
Não, em cada amamentação, as duas mamas são oferecidas. É normal que o bebê sugue bastante a primeira e não esvazie a segunda, desta forma, na próxima mamada deve ser oferecida a mama que não foi esvaziada completamente da última vez.


Acho que o meu leite está dando diarréia no meu filho, sempre que mama ele elimina fezes amolecidas.
Calma, isso é normal. Durante o aleitamento, a criança costuma evacuar sempre após a amamentação, sendo o aspecto das fezes líquidas e de cor amarelada ou esverdeada. Porém, o contrário também não é preocupante. Eles podem passar até 6 dias sem evacuar.


Meu bebê não engorda, pelo contrário, emagreceu, será que meu leite é fraco?
A história do leite fraco é muito antiga, como é antiga a contestação. Não existe leite fraco, toda mulher produz o necessário para seu bebê, com fatores específicos e ideais para seu crescimento. Sobre o peso, saiba que o recém-nascido pode perder até 10% do peso de nascimento na primeira semana de vida, afinal, agora ele gasta mais energia que quando estava dentro do útero.



Fonte: http://www.medinforme.com/parece-simples-mas-voce-sabe-amamentar/
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Os tipos de choro

Fome: é persistente e costuma parar até que o bebê seja alimentado. Chupar os dedos e abrir e fechar a boca com as mãos sobre o peito pode ser indício de que ele está faminto.

Dor: gritos agudos seguidos de pequenos intervalos. Ele também costuma berrar alto e não descansa mesmo quando acariciado.

Cólica: choro agudo e intenso, que geralmente faz a criança esticar e encolher as pernas, tremer o queixo, ter uma expressão facial de dor e ficar com o rosto vermelho.

Sono: a criança fica nervosa, agitada, com um choro irritado.

Frio ou calor: choro parecido com o de sono, que transmite desconforto.

Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraco e estridente. Se tiver assaduras, ele pode ser mais intenso porque, daí, o pequeno sente, além do incômodo, ardor. Vale saber que nem toda criança abre o berreiro quando está com a fralda suja.

Emocional: também é conhecido como o choro “de estranhar” ou de manha. A criança precisa ser reconfortada pela família e, caso se sinta insegura, pode apresentar um choro acompanhado de soluços. Se os pais descartarem todas as possíveis causas físicas, pode ser que o bebê queira apenas chamar a atenção.
 
 
Fonte: http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/tipos-choro.php
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Cesárea é risco para Derrame

Que parto cesariano não é a melhor via para o nascimento de todas as crianças isso a gente sabe, não é? Mas agora temos mais um motivo para ficarmos mais atentas ao tipo de parto mais adorado pelas mulheres.

O medo da dor, além da negativa contribuição das amigas, mães e tias que tiveram parto cesariano e têm horror ao parto normal, fazem deste último o mais temido vilão para as amigas grávidas!

Você pode pensar: “A medicina está muito avançada, não há como ter problemas hoje em dia, prefiro cesariana mesmo!”.

De fato, vivemos em um tempo em que pequenas complicações são facilmente revertidas, além das gestantes com alto risco, como as hipertensas, poderem ter uma condução melhor da gestação. Porém, venho aqui não para listar as complicações possíveis do parto cesariano, mas sim falar de uma das últimas que saiu na literatura médica sobre isso.

Publicado pela Dra. Laurie Barclay no Medscape, um estudo de grande extensão, baseado em população, realizado em Taiwan e publicado no American Journal of Obstetrics & Gynecology sugere que o parto cesariano é um fator de risco independente para o acidente vascular encefálico, o popular derrame.

Há poucos trabalhos muito significativos que compararam o risco de derrame após os dois tipos de parto. Dr. Shiyng-Yu Lin, da Taipei Medical University , de Taiwan, declara que o acidente vascular encefálico foi selecionado como causa de morbidade e mortalidade materna durante a gestação e o puerpério.

O objetivo foi avaliar o risco do derrame no pós-parto em 3, 6, ou 12 meses após os dois tipos de parto, usando um banco de dados populacional de 1998 até 2003. AVE pós-parto entre mães que foram submetidas a cesarianas foi:

•1,67 vezes maior dentro de um período três meses após o parto
•1,61 vezes maior em seis meses após o parto
•1,49 vezes maior dentro de 12 meses após o parto


Bom, diante dos dados, não se pode desconsiderar as implicações do parto cesário nos eventos cerebrovasculares dessas mulheres. Os autores do estudo dizem: “Com base nesses resultados, uma redução nos índices de parto cesariano deve ser benéfica para a prevenção do AVE (derrame), enquanto o parto vaginal deve ser estimulado”, concluem os autores.



Fonte: http://www.medinforme.com/parto-cesariano-e-risco-para-derrame-cerebral
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Amamentar reduz a barriga!

Amamentar reduz a barriga a longo prazo, esta é mais uma razão para dar a maravilhosa maminha ao bebé! Um bónus para quem amamenta: menos barriga, décadas depois, menor risco de doenças cardíacas.

Para além de todas as vantagens que a amamentação tem para o bebé e para a mãe, investigadores descobriram agora que a boa forma das mães não se limita aos meses após o parto. As mães que amamentam têm menos gordura abdominal, um efeito ainda visível décadas depois.

Mulheres de meia idade que amamentaram de forma consistente têm em média menos 6,6 cm de cintura do que aquelas que não amamentaram. Para além da questão estética, as mulheres que amamentaram têm benefícios ao nível da saúde: a gordura mais prejudicial para as mulheres é a que se acumula na barriga e a amamentação parece de facto ser um factor de protecção para esta «gordura má».

O efeito positivo da amamentação na protecção de doenças cardíacas pode assim estar relacionado com esta diminuição de um factor de risco que é a gordura abdominal

O estudo, realizado na vai ser apresentado numa conferência sobre doenças cardiovasculares organizada pela American Heart Association.


Fonte: IOLMãe

15 de março de 2010

Shiatsu para Prematuros

Shiatsu (ou acupressão) e a massagem dos meridianos aplicado três vezes por dia durante 10 dias resultou no ganho de peso significativo entre os recém-nascidos prematuros, de acordo com pesquisas recentes.

No estudo, "Acupressure e massagem dos meridianos: efeitos combinados sobre aumento do peso corporal em crianças prematuras", 40 bebês prematuros foram aleatoriamente designados para receber o tratamento padrão, juntamente com a acupressão e a massagem dos meridianos, ou somente o tratamento padrão.

Para serem elegíveis para a participação, as crianças tinham que ter uma idade gestacional inferior a 34 semanas, uma idade de nascimento superior a sete dias e um intervalo de peso de 1.400 a 1.800 gramas, entre outros critérios.

O tratamento padrão para ambos os grupos incluíram observação minuciosa dos sinais vitais, banho diário e avaliação de peso, alimentação de três em três horas e outros métodos de rotina de cuidados para recém-nascidos prematuros.

Para os bebês designados para o grupo de acupressão e massagem, as intervenções foram realizadas três vezes por dia durante 15 minutos por sessão.

As sessões foram realizadas uma hora antes da alimentação. Cada sessão envolveu acupressão de 3 pontos: Zongwan (VC12),  Zusanli (E36) e  Yongquan (R1),
Assim como a massagem abdominal, dos meridianos do baço e do estômago, e pressão dos pontos ao longo da espinha dorsal (meridiano da bexiga).

Segundo os pesquisadores, a massagem não causou sofrimento aos bebês e centrou-se nestes pontos de acupuntura específicos para promover o desenvolvimento físico e gastrointestinal.

As medidas finais para o presente estudo incluíram o peso de cada criança e o volume de leite ingerido, ambos os quais foram medidos e registrados diariamente.

Os resultados da pesquisa revelaram não haver diferença significativa na quantidade de leite consumido entre as massagens e os grupos de tratamento padrão.

No entanto, o ganho de peso médio diário do grupo da massagem foi significativamente maior do que o ganho de peso do grupo controle.

"Como resultado de nossas descobertas, concluímos que a acupressão e a massagem dos meridianos têm um efeito significativo sobre o ganho de peso em prematuros", disseram os autores do estudo.


Autores: Li-Li Chen, Yi-Chang Su, Chia-Hsien Su, Chih-Hung Lin e Hsien-Wen Kuo.
Fontes: Escola de Enfermagem da Faculdade de Medicina Chinesa, do Departamento de Enfermagem, Departamento de Pediatria e do Instituto de Saúde Ambiental, China Medical University, Taichung, Taiwan. Originalmente publicado no Journal of Clinical Nursing (2008) 17, 1174-1181.

Copiado e traduzido de: http://www.massagemag.com/
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Grávidas devem ser vacinadas!

GRÁVIDAS e MÃES AMAMENTANDO devem ser VACINADAS contra a Gripe Z (Influenza H1N1). As grávidas são consideradas como grupo de risco para a Influenza pandêmica H1N1 porque, durante a pandemia, dentre as mulheres em idade fértil que apresentaram a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em decorrência da Influenza H1N1, 22% eram gestantes.

A vacinação para gestantes, lactentes e pessoas com doenças crônicas será realizada a partir do dia 22 de março e enquanto durar a vacinação (até 21 de maio), ou seja, serão sete semanas para mobilização da mulher grávida a buscar a sala de vacinação dos serviços de Saúde. Depois desse período, as mulheres que engravidarem poderão se vacinar.

Como será utilizada a vacina que não contém o adjuvante - substância imuno-estimulante que entra na composição de uma vacina - mulheres em qualquer idade gestacional poderão ser imunizadas. A vacina que contém o adjuvante só poderia ser administrada a partir do 2º trimestre da gravidez.

O Ministério da Saúde optou por vacinar a gestante somente com a vacina sem adjuvante por dois motivos: não atrapalhar a operacionalização da vacinação e evitar que qualquer intercorrência na gestação de mulher inadvertidamente vacinada antes do 2º trimestre da gravidez viesse a ser atribuída à vacina.

Não há risco em vacinar grávidas.


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e de acordo com os padrões de segurança declarados pelos laboratórios produtores, a vacina contra o vírus Influenza A H1N1 é segura para a gestante. Não há evidências de que a vacina possa causar dano ao feto ou afetar a capacidade reprodutiva, ou, também, sobre a ocorrência de aborto provocado pela vacina nos países em que esta foi administrada para o enfrentamento da pandemia.

A vacina é segura e já está em uso em outros países, não tendo sido observada uma relação entre o uso da vacina e a ocorrência de eventos adversos graves.

A OMS estima que foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses da vacina contra a Influenza pandêmica e até o final de novembro foram vacinadas aproximadamente 65 milhões de pessoas.

A grande maioria do que vem se apresentando se assemelha à vacina sazonal administrada em idosos, que são reações leves: dor local, febre baixa, dores musculares, que se resolvem em torno de 48 horas.

A vacina registra uma efetividade média maior que 95%.

A resposta máxima de anticorpos se observa entre o 14º e o 21º dia após a vacinação. No Brasil, está sendo utilizada a vacina injetável, administrada por via intramuscular, ou seja, com a introdução da solução dentro do tecido muscular. O Ministério da Saúde orienta que a população busque a vacina em lugares seguros e faça denúncias em caso dúvidas de sua procedência, distribuição e uso.


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14 de março de 2010

Pilates na Gestação

Ótima matéria sobre os benefícios do Pilates na Gestação pela Ft. Caroline Dias:
Toda mulher grávida passa por uma série de mudanças fisiológicas que acabam por trazer alguns incômodos durante este período. Os exercícios de Pilates reduzem desconfortos como lombalgias (dores nas costas), constipação (prisão de ventre), fadiga muscular e respiratória e inchaço nas extremidades (mãos e pés).

Com os benefícios do Pilates como aumento do tônus, da força e da resistência muscular, acrescidos da melhora no padrão respiratório o Pilates proporciona mais conforto durante toda a gestação além de facilitar a recuperação pós-parto. Porém nem todas as mulheres podem fazer Pilates durante a gestação.


"Se a mulher não estava treinando Pilates antes da gestação, não é recomendável que inicie o treinamento depois de engravidar.Mas ela poderá iniciar após o parto, pois ajudará na recuperação sem necessidade de experiência anterior." ( Romana Kryzanowska)

Mulheres que antes de engravidar tinham vida sedentária podem sofrer com baixos índices de condicionamento cardiorespiratório e dores articulares durante a realização dos exercicios se não tiver treino anterior à gestação. Porém, se mesmo assim estas iniciarem o Pilates somente após estarem grávidas, deverão iniciar com intensidade bem baixa e irem aumentando gradativamente de acordo com as condições de seu corpo, em sessões de 30 minutos três vezes por semana.
 
O ideal portanto é que a mulher já inicie o Pilates antes de engravidar, como preparação de seu corpo para receber o seu bebê. As mulheres que já faziam Pilates antes da gestação podem inclusive continuar com o mesmo nível de intensidade, pois seu corpo já é preparado para este esforço, e elas não sentirão desconfortos ou dificuldades na realização dos movimentos. Entretanto, algumas modificações podem ser necessariamente feitas dependendo do exercício a ser executado por elas.


Entre as vantagens da prática do Pilates na gravidez estão:


a gestante mantém a auto-estima;


o aumento de peso se torna limitado;


há redução das dores na coluna, das prisões de ventre, da respiração curta, da fadiga, dos enjôos e das varizes;


há redução da necesssidade do uso de analgésicos, do tempo do trabalho de parto e da necessidade de realização de uma cesariana, além da possibilidade segura de um parto natural(normal).
 
Importante ressaltar que há contra-indicação para mulheres com placenta prévia, aborto espontâneo anterior, obesidade, toxemia gravídica, diabetes, doença cardíaca e doenças da tireóide. Estas são aconselhadas a não se exercitarem de forma alguma na gravidez.
 
Muito recomendado também a associação de exercícios aeróbicos de baixo impacto na gestação como caminhadas, hidrioginástica, natação, ciclismo. Estes exercícios proporcionam pouco aumento da temperatura corporal.


Aumentos da temperatura corporal acima dos 39°, que ocorrem somente em atividades de alta intensidade, podem causar alterações na formação do bebê e devem ser avaliadas por um médico. Se a gestante mantém o mesmo nível moderado das atividades, ela não correrá risco de aumento de temperatura além do limite favorável.

Outro risco é a hipoglicemia. Mulheres hipoglicêmicas que se exercitam intensamente correm risco de parto prematura (D. Hills, 1990). É muito importante para a gestante ouvir seu próprio corpo. Sentindo alguma alteração em seu organismo o melhor é reduzir a intensidade ou o tempo de execução dos exercícios.

Existe um teste chamando "teste da fala", que é um indicador para saber se a gestante está se exercitando dentro dos limites seguros.Se durante o exercício ela fôr incapaz de falar, provavelmente o nível do exercício está muito intenso para suas condições.

O mais importante de tudo antes de iniciar Pilates na Gravidez é consultar seu médico para avaliar as chances de sucesso no programa de exercícios. CADA CORPO REAGE DE ACORDO COM SUAS CAPACIDADES.



 
Fonte: http://diriodacarol.blogspot.com/search?updated-max=2010-03-13T20%3A56%3A00-03%3A00
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12 de março de 2010

Estou na Revista Guia da Mamãe

Eu estou na Revista Guia da Mamãe - Matéria sobre Terapias Alternativas na Gravidez, falando sobre os benefícios da Massagem Terapêutica na Gravidez - Nº1, Pág.56, CasaDois Editora. Confiram!





10 de março de 2010

Meu trabalho voluntário - Post no blog Oficina de Trecos

Além de enfermeira eu também sou "Risoterapeuta"! Faço parte de um grupo voluntário chamado Risoterapia, onde visitamos semanalmente o Hospital Infantil Manoel Novaes aqui de Itabuna-BA. Para compor a caracterização da minha personagem Dra. Docinhu encomendei brincos de feltro da Oficina de Trecos da minha amiga Talita Marins.

Recomendo que olhem a página da Oficina de Trecos, tem muita coisa legal! Bolsas, blusinhas, tic-tacs, colar, brincos... muitos "trecos" lindos e personalizados!

Abaixo o link do post falando do meu trabalho como Risoterapeuta e indicando a minha página!

http://oficinadetrecos.blogspot.com/2010/03/encomenda-especial.html



8 de março de 2010

Feliz Dia da Mulher

Cólica, menstruação, hormônios, pílula, TPM. Depilação, cera quente, cera fria, fazer sobrancelha. Base, pó, rímel, batom, lápis.  Celulite, estrias, gordura localizada. Gravidez, enjôos, barrigão, parto. Nossa, o parto !!

Ser boa filha, boa mãe, boa esposa, boa avó, boa dona-de-casa, boa cozinheira, boa de cama, boa profissional...

Mulheres são seres sublimes. Absolutamente guerreiras .. têm que matar um leão por dia pra levar na boa as adversidades do mundo moderno e ao anoitecer ainda estar linda, cheirosa e toda arrumadinha!



Afinal, ser mulher não é tão fácil assim, é ?


Fui indicada pela Fisio Carol Dias

Fiquei muito feliz ao abrir ontem a noite o blog da Fisioterapeuta Caroline Dias (da Fisioclin) e encontrar minha foto e a recomendação da minha página! Aproveito para indicar também o blog dela! Carol é Fisioterapeuta especialista em Orto-traumatologia, especialista em Linfoterapia e sou Instrutora de Pilates (que eu já estou fazendo desde agora para preparar meu corpo para a minha primeira gestação!)

Em seu blog ela comenta bastante sobre os benefícios e indicações do Pilates, Reabilitação, Saúde da Mulher, Saúde do Idoso... diversos assuntos sob a ótica da fisioterapia! Vale a pena conferir e se informar na página dela:
http://www.diriodacarol.blogspot.com/


* Link direto com a minha indicação: http://diriodacarol.blogspot.com/2010/03/blog-indicado-de-hoje-enf-maylu-souza.html


O lindo estúdio de Pilates da Fisioclin:

5 de março de 2010

Pilates diminui dores do Parto

Praticar Pilates diminui as dores do parto! Manter-se em forma antes, durante e depois da gravidez é o desejo de toda mulher. As fórmulas parecem ser mágicas, mas o segredo é um só: a dedicação. Seguir as orientações do obstetra é regra absoluta, somadas a alimentação balanceada e, claro, aos famosos exercícios físicos monitorados. Musculação, dança, caminhada, tênis, entre tantos, a dúvida fica em qual escolher.

É importante lembrar as “barrigudinhas” que mais do que pensar em belas curvas, na gestação é preciso garantir a saúde do bebê e se possível facilitar o momento do parto. E são, justamente, essas as funções do método de Pilates para as futuras mamães.
 
Criado no século XX, pelo atleta alemão Joseph H. Pilates, a técnica é indicada para reabilitação e condicionamento físico geral e bem-estar. Seu sistema de exercícios melhora a flexibilidade, consciência corporal, equilíbrio e força, sem a hipertrofia muscular (crescimento dos músculos) e promove harmonia, equilíbrio, concentração e coordenação motora.


A fisioterapeuta, pós-doutoranda em Pilates na USP, especialista no Método Pilates Clássico pela Escola Canadense Stott Education Program e membro da Pilates Method Alliance (PMA) nos Estados Unidos, maior órgão representativo do método no mundo, Eliane Coutinho, recomenda que passado o primeiro trimestre as gestantes que desejam um parto tranquilo e a volta a boa forma mais rápida podem praticar Pilates. “Os exercícios fortalecem os músculos do assoalho pélvico (períneo) e resultam na maior sustentação do útero e fortalecimento do abdome. Ajuda ainda o equilíbrio entre a força de expulsão e a de contenção do feto dentro do útero”, explica.
 
Para as mulheres que já eram adeptas da atividade antes da gravidez, a especialista ressalta que a única diferença está na adaptação dos exercícios para a nova condição feminina, com exceção das gestantes consideradas de risco. “É fundamental a presença de um instrutor que conheça bem as alterações anatômicas, fisiológicas e biomecânicas da gestante”, destaca.
Mas, conforme a fisioterapeuta, a notícia que seduz as grávidas é que o método também contribui para a diminuição das dores do parto. “Com o abdome mais forte a força de contração será maior, diminuindo assim o tempo de expulsão do feto e, consequentemente, o tempo de dor”, informa Eliane.
 
 
No período do pós-parto, o Pilates também ajuda a mamãe a entrar em forma novamente. Dra. Eliane esclarece que os exercícios tornam mais rápida a recuperação do abdome, da força e da flexibilidade. Além disso, mulheres que tiveram parto normal podem retomar a rotina de exercícios após 30 dias. Já, no caso de cesariana, é preciso aguardar liberação médica. 



Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=197260
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2 de março de 2010

Lidando com a dor do parto

Pode ser obtido do companheiro, mãe, amiga, doula ou uma combinação dessas pessoas. Não sentir-se solitária nesse momento tão importante e intenso, ser cuidada com massagens, carinho e informações, tudo isso pode ser uma grande ajuda na travessia do processo do parto. É importante que você confie nas pessoas que estão a sua volta, que perceba a sintonia entre todas elas e sua genuína intenção de estarem te auxiliando no bom êxito do seu trabalho de parto. Deve haver compreensão, paciência, competência e respeito para com seus ritmos e tempos.

Silêncio, privacidade e ambiente discreto – não ter que falar durante as contrações, não ter que ouvir conversa paralela, ou vozes alteradas de comando, até sons de ambientes vizinhos, não ter pessoas entrando e saindo o tempo todo, tudo isso ajuda no trabalho de parto.

Iluminação – para a maioria das mulheres, um ambiente na penumbra ou na meia luz é mais propício ao relaxamento. Você pode fechar cortinas, usar abajures, lâmpadas mais fracas etc.

Música – para algumas mulheres a música é relaxante, para outras pode ser fonte de perturbação. O importante é que cada mulher escolha se quer ou não quer música, quando e quais músicas devem ser tocadas durante o trabalho de parto.

Velas, aromas, cores – o uso de outros elementos ambientais podem ser muito importantes individualmente. Aromas, incensos, velas, luzes de cores especiais, enfim, todo recurso ambiental é válido e não deve ser desprezado, desde que seja de escolha da parturiente, e que seja disponibilizado nos momentos e intensidades desejados por ela.

Posicionamento – algumas posições servem para corrigir apresentações inadequadas do bebê, podem aumentar o fluxo sanguíneo do útero ou podem dar mais conforto. Embora bastante óbvio, é comum médicos ou regras hospitalares restringirem a posição da parturiente, deitada de lado durante o trabalho de parto ou de costas na hora da expulsão.

Mobilidade – auxilia na mobilidade dos ossos da bacia e diminui o tempo de trabalho de parto. Também é óbvio, mas da mesma forma é comum as mulheres terem que passar o trabalho de parto deitada em macas em salas de pré-parto.

Massagem – os impulsos nervosos gerados pela massagem em determinadas regiões do corpo vão competir com as mensagens de dor que estão sendo enviadas ao cérebro, reduzindo as sensações de dor. São impulsos nervosos diferentes, competindo pelos mesmos receptores do cérebro. Essa massagem deve ser aplicada nos pés e mãos e funcionam como a técnica de contra-pressão (feita nas costas, durante a contração, na altura da borda superior da bacia). Massagens aplicadas nos ombros e pescoço são melhores entre as contrações e ajudam a relaxar. Já a massagem suave na barriga, braços e pernas dá a sensação de apoio físico e companheirismo. Todas têm grande valor.

Respiração – embora ninguém se “esqueça” de respirar, existem técnicas que ajudam a aumentar a oxigenação durante as contrações e o relaxamento durante os intervalos. Basicamente, entre contrações a respiração deve ser calma e profunda, propiciando maior relaxamento. Durante a contração, usa-se uma respiração mais acelerada, começando lenta e ficando mais curta e rápida no auge da contração (como cachorrinho), voltando aos poucos a ficar mais profunda e longa conforme a contração vai se dissolvendo. Essa respiração aumenta a oxigenação. Embora essas sejam dicas úteis para o parto, a adaptação varia de mulher para mulher e ao longo do trabalho de parto. Não exitem regras fixas, mas muitas mulheres se sentem bem ao receber essas dicas das pessoas que a estão acompanhando. Outras mantêm indutitivamente um ótimo ritmo respiratório, sem necessidade de auxílio.

Uso da água – um recurso importante, nas suas variadas formas. O chuveiro morno sobre as costas é relaxante e diminui a sensação de dor. Não há limite de tempo para a mulher permanecer no chuveiro. A água muito quente pode causar alguma queda de pressão. As banheiras comuns ou de parto também são relaxantes, podem fazer diminuir o inchaço, e diminuem a sensação de dor. O ideal é que a imersão seja feita quando a dilatação já atingiu 5 ou 6 cm, para que não haja desaceleração do trabalho de parto. Saiba mais sobre o parto na água e o uso da água no trabalho de parto.

Relaxamento – a importância do relaxamento está em não permitir que você e seu corpo lutem contra a dilatação ou contra as dores por ela provocadas. Essa luta provoca tensão, que por sua vez desacelera o trabalho de parto e provoca mais dor. É assim que o relaxamento permite que seu útero faça o trabalho. Relaxar significa entre outras coisas se desconectar dos pensamentos ruins, das preocupações, do mundo exterior. A prática da meditação durante a gravidez facilita o relaxamento na hora do trabalho de parto.

Visualização – para muitas mulheres esse recurso é importante, pois promove o relaxamento e diminui as tensões. A parturiente pode visualizar o bebê descendo pela bacia, o bebê saindo de dentro dela, seu colo se abrindo, água caindo, coisas ficando pesadas e pendentes, enfim, tudo o que tenha uma simbologia de descida e abertura.


TERAPIAS CLASSIFICADAS COMO ALTERNATIVAS

Apesar de não estar entre as terapias “cientificamente comprovadas”, têm sido largamente empregadas por diversos profissionais com resultados excelentes.

Homeopatia – Existem vários recursos em homeopatia para o trabalho de parto, para auxiliar no relaxamento, na dilatação, na indução e aceleração.

Acupuntura – pode ser usada para alívio da tensão, indução e aceleração do parto.

Cromoterapia – relaxa durante as contrações e suaviza muito as sensações fortes da expulsão, quando aplicada diretamente sobre a vulva.

Terapia Floral – abaixa o nível de ansiedade, ajuda a lidar com o medo, tranquiliza e acalma, permite uma percepção mais aguçada, reforça a resistência física e emocional.


Essas são apenas algumas das sugestões. Existem aparatos interessantes como a bola suíça, uso de óleos vegetais específicos, objetos familiares à parturiente. Preparação para o parto, leitura de livros, conversas com outras mães, também são ótimas opções. Tudo é válido quando o objetivo é proporcionar uma rica experiência de parto, que possa inaugurar com chave de ouro uma nova fase para a família envolvida.


Fonte: http://www.materlife.com.br/materlife/?p=192
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O Pai e o Pré-Natal

Hoje não se discute mais a participação do futuro pai no pré-natal da mulher grávida; aliás, diria que é imprescindível e necessário. É recomendável sempre que possível, acariciar o abdômen da mulher, dizer palavras doces e meigas no sentido de procurar uma comunicação física com o feto que está sendo gerado, transmitindo todo o seu carinho e afeto para o filho que deverá chegar em breve.

Esteja convicto que o feto esta recebendo esta comunicação e emoção transmitida. A parede do abdômen e do útero não são obstáculos para este acesso, pois está provado que o feto percebe sons, temperatura, luz e movimentos que ocorrem na parte externa próxima à parede abdominal da grávida, portanto o diálogo da mãe ou do pai com o futuro bebê é totalmente viável.

Muitos maridos passam a tratar a mulher de maneira muito diferente da habitual, como se a esposa estivesse doente, cercando sua liberdade de movimentação ou expressão.

Recomendamos que o companheiro procure ser carinhoso, atencioso, e, principalmente, mostre atração física e psicológica pela mulher, que muitas vezes se sente fisicamente menos sensual pelo estado gestacional e mudanças de seu corpo. Portanto, carinho e atenção à mulher grávida nunca são demais.

A gestação é instável do início da gravidez até o quarto mês, quando a placenta passa a funcionar plenamente, substituindo o corpo amarelo na produção dos hormônios, e também as vilosidades coriônicas na alimentação do embrião. Até atingir esta fase, é maior a possibilidade de ocorrer o aborto e realmente ele ocorre em vinte por cento das primigestas (primeira gestação) isto significa que, de cada cinco gestantes, uma vem a apresentar aborto.

Nesta fase, devido ao risco maior de sangramento e aborto, a relação sexual deverá ser delicada, sem grandes movimentos abrutalhados, e sem grandes acrobacias ou mudanças de posições ou, ainda, sem posições esdrúxulas.

A gestação é mais estável do quarto ao sétimo mês, desde que não haja placenta de implantação baixa ou placenta prévia; até o quinto mês, a posição poderá ser tipo “papai-mamãe” (o homem por cima da mulher deitada na horizontal, de barriga para cima). Do quinto mês em diante, a relação deverá ser de lado; isso é válido principalmente após o sétimo mês, devido ao risco de estimulação da contração uterina e, obviamente, de parto prematuro.

O casal deverá deitar-se de lado na cama, um em frente ao outro, em paralelo; assim, não haverá condições de um jogar o peso do corpo, cima do outro, e a penetração do pênis, sendo menos profunda, não permitirá que o membro bata no colo uterino, não estimulando, portanto, a contração uterina.

A relação não deve, também, ser muito demorada ou prolongada, pois orgasmos repetidos também estimulam a contração. Além disso, a vagina, estando tumefeita e congesta devido ao aumento da circulação e a repleção venosa, está mais sujeita a irritação, infecção (corrimento) sangramento.

Com todo o cuidado, o casal poderá ter relações até o oitavo mês e meio ou, mesmo, nas proximidades do parto. Após o parto, deverão reiniciar as atividades sexuais após quarenta dias, quando o colo uterino se encontra fechado, o sangramento pós-parto já cessou e o útero já sofreu uma boa involução.

O marido deve ter muita paciência e ser participativo, pois metade do material genético é de sua responsabilidade. A mulher, quando fica grávida, sofre modificações muito grandes na sua estrutura física, mental, psicológica e social – fica mais insegura, mais agressiva, chora com facilidade e, muitas vezes, fica cheia de caprichos e desejos.

É fácil entender estes mecanismos e atitudes, pois a mulher é semelhante a toda fêmea prenhe que quer defender a sua futura cria (ou, no caso dos ovíparos, o seu ovo). É como se o resto do universo fosse inimigo e hostil; a agressividade se volta inclusive contra o marido ou os familiares – portanto, é preciso que haja muita paciência, muito diálogo, muita atenção e muito carinho, para não se desestruturar a estabilidade já precária da gestante.

Toda vez que houver condições de o marido atender a um capricho da gestante, deverá fazê-lo, desde que não seja absurdo; neste caso, deverá dialogar com ela e mostrar a impossibilidade da execução do mesmo, e, não, recusar diretamente o pedido.

Também não deverá forçar a relação sexual, pois, na gestação, na grande maioria das vezes, existe uma diminuição da libido – nenhum animal prenhe aceita a cópula; o ser humano é o único que continua a atividade sexual em caso de gravidez.

O marido deve ter cuidado para não forçar esta situação, pois daí poderá advir conseqüências graves no relacionamento do casal e a mulher poderá se sentir humilhada, ultrajada ou, mesmo, ter a sensação de ser estuprada. Deve-se procurar, sempre, respeitar este aspecto.

O companheiro deve, sempre, conversar a respeito da gravidez, saber como a gestante se sente, ouvir suas queixas, traçar planos futuros, estimulá-Ia a atividades saudáveis e criativas como leitura, exercícios, etc.

Deve participar das massagens recomendadas para o corpo dela e, sempre que possível, em fase mais adiantada da gravidez, ajudá-Ia a se levantar ou fazer serviços para os quais ela se encontre impossibilitada, como carregar muito peso ou abaixar-se demais, poupando-lhe esforços que possam causar dor ou contração uterina.

Quando a gestante estiver sozinha, deverá, ao sair da cama, seguir a seqüência: virar de lado, colocar uma perna para fora da cama em seguida à outra e apoiar a suspensão do corpo, usando o braço de baixo.

É interessante o marido, sempre que possível, acompanhar o trabalho de parto da mulher e, também, estar presente por ocasião do nascimento do bebê, quer seja parto normal, quer seja cesárea, pois, assim, irá valorizar e enaltecer o desempenho e tudo o que a mulher passou no transcorrer da gravidez e da maternidade.

O marido deve, junto com todos os familiares, criar um ambiente calmo, alegre, receptivo e extremamente voltado a todo o apoio e segurança à grávida. Só assim ela terá uma gestação saudável sem percalços.



Fonte: http://www.materlife.com.br/materlife/?p=378
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O Mito do Leite Fraco

O peso do bebê é uma preocupação constante no dia a dia da mamãe. “Será que ele comeu bem?”, “Esse meu bebê parece muito fraquinho”, “Mamou tão pouquinho.” São questionamentos que as mamães fazem regularmente.

Algumas dicas simples sobre a alimentação dos bebês podem responder as diversas interrogações na mente dos pais.

Saiba uma verdade que se não bem informada deixa as mamães de cabelo em pé: o bebê pode perder até 10% do peso de nascimento na primeira semana de vida.

Isso porque o bebê dentro da barriga não fazia esforço nenhum e assim que nasce precisa sugar, chorar, regular a temperatura do corpo e tudo mais que o bebê faz, aliada à descida do leite da mamãe, que pode demorar alguns dias para descer ou mesmo regular a quantidade de leite que o bebê precisa.

Um mito que é muito conhecido é que o bebê não engorda porque o leite da mãe é fraco. NÃO existe leite materno fraco. Cada mãe produz o leite que seu bebê precisa e na quantidade certa. O organismo da mulher só precisa regular a quantidade de leite nos primeiros dias depois do parto.


O mito do leite fraco provavelmente apareceu quando algumas mães não posicionavam a pega do bebê ao bico adequadamente ou simplesmente ofereciam somente o primeiro leite que é mais aguado. Explicaremos melhor isso.

Para ficar bem claro o que é a “pega do bebê”. Se o bebê abocanha somente o bico da mamãe não conseguirá retirar muito leite do seio materno, pois essa não é a forma adequada. Além disso, provavelmente o bebê causará ferimentos no bico e perda de peso. As bolsinhas que guardam o leite ficam posicionadas por baixo de toda a aréola do seio e, portanto, o bebê deve abocanhar toda a aréola da mamãe para que o leite saia de maneira adequada e sustente o bebê.

Segunda explicação: primeiro leite é mais aguado. A fonoaudióloga Jamile Elias explica que logo que o bebê começa a sugar é retirado o leite materno que é mais rico em água. Por isso se diz que o bebê nos seis primeiros meses de vida não precisa nem de água. Só de leite materno.

Depois de um tempinho, o leite que é retirado (tão logo saiu o leite mais aguado) é um leite mais rico em gordura, que sustentará e dará peso ao bebê.

Neste caso, o ideal é que o bebê esvazie um peito, pois assim ele terá o leite aguado (normal ao sair logo de começo), além do mais rico um gordura, que vem depois. Se ele beber um pouquinho de um peito e um pouquinho de outro, a probabilidade é que ele beba basicamente o leite “aguado”.

O certo é colocar o bebê em um peito e deixá-lo esvaziar e só depois oferecer o outro. Desse jeito a mamãe garante que o bebê retire do peito o leite anterior, rico em água, e o posterior, rico em gordura.

Fome – Um caso típico. O bebê é colocado no berço e não demora muito para começar a chorar de fome. A mamãe pensa que o leite é fraco. Erro dela. Pois ela pode ter oferecido apenas o leite rico em água, sustentando bem pouco o bebê que chora logo de fome e pode perder peso.

O bebê pode mamar quanto quiser, mas um bebê que fica quase uma hora no peito pode perder mais peso que um bebê que fica apenas dez minutos. Por que isso acontece? O bebê que perde peso mesmo ficando muito tempo pode estar abocanhado de maneira incorreta ou fazendo o peito de chupeta. Isso gera um grande esforço e perda de calorias. Consequentemente ele perde peso.

Já o bebê que mama apenas dez minutos e ganha peso deve fazer a pega corretamente, mamar todo o leite anterior e posterior e ficar satisfeito, não fazendo mais esforço do que precisar.

Fique atenta, mamãe, a todas as informações, mas não acredite em tudo que te falam. Pergunte sempre ao especialista o que é correto e siga as orientações sem “encucar” com os mitos.


Dicas

Verifique a quantidade de xixi que seu bebê faz. Se fizer sempre e em boa quantidade quer dizer que o pequeno está mamando bem. Preocupe-se se faz pouco ou não faz xixi.

O bebê deve ganhar em média 30 gramas por dia por isso a ida ao pediatra periodicamente é importante.

Tente não escutar as opiniões de como o bebê ganhar peso de mãe, sogra, vizinha ou qualquer pessoa que te deixam confusas. Tire suas dúvidas com quem entende como o pediatra.


Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/amamentacao/meu_bebe_nao_engorda_sera_que_meu_leite_e_fraco.htm
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Sexualidade na Gravidez

Quando a mulher começa a carregar dentro de si um novo ser e se imagina na possibilidade de se tornar mãe é comum ela deixar a sexualidade de lado, principalmente por ter medo de prejudicar a saúde do feto.

Andreia Berté, 37, consultora e palestrante de artes sensuais do espaço Joanah Pink Centro Integrado da Mulher, está na segunda gravidez e acredita que as mulheres podem sim ser sensuais nessa fase. Em sua primeira gestação, isso em 2007, ela chegou a fazer um book sensual com o marido, no oitavo mês de gestação.

"Na época nem se falava em sessão de fotos sensuais, ainda mais para grávidas, lembro que minha família até achou estranho. Mas fiz para mostrar justamente que nessa fase a mulher deve curtir o seu corpo, se achar bonita, atraente e ter desejos", ressalta.

Andreia conta logo no início da gestação, sem saber que estava grávida, ela chegou a desconfiar que havia algo diferente porque sua libido estava em alta. Logo nos primeiros meses, ela sentia muita sonolência, mas tinha vontade de transar "por isso, eu e meu marido buscávamos ter relações quando eu estava bem, era o que mais influenciava no nosso relacionamento sexual", conta.

Segundo a ginecologista Rosa Maria Neme, no primeiro trimestre é comum as mulheres sentirem menos desejo por conta de sintomas desagradáveis, entre eles o medo de abortamento. Entretanto no segundo trimestre há um aumento da libido. "Às vezes sendo até maior que a vida sexual anterior à gravidez", acrescenta. Andreia conta que a gestação não muda a intensidade do orgasmo, mas o desejo é maior e a lubrificação também, assim fica mais fácil de chegar lá. "A textura vaginal fica mais macia e confortável, o que torna o sexo ainda mais prazeroso", diz.

Logo nos primeiros meses, a consultora sugere posições como a ‘papai e mamãe’ só que adaptada, quando o parceiro não se deita totalmente em cima da mulher para não pressionar o útero. Quando a mulher estiver deitada, ela também pode tentar usar um travesseiro por baixo da coluna, pois a pelve fica levantada. Ele fica de joelhos e controla a penetração.

Outra posição é a "cachorrinho". Nela, a mulher fica de quatro e de costas para que o homem ajoelhado controle a penetração. Esta postura não é confortável nos últimos meses, pois a barriga está mais pesada.

"Para dar conforto e mais movimento à mulher é legal usar uma posição do Kama Sutra, quando ele fica deitado, e ela de cócoras, de frente - o que é bom porque ela mostra os seus seios e mantém o olhar. Ela também pode ficar de costas, esta os homens gostam muito porque tem uma boa visão", explica. No último trimestre, uma das posturas mais confortáveis é quando ela fica deitada de costas para ele e o casal se encaixa de lado. Nessa hora, o travesseiro ajuda a manter a barriga apoiada.

Conforme a ginecologista, nos últimos meses o organismo da mulher está se preparando para o parto, por isso o desejo diminui devido ao mal-estar físico, cansaço, estresse, ansiedade ou mesmo devido às mudanças corporais. "Sem saber ao certo o que acontece em cada fase, muitos homens ficam pisando em ovos e tem medo de machucar as mulheres, realmente não sabem o que fazer. Muitos acreditam que a penetração pode prejudicar o feto, mais ainda, que o orgasmo pode estimular as contrações da mãe", conta Andreia.

Muitos casais ficam com receio na hora do orgasmo porque o bebê chega a se mexer no mesmo momento, mas nessa hora ele recebe uma ótima sensação de carinho, segundo a consultora. "A mulher deve assumir o controle e deixar claro o que sente, assim, juntos, eles se tornam ainda mais cúmplices e conseguem passar por essa fase sem grandes transtornos", diz

Neme explica que, após a gravidez, geralmente as mulheres permanecem por 40 dias sem atividades sexuais, um período necessário para que o útero volte ao seu tamanho normal e o tecido interno dele volte a cicatrizar. "É a hora dela explorar outras regiões do corpo para manter a intimidade do casal, buscar toques com a mão e a boca, afinal, sexo não é só penetração", indica a consultora.
 
 
Andreia lembra a recuperação é mais fácil depois de um parto normal, assim como aconteceu com ela, enquanto que na cesariana a mulher tem mais dificuldade de lidar com o corpo por conta dos pontos feitos na cirurgia. "Após o parto normal, muitas ficam se imaginando: o meu bebê saiu pelo mesmo espaço onde há a penetração sexual! A falta de lubrificação é bastante comum e a queda hormonal também, em qualquer tipo de parto", acrescenta.

Com a nova função de mãe, mulheres deixam de lado o marido, principalmente por conta da amamentação. "O hormônio que estimula a formação e ejeção do leite da mama diminui a produção de testosterona no corpo da mulher, diminuindo, consequentemente, a libido. Além disso, a mulher após o nascimento do bebê tende a ficar mais cansada pelo ritmo de vida diferente nesta fase", explica a ginecologista.

Há muitas noites em claro e várias preocupações com o bem estar do bebê. "Mas não significa que a mamãe deva deletar o seu espaço de mulher e esposa. Com o tempo, o desejo sexual volta e seu organismo já está pronto para voltar a atividade sexual, isso depois da quarentena. "Ela deve novamente se olhar como mulher, que tem o poder de sedução e lembrar que o carinho e o sexo também são sinônimos de amor e família", finaliza.

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/sexualidade-em-toda-gestacao-3-1-30-500.html?origem=twitter
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1 de março de 2010

Polidactilia

A polidactilia é o excesso de dedos nas mãos ou nos pés. Pode aparecer desde um dedo extra, completamente desenvolvido, até a de uma simples protusão carnosa. Já a sindactilia é quando dois dedos nascem parcialmente ou totalmente unidos.

Comum não é, mas nem por isso os pais devem ser preocupar. Duas das mal-formações congênitas são facilmente resolvidas com cirurgias reparadoras.

A polidactilia e a sindactilia são genéticos e hereditários, isto é, se há na família história dessas alterações, principalmente se for pai ou mãe, as crianças tem mais chances de desenvolver essas alterações.
Se na gestação se descobrir a sindactilia ou a polidactilia, é bom pedir para um médico fetal examinar o bebê. Essas alterações dos membros podem ser sintomas de alguma síndrome; quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o tratamento.


A medicina hoje, com exames avançados e ultra-som onde se consegue ver até mesmo o rostinho do bebê dentro da barriga da mamãe, pode diagnosticar várias síndromes, doenças e mal-formações congênitas desde muito cedo, até mesmo no decorrer da gestação. Não é preciso o bebê nascer para saber se ele é ou não “normal”.

Isso acontece com as mal-formações das mãos e dos pés. Desde a barriga a mamãe já sabe que seu bebê vai nascer ou com a polidactilia ou a sindactilia. Assim os pais podem se preparar para receber um bebê com uma alteração e planejar juntamente com o médico a melhor época para realizar a cirurgia reparadora.

A cirurgia para a retirada do dedo extranumerário ou a separação dos dedos é uma das cirurgias plásticas infantis mais realizadas. Mas a retirada do dedo extra não é simples. O médico deve pedir exames para verificar qual dedo tem melhor funcionamento e decidir se tem ou não que intervir nos tendões.

Os pontos importantes da realização da cirurgia precoce são o crescimento e desenvolvimento adequado dos membros afetados, além da auto-estima da criança, que quando chega à escola com dedos extras ou unidos recebem apelidos nada agradáveis, podendo interferir no processo de sociabilização e aprendizado, dependendo da característica da criança.



Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/recemnasc/meu_bebe_tem_seis_dedinhos_e_agora.htm
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Óculos para Bebês

Pesquisas apontam que já no período intra-uterino, após a formação das pálpebras, o feto já consegue ter a percepção de luz. Nos primeiros dias de vida o desenvolvimento é contínuo. “Enxergam entre 15 a 40 cm no máximo, na forma de vultos, sem detalhes e profundidade.

Apenas distinguem algumas cores, principalmente as mais fortes. À medida que crescem a visão evolui”, explica a técnica óptica, especializada em Visão Subnormal – UNICAMP e com MBA em Gestão em Saúde – UNIFESP, Anna Paula de Maria. Mas mamãe, fique calma! Com certeza o bebê irá te reconhecer através de outros sentidos, como o toque e a voz.

Oftalmologistas alertam que a visão é responsável por 80% dos estímulos dos bebês. Portanto, para ter a certeza que não há problemas no RN, como catarata e glaucoma congênitos, retinopatia da prematuridade, infecções e traumas de parto, após o nascimento é feito o Teste do Olhinho.

Segundo a Associação Americana de Oftalmologia Pediátrica, o exame ocular em crianças a princípio deve ser feito quatro vezes: logo ao nascer, aos dois e aos quatro anos e na fase pré-escolar. A partir disto, anualmente.

Com base nessa análise, a especialista ressalta as doenças genéticas visuais infantis mais comuns: a miopia (problemas de visão para longe) e o daltonismo (anomalia na diferenciação de algumas cores). Estudos afirmam que para que os tratamentos sejam eficazes, o ideal é que sejam feitos até os sete ou oito anos de idade, quando o potencial visual do bebê se assemelha ao de um adulto. Porém, é importante lembrar que quanto mais cedo, melhor.

Os óculos em alguns casos são a melhor opção, e podem ser usados desde o primeiro mês de vida. “A tecnologia em óptica atualmente esta muitíssimo avançada. O que antigamente era impossível para recém nascidos, hoje, através de pesquisas na área tornou-se comum. Anualmente, ocorrem feiras internacionais com opções e materiais de última geração sempre pensando no conforto e bem-estar das crianças e no sucesso do tratamento”, informa Anna.

O difícil é imaginar o bebê, ainda sem controle de seus movimentos, equilibrar duas lentes nos olhinhos. A especialista explica que existem dois tipos armação. A de acetato, que normalmente tem menor custo, porém seu material é um pouco mais duro. Suas hastes são presas nas orelhas para que os óculos fiquem bem adaptados. E também a de silicone, que é antialérgica, sem peças metálicas, com adaptação perfeita, pelo fato de ficar bem fixa ao rosto da criança, não deixando que ela olhe por cima dos óculos, o que prejudicaria (e muito) seu tratamento. Com qualquer um dos materiais, os pais podem escolher as cores a fim de dar mais graciosidade para o rostinho do pequeno.

Mas, lembre-se: “O oftalmologista pediátrico é o único profissional apto a prescrever óculos para crianças, sanar as suas dúvidas e cuidar da saúde visual do seu filho”, finaliza Maria.


Independente da idade da criança, fique de olho em alguns sintomas que ajudam a detectar os problemas de visão:

• Aproximação exagerada da televisão para assisti-la;

• Dores de cabeça constantes;

• Desinteresse pelos estudos;

• Franzimento da testa para leitura o para enxergar algo;

• Estrabismo (olho torto);

• Piscar muito;

• Coceira constante nos olhos

 
 
Fonte: http://semprematerna.uol.com.br/manual-bebe/para-te-ver-melhor
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Pós-Parto

O puerpério (pós-parto) é o período no qual as modificações ocorridas no organismo materno durante a gestação irão retornar ao estado pré-gravídico. Esta fase começa imediatamente após a expulsão total da placenta e das membranas ovulares (a “bolsa” que continha o líquido amniótico) e pode durar muitos meses.

“A fase do puerpério sempre deve ser acompanhada pelo obstetra. Ele poderá identificar qualquer problema que esteja ocorrendo, esclarecer as dúvidas e decidir o período correto para iniciar a contracepção”, afirma o ginecologista e obstetra Paulo Augusto Amador Pereira. Veja a seguir o que é esperado acontecer no pós-parto de acordo com o médico:


ÚTERO

Após a expulsão da placenta, o útero contrai muito e esse é um importante mecanismo para interromper o sangramento que ocorre quando a placenta se solta. Nesta fase, o útero contraído se encontra no nível da cicatriz umbilical. Em situação normal, ele continuará a regredir e ao redor do 12º dia pós-parto deverá estar nivelado com a sínfise púbica. Essa recuperação pode ser mais lenta em gestantes cujo útero sofreu uma grande distensão (por exemplo: gestação gemelar, feto muito grande, excesso de líquido amniótico), nas pacientes que não amamentam, nas pacientes submetidas à cesárea e se houver infecção uterina.


COLO DO ÚTERO

Nos casos de parto vaginal, o colo do útero estará fechado ao redor do 5º dia pós-parto em primíparas (primeiro parto) e ao redor do 10º dia nas multíparas (mais do que um parto).


VAGINA

No pós-parto imediato, a vagina encontra-se edemaciada, congesta e com grande relaxamento de suas paredes, alterações que regridem após os dois primeiros dias. A alteração mais importante é a atrofia da mucosa vaginal resultante do hipoestrogenismo, é a chamada crise vaginal, que inicia sua recuperação por volta do 25º dia, fato comum às que tiveram parto vaginal ou cesárea. O retorno da lubrificação vaginal à normalidade é individual e habitualmente retardado nas mulheres que amamentam. Embora a rugosidade da mucosa retorne gradativamente, sua redução é evidente a cada parto.


VULVA E PERÍNEO

Apresentam-se edemaciadas e congestas, retornando à normalidade rapidamente, lacerações pequenas são freqüentes e cicatrizam espontaneamente. No caso de parto vaginal, a ocorrência de botões hemorroidários é freqüente, pela congestão venosa e pela compressão provocada pela passagem do feto no canal de parto. A regressão costuma ser espontânea.


ASSOALHO PÉLVICO

A musculatura costuma sofrer distensões e lacerações que podem ocasionar distopias genitais (quando um órgão pélvico não retorna ao seu local de origem, por exemplo, a popularmente conhecida ‘bexiga caída’). Essa ocorrência é evitada com exercícios pré e pós-natal desses grupos de músculos, e com adequada assistência obstétrica ao parto.


LOQUIAÇÃO

A lóquia é a secreção eliminada no puerpério e corresponde a sangue, produtos de descamação, exsudatos e transudatos provenientes da ferida placentária (principalmente), do colo do útero e da vagina. A lóquia muda de cor no decorrer do tempo e sua quantidade vai diminuindo, sendo que a maior parte é eliminada nos primeiros cinco dias. Primeiro ela é vermelha (lochia rubra ou cruenta), dura até o quarto dia e diminui de volume com o passar do tempo. Entre o 4º e 10º dia a quantidade sangue diminui e aumenta o número de glóbulos brancos, tornando a secreção mais escurecida (lochia fusca). Após o 10º dia a coloração é amarelada (lochia flava) e progressivamente vai ficando esbranquiçada.


MENSTRUAÇÃO

O retorno do ciclo menstrual após o parto é variável, tendendo a ocorrer mais cedo nas mulheres que não amamentam (2º ou 3º mês) e mais tarde nas que amamentam exclusivamente. Algumas mulheres só voltam a menstruar depois do desmame completo.


FERTILIDADE

Logo após o parto, a mulher tem probabilidade menor de engravidar, principalmente aquelas que amamentam. Estima-se que o risco de engravidar nos primeiros 6 meses seja de 70% para as que não amamentam e de 10% para as que a amamentação exclusivamente e que ainda não voltaram a menstruar (mas deve-se frisar que esta proteção elevada só é válida diante da associação “aleitamento exclusivo e ausência de menstruação”).

A proteção causada pela amamentação se explica pelo fato de que a prolactina, hormônio produzido pela hipófise e que estimula a produção de leite, quando está em níveis elevados é capaz de causar um “bloqueio” nos ovários dificultando a ovulação. Porém, mesmo com a manutenção da lactação, os níveis de prolactina tendem a se normalizar ao redor do sexto mês e com isso o risco de engravidar aumenta.




Fonte: http://semprematerna.uol.com.br/bagagem-materna/pos-parto-organismo-voltando-forma-antiga
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