31 de janeiro de 2010

Como serão as mães do futuro?

Ao contrário do que sugere nossa imaginação acerca do futuro, o "bebê tecnológico" chegará ao mundo em um ambiente simples e familiar. A tendência é que eles continuem a nascer em quartos de hospitais, mas esses locais deverão cada vez mais se parecer com o lar dos pais do recém-chegado.

"Alguns grandes hospitais colocaram isso em prática, com o 'parto humanizado': quartos específicos para o parto natural, com banheira de hidromassagem. É uma tentativa de transformar o ambiente hospitalar em local mais hospitaleiro para a grávida", afirma Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio Libanês, de São Paulo. A família tem fácil acesso ao quarto, e o equipamento de anestesia fica propositalmente escondido atrás de móveis.

A tendência mistura componentes contraditórios. "Se, por um lado, avançam os limites da medicina, por outro lado, queremos que ela seja mais natural, sem intervenções e medicamentos", diz Nogueira. Isso poderá desaguar inclusive em uma mudança no momento do parto propiamente.

Atualmente, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mais de 80% dos nascimentos na rede privada brasileira são realizados por cirurgia cesariana. "Com a evolução da anestesia, analgesia e exame pré-natal, não haverá o estigma da dor, e a mulher se sentirá mais segura para optar pelo parto normal", afirma Eduardo Zlotinik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

Há, porém, um obstáculo a esse movimento: a idade das gestantes - cada vez mais avançada. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de mulheres que engravidaram pela primeira vez depois dos 40 anos cresceu 27% na última década. As razões já são conhecidas: "A mulher está empurrando a gravidez para os limites do seu relógio biológico. A maternidade é colocada em segunda instância em relação à carreira", analisa Nogueira. "Na década de 1990, considerávamos uma mulher de 31 anos uma gestante em idade avançada. Hoje, são as de 35. Em breve, isso vai mudar de novo", prevê o ginecologista.

A idade, é sabido, é uma inimiga da gravidez. Acrescenta dificuldades à fecundação e, quando ela acontece, provoca a gestação de risco e problemas metabólicos - complicações para o bebê e para o parto. "A mulher, então, passa a ter pressão alta, chances de desenvolver pré-eclampsia, diabetes pré-gestacional, e o risco de má-formação também é maior", diz Nogueira. Zlotinik traz ainda outra complicação, que pode agir contra o retorno ao parto natural: gestantes mais velhas tendem a ser mais gordas, o que influencia o tamanho do bebê e pode forçar uma cesariana.

O desenvolvimento médico e científico deverá também incentivar cada vez mais a realização de uma consulta "pré-concepcional". "Para a realização de exames clínicos, estabelecimento do peso adequado, indicação de atividades físicas e consumo de ácido fólico, para ajudar na formação da parte neurológica da criança", diz Zlotinik. A medicina deverá ainda incrementar as cirurgias fetais, prevenindo problemas futuros.

A idade avança, as chances de gravidez despencam e a procura pela reprodução assistida aumenta. Nos cálculos de Emerson Cordts, especialista em reprodução humana do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo, aos 40 anos, uma mulher mantém 8% de sua capacidade reprodutiva; aos 43, só 1%.

Daí, a procura pela reprodução assistida. Pesquisa realizada Universidade de Oxford junto a 1.563 clínicas de 53 países, o número de bebês que nasceram a partir de técnicas de reprodução cresceu 25% em dois anos.
A grande promessa para as mulheres que gostariam de engravidar mais tarde é o congelamento de óvulos. A técnica permite que elas preservem as células em bancos de óvulos por até vinte anos para posterior implantação. "Antes, o procedimento era muito precário, mas avançou muito nos últimos dois anos", afirma Cordts.

O recurso também é uma alternativa para vítimas de câncer, que precisam se submeter à quimioterapia e, por isso, param de produzir óvulos.

Outra técnica em estudo - aplicada em casos de exceção, mas que poderá revolucionar a reprodução assistida - é a maturação in vitro do óvulo, pela qual a célula feminina é desenvolvida fora do organismo. "Se isso progredir, seria um avanço. A mulher não precisaria ser submetida a medicação hormonal para engravidar", comenta o especialista.
 
 
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/bebes-futuro-como-serao-maes-529833.shtml
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Cuidados com a pele do recém-nascido

A chegada de um recém-nascido é sempre algo muito aguardada pela família. Se for o primeiro filho então, a expectativa é redobrada. Os cuidados com a decoração do quarto, a escolha do nome, enfim, são algumas das preocupações que os pais devem ter para que tudo esteja pronto para recebê-lo, principalmente, o enxoval e as fraudas, muitas fraudas... É nesse ponto que os pais devem ficar atentos: cuidados com a pele do bebê.

De acordo com a Dra. Carla Albuquerque, dermatologista de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os cuidados diários devem ser seguidos a risca. “É preciso que as mães tenham um esquema rotineiro regular, efetivo e freqüente de limpeza, o que minimiza a exposição da pele do bebê às fraldas sujas. Sua pele é muito sensível e vulnerável, requer higienização adequada”, orienta a dermatologista.

A especialista explica também que a pele do bebê exerce importante papel fisiológico na regulação da temperatura, como uma barreira protetora contra infecções.

Banhos com sabonete alcalinos, por exemplo, devem ser evitados, dando-se preferência aos banhos com água morna com sabonete líquido de glicerina, em pequena quantidade. E ainda, evitar o uso de cremes, loções ou talcos que podem alterar esse manto protetor.

Até o 30º dia de vida do recém-nascido são indicados apenas cremes preventivos de assaduras a cada troca de fraldas. Porém, no período “neonatal”, ela pode apresentar algumas alterações na pele. Entre elas:

Mancha mongólica: mancha cuja tonalidade pode variar do azul até o cinza, mais freqüente na região lombar e glútea. Acomete principalmente os recém-nascidos da raça negra e tende a regredir espontaneamente durante a infância;

Cútis marmorata fisiológica: manchas produzidas pela dilatação dos vasos da pele, conferindo aspecto reticulado, principalmente nas pernas dos recém-nascidos quando expostos ao frio. Esse quadro é transitório e fisiológico, regredindo espontaneamente;

Hiperplasia sebácea: são bolinhas pequenas e esbranquiçadas que surgem principalmente no dorso nasal e lábio superior. Resulta da estimulação pelos hormônios da mãe das glândulas sebáceas do recém-nascido. Não é necessário tratamento, uma vez que desaparece naturalmente após algumas semanas.

Miliária: mais conhecida como “brotoeja” é o resultado da obstrução parcial dos dutos sudoríparos da pele do recém-nascido em função de sua imaturidade. Fatores que favorecem a transpiração como roupas quentes e ambientes com baixa ventilação, tendem a piorar esse problema;

Acne neonatal: quadro semelhante à acne “espinhas” que acometem a pele da face principalmente dos bebês do sexo masculino, devido estimulação pelos hormônios da mãe. Regride espontaneamente em algumas semanas.


Agora, a Dra. Carla Albuquerque dá algumas dicas para as mamães de “primeira viagem”:

- Troque as fraldas com freqüência;


- Assegure-se de que a pele está bem limpa e seca, especialmente nas dobras e sulcos da pele;


- Aplique um creme preventivo de assaduras a cada troca de fraldas;

- Deixe, com a maior freqüência possível, a pele de seu bebê exposta ao ar fresco e ao solzinho da manhã, por 5 a 10 minutos (pode ser através de um vidro de uma janela, por exemplo).


A exposição solar na medida certa é bastante importante para a pele do recém-nascido. Estudos mostram que cinco minutos de exposição solar, três vezes por semana, são suficientes para a produção de vitamina D pelo organismo do bebê, essencial para o desenvolvimento ósseo e prevenção do raquitismo.


Não faça automedicação. Na dúvida, procure um dermatologista para uma orientação mais adequada e específica para o caso.
 
 
Fonte: http://anunes.e-familyblog.com/note/15749/cuidados-com-a-pele-do-rec%C3%A9mnascido.html
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8 passos para colocar a criança para dormir

A criança só reclama na hora de ir para a cama: esperneia, grita, xinga e dá quantas desculpas consegue imaginar antes de pegar no sono. O desgaste diário deixa muitos pais loucos. As crianças sentem muito mais sono que os adultos e precisam de noites bem dormidas para garantir um bom desenvolvimento. Há diversos fatores que prejudicam o descanso infantil, mostrando que os pais podem sim reverter essa situação.

O problema para essa aparente falta de sono está, muitas vezes, nos próprios adultos, que oferecem doses extras de energia para a criançada minutos antes da hora de dormir. Outro risco pode estar na relação, indevida, entre sono e castigo. Muitos pais acabam perdendo a paciência e tornam esse momento uma tortura. Para evitar esses errinhos, confira as dicas da psicoterapeuta.


1. Horário

Usar o relógio como guia pode ajudar seu filho a ir para cama sem problemas. Quando a criança entende que ela tem hora pré-definida para dormir, ela naturalmente programa melhor o seu tempo e passa a dividir as suas tarefas dentro do período em que, certamente, fica acordada. Isso torna seu filho uma pessoa mais organizada e com melhor desempenho durante o dia. Quando ela aprende que existe um determinado horário para dormir, as desculpas acabam desaparecendo e o próprio organismo se adapta, fazendo com sono chegue no momento certo.


2. Brincadeiras

As brincadeiras são sempre bem-vindas! Apostar nas mais leves ao final da tarde é perfeito, principalmente as que estimulem o sono, como jogos de carta. Já as atividades muito intensas e motivantes não devem ser praticadas muito próximas da hora de dormir, pois costumam tirar o sono da criança, a exemplo de videogames, internet, brincadeiras de correr e danças com músicas eletrizantes.


3. Companhia para os bocejos

Escolher um objeto que funcione como aviso da hora de dormir é uma ótima escolha. Travesseiros, fraldas e brinquedos ajudam a criançada a entender que é hora de pegar no sono. Existe criança que faz questão de dormir com seu boneco preferido ou um bichinho de pelúcia. Não faz mal algum, ao contrário afirma a especialista.


4. Ritual

Tornar a hora do sono um ritual mostra que esse momento deve ser respeitado. Seguir algumas regrinhas diárias pode ajudar como: vestir o pijama, levá-la ao banheiro, contar uma história e fazer uma oração. A ordem dá segurança para a criança e livra os pais da correria e dos gritos pelo meio da casa.


5. Feche a porta

Depois de conversar com seu filho, é só desejar boa noite e sair do quarto. Ficar esperando ele fechar os olhos não vai adiantar, ao contrário. Vendo você tão pertinho, ele não vai se entregar ao sono, vai querer conversar e até mesmo brincar. Para que ele durma, você precisa deixá-lo sozinho. Explique que vai ficar no quarto ao lado e, se acontecer qualquer problema, ele só precisa chamar.


6. Não force

Enquanto os horários não forem seguidos, paciência. Se o pequeno não apresentar nenhum sinal de sonolência, não vai adiantar deixá-lo horas no quarto. Leve a criança para dormir somente quando o sono chegar. Ficar deitado e acordado na cama por muito tempo não ajuda na qualidade do sono.


7. Proteção

Se mesmo com todas essas dicas seu pequeno não conseguir pegar no sono, é hora de partir para boa e velha conversa. Sente ao lado dele na cama e tente entender a razão para o problema. O mais importante é passar proteção e segurança, já que a maioria dos casos está relacionada com o medo e não com falta de vontade de dormir.


8. Olho aberto

Noites mal dormidas podem causar problemas na vida das crianças, como fadiga, cansaço exagerado, tensão, irritabilidade, choro fácil, queda no rendimento escolar, ansiedade, sonolência diurna, dores musculares e retraimento social. Se notar esses sintomas, agende uma consulta com o pediatra ou com um psicólogo infantil.



Po: Evelyn Vinocur é psicoterapeuta cognitivo-comportamental. Atua há mais de 30 anos na área de saúde mental de adulto e é especializada em saúde mental da infância e adolescência. http://www.evelynvinocur.com.br/
Fonte: http://www.idmed.com/
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Higiene do Coto Umbilical

O cordão umbilical era o elo entre a mamãe e o bebê quando o pequenino ainda morava na barriga dela. Pelo cordão, a mãe alimentava seu filho com nutrientes e oxigênio. Ao nascimento, o cordão é cortado a uns dois centímetros da barriga do bebê, deixando esse bebê um pouquinho mais independente da mamãe.

Esse corte na ligação entre a mamãe e o bebê pode ser um dos motivos para que exista um grande medo na hora de cuidar do coto umbilical. Outro motivo é o medo da mamãe machucar o bebê. Quanto a isso as mamães podem ficar tranqüilas, o coto umbilical, que nada mais é que o pedaço do cordão que ainda ficou no nenê, não tem terminações nervosas e por isso não dói quando a mamãe mexer.

Os cuidados com o coto umbilical são de essencial higiene quando o bebê nasce, quando o umbigo cai e alguns dias depois de cair também. A região deve permanecer seca para agilizar a cicatrização e limpa para evitar infecção.

Geralmente, o coto umbilical leva de 7 a 15 dias para se desprender da barriga do bebê, sendo que a higiene adequada agiliza o processo. Alguns recém-nascidos apresentam um umbigo grosso e gelatinoso o que poderá retardar sua queda em até 25 dias.

O  curativo do coto umbilical deve ser realizado no momento das trocas de fralda e depois do banho (deve ser higienizado pelo menos de 3x por dia!), sempre utilizando o álcool à 70 % .

Após a queda do coto pode haver um pouco de sangramento, mas isso é normal! A mãe deve continuar realizando a higienização com álcool à 70 % até que seque por completo.

A mamãe deve elevar o coto umbilical suavemente e com um chumaço ou uma haste de algodão deve limpar bem a base onde o coto se insere na barriga. Retire qualquer secreção que lá esteja e enquanto o algodão sair escuro, repita a limpeza com novo algodão. Utilize uma gaze para secar caso o coto fique molhado em excesso. Aos poucos, o coto ficará mais endurecido, seco e escuro.

Durante os cuidados, o bebê pode chorar, mas não se preocupe. O bebê não chora de dor, chora pelo incômodo da temperatura fria do álcool.


Abaixo a imagem mostra como ocorre a cicatrização do coto umbilical:




A mãe deve lavar as mãos cuidadosamente antes de fazer a higiene do coto umbilical e se possível fazer a limpeza do coto antes de trocar a fralda que pode estar contaminada pelas fezes e transportar germes para o coto.

OBS: Mercúrio ou merthiolate estão proibidos na higiene do coto, pois intoxicam e disfarçam uma possível infecção devido à cor avermelhada do mercúrio.
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Novo método de laqueadura

Chamado Filshie Clip, o clipe danifica só 4 mm da tuba. No método tradicional, em que o órgão é amarrado e cortado, a lesão é de até 5 cm. Segundo o ginecologista Waldir Modotti, professor da Unesp de Botucatu, de 20% a 35% das pacientes se arrependem da laqueadura. "Quando vamos recanalizar, precisamos do máximo possível de trompa sadia."

A eficácia do clipe é de 99,76%, e a taxa de reversão, de 90% -no caso das técnicas mais usadas no país, a chance de reversão varia de 50% a 70%.


Ele reduz a chance de ocorrer a síndrome pós-laqueadura, que traz sintomas como irregularidade menstrual e deficiência na ovulação e afeta cerca de 80% das mulheres submetidas ao método convencional.
 
Modotti estuda o Filshie Clip desde os anos 80 e propôs um meio menos invasivo de colocá-lo --por microlaparoscopia. O clipe também pode ser aplicado por laparoscopia comum, um pouco mais invasiva, ou por cirurgia aberta, mais invasiva ainda. A colocação por microlaparoscopia é ambulatorial, com anestesia local e sedação. A cicatriz também fica menor.

A mulher recebe alta no mesmo dia e pode voltar a trabalhar três dias depois. Na laqueadura convencional, a cirurgia é semelhante a uma cesárea. O clipe não precisa ser trocado -fica no corpo definitivamente.

Para Maurício Abrão, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês, a facilidade da colocação é uma vantagem. "É um avanço. Além de ser mais simples de aplicar, lesa menos a tuba e os vasos que irrigam o ovário. Seguramente a técnica vai ser disseminada no Brasil." Ele coordena o 1º Congresso Brasileiro de Endometriose e Endoscopia Ginecológica, no qual o Filshie Clip está sendo lançado.
 
Na Inglaterra e no Canadá, é a técnica escolhida para mais de 80% das laqueaduras. Médicos de outros países da Europa, dos EUA, da Austrália e da Ásia também usam o clipe, que já foi aplicado mais de 8 milhões de vezes. Até hoje, apenas um caso de rejeição foi descrito.

O Brasil é um dos países que mais fazem esterilizações --40% das mulheres optam pelo processo. O preço do Filshie Clip varia segundo a forma de aplicação. O kit com o clipe e o aplicador custa de R$ 1.000 a R$ 1.600. Na laqueadura tradicional, usa-se apenas um fio, que custa em torno de R$ 50 (fora os custos de internação).

Apesar das chances de rersão, o ginecologista Waldir Modotti pede cautela. "Não se deve usar esse método pensando em desfazê-lo. Ainda há 10% de pacientes que não conseguem obter a recanalização", alerta.
 
 
Fonte: http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&task=view&id=1030&Itemid=220
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Traumas de mamilos

A amamentação é sempre prazerosa, tanto para o bebê quanto para a mãe. Mas algumas dificuldades podem surgir pelo caminho, sim. No início da amamentação, seus mamilos podem ficar machucados. São os chamados traumas de mamilos: fissuras, bolhas e escoriações, que podem, inclusive, infeccionar. Isso não significa que você tenha de desistir de amamentar. De jeito nenhum! Com um pouquinho de paciência e seguindo recomendações de quem entende do assunto, passa logo.

No início da amamentação, os mamilos ficam mais sensíveis mesmo. Mas esses machucados só aparecem se o bebê não estiver sugando seu peito de maneira correta.

Nesses casos, quando o mamilo estiver rachado ou ferido, uma boa saída pode ser o uso de conchas protetoras para os seios. As conchas, ultramacias, são usadas sob o sutiã para proteger os mamilos de rachaduras e coletar o leite materno que estiver vazando.

Elas minimizam o atrito da boca do bebê com o mamilo da mãe. Dependendo do formato, continuam possibilitando que a criança tenha contato com a pele da mãe.




Algumas dicas bem simples também são úteis. Uma delas é assegurar-se de que seu bebê passe a fazer uma pega correta. Depois da mamada, você também pode aplicar o próprio leite do peito sobre os mamilos, deixando-os secar ao ar livre. O leite, além de deixar os mamilos protegidos, ajuda na cicatrização da pele.

O que também costuma acontecer durante a amamentação é o empedramento dos seios, quando o leite se acumula e forma caroços endurecidos. Para evitar que isso ocorra, toda vez que o peito estiver muito cheio ou pesado, esvazie-o. Pode ser tanto por meio da ordenha manual quanto com o auxílio de extratores manuais ou eletrônicos.


Fonte: http://www.revistapaisefilhos.com.br/htdocs/index.php?id_pg=112&id_txt=2648&break=4
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29 de janeiro de 2010

Aromaterapia na Gestação

Durante a gravidez a Aromaterapia pode ser utilizada de diversas maneiras para prevenir e amenizar os desconfortos, comuns neste período.

Dores nas costas, náuseas, insônia, constipação, inchaços entre outros podem ser tratados com a Aromaterapia na gravidez que auxilia também nas questões emocionais como ansiedade, medos e ainda na cicatrização no pós-parto e na amamentação insuficiente ou excessiva.

A Aromaterapia utiliza os óleos essências, substancia extraída de diversas partes das plantas e de maneira especifica em cada tipo de extração. Os óleos essenciais são óleos aromáticos, voláteis e com propriedades curativas e terapêuticas, solúveis em álcool, emulsificantes e gorduras.

Banhos, Massagens, Inalações, Escalda pés, Compressas, Óleos e Loções corporais e faciais, Hidrolatos ou spray e Cosméticos em geral são as aplicações da Aromaterapia. Os óleos minerais, derivados de petróleo e os quimicamente tratados são contra indicados para Aromaterapia e para sua aplicação em gestantes e bebês.

A aplicação dos óleos e seus procedimentos devem ser feitos de acordo com orientação profissional, levando sempre em conta as condições físicas do paciente, seu temperamento, ambiente e até possíveis alergias e gostos.
 
Fonte: http://massagemgestantes.blogspot.com/2010/01/aromaterapia-na-gravidez.html
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Cuidados na Gestação

Pele
Podem surgir manchas, oleosidade e acne? O que fazer?
Durante a gestação os hormônios femininos aumentam. A oleosidade e acne dependem da sensibilidade de cada mulher. Em algumas, o aumento da vascularização causa melhora da pele, já para outras, o efeito é exatamente contrário. Nesse caso dieta, muito líquido e uso de cremes específicos podem ajudar. Toda gestante deve usar filtro solar e evitar a exposição ao sol em excesso, principalmente porque as manchas são difíceis de desaparecer mesmo após o nascimento do bebê.


Cabelos
É verdade que eles ficam mais bonitos? Por quê? Após a gestação eles voltam ao normal?
Observa-se aumento da produção dos pêlos, em geral, e a diminuição da queda de cabelo. Durante o período pós parto, tudo volta ao que era antes. Em alguns casos há diminuição da taxa hormonal e os cabelos que não caíram durante toda a gestação são liberados de uma vez. Mas não é motivo para preocupação, com a normalização hormonal que ocorre logo após o sexto mês, o organismo se restabelece.


Olfato e paladar
O que muda? A mulher realmente sente mais desejo ou aversão por determinados alimentos?
Durante a gestação, tanto a fome como o apetite estão exarcebados. É comum a aversão a alimentos gordurosos e pode surgir a malácia (vontade de comer substâncias não convencionais). O desejo de ingerir alimentos específicos, também, pode aparecer na fase inicial da gestação, graças à presença de gonadotrofina coriônica e alterações emocionais. As teorias evolucionistas explicam que a aversão por determinados alimentos, as náuseas e os vômitos, pode ter protegido as gestantes (durante a evolução), de comerem alimentos contaminados que poderiam transmitir doenças ao feto durante sua formação.


Barriga
Por que surgem estrias? Dá para prevenir?
Na gravidez, a supra-renal aumenta sua função e ocorre aumento do cortisol, que além de diminuir a imunidade da mulher (o que a impede de rejeitar o feto no útero), pode responder pelo aparecimento de estrias. O acúmulo de tecido adiposo no abdômen, mamas e região lateral das coxas também contribuem para o efeito. Existe uma predisposição genética para o surgimento de estrias, mas o ganho de peso adequado durante a gestação, a perfeita hidratação da pele com cremes e a ingestão de líquidos podem inibir seu aparecimento.


Mamas
Quando começa a produção de leite? Quanto às mamas crescem?
As mamas sofrem modificação desde os primeiros dias, mas a produção do colostro (leite primitivo) pode ocorrer a partir do sétimo mês, sendo mais comum no final da gestação. O leite propriamente dito só começa a ser produzido até 62 horas pós-parto graças à queda do estrógeno sanguíneo. Sobre o aumento das mamas, vale lembrar que toda a rede glandular mamária termina sua diferenciação para lactação o que pode aumentar muito o volume da mama, mas esse aumento é relativo e modifica-se de mulher para mulher. Além disso, é importante ressaltar que boa parte da mama é gordura e que o ganho excessivo de peso contribui.


Coluna
O que ocorre na postura? É possível o aparecimento da lordose? Como amenizar?
Com o aumento do volume abdominal, o centro de gravidade da gestante desvia-se para frente, para compensar e conseguir não cair à lordose natural da coluna. É importante saber que a lordose é uma modificação fisiológica da gestação. O ganho de peso adequado pode amenizar o incômodo.
 
 
 
Fonte: http://semprematerna.uol.com.br/gravidez/tudo-lugar.php
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Leite Materno previne Doenças Mentais

Um recente estudo feito por pesquisadores australianos mostrou de que o leite materno protege as crianças de transtornos mentais, como: depressão, ansiedade, problemas de comportamento, etc. Eles descobriram de que os bebês amamentados por mais de seis meses tem depois uma saúde mental melhor.

Uma hipótese é que o contato com a mãe tem um efeito positivo no desenvolvimento de aspectos neuroendócrinos necessários à resposta ao estresse (fator de risco para danos psiquiátricos). Outra explicação é que o leite materno tem ácidos graxos e componentes bioativos essenciais para o desenvolvimento.

A equipe de Wendy Oddy, do Instituto Telethon de Investigação da Saúde Infantil, iniciou a pesquisa em 1989, acompanhado 2.900 mulheres na metade da gestação.

Os autores anotaram todos os dados da família e a forma de alimentação dos bebês (leite materno ou artificial) e período de amamentação. De 2.366, 11% não receberam leite do peito; 28% tomaram leite materno de seis meses a 12 meses, e 24% mais de um ano.

As mães mais jovens, com 12 anos ou menos de estudos, mais estressadas e que fumaram durante a gravidez estão no grupo que deram o peito por menos de seis meses. E, segundo os autores, um curto período de amamentação está relacioanado com aumento da incidência de doenças mentais.
 
 
Fonte: http://blog.zazou.com.br/2010/01/29/leite_materno_previne_doencas/
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Gravidez sem estrias

Um dos grandes medos das mulheres grávidas são as estrias. As estrias, alteração dermatológica comum na gravidez, são cicatrizes ocasionadas pelo rompimento das fibras elásticas e de colágeno, geradas por estiramento excessivo ou rápido da pele e por mudanças hormonais. E todos esses fatores ocorrem no período da gestação.

Um dos fatores que determam o aparecimento de estrias é a hereditariedade, mas relaxe, você não está sozinha: cerca de 70% a 90% das mulheres grávidas terão ao menos uma marquinha esbranquiçada depois da gestação.

Receitinha para evitar estrias é o que não falta. Desde a época da vovó existem dicas para driblar essas barcas, entre elas está a ineficaz aplicação de manteiga de cacau no abdômen, seios e coxas, regiões mais afetadas por essas marquinhas.

Já está clinicamente comprovado que manteiga de cacau não tem efeito algum além de um efeito placebo.

Já entre os dermatologistas, existe o conselho de que, para minimizar a estria, a vitamina E é uma das substâncias que mais tem eficácia na prevenção das estrias.

Mas não se engane: Não existe ainda um medicamento ou produto milagroso contra as estrias. O ideal é, durante a gravidez, engordar somente o recomendado para evitar o excessivo estiramento da pele. Beber muita água. Hidratar a pele por dentro também é importante.

Outra recomendação importante é ter cuidado ao utilizar o hidrante nos seios, pois é uma região sensível e os mamilos estão se preparando para a amamentação. O uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina podendo ser causa das rachaduras durante a amamentação.


Dicas para evitar estrias

Consulte um médico para qualquer substância que queira passar na sua pele durante a gravidez. Os tratamentos devem ser indicados por profissionais especializados e a maior parte deles só poderá ser realizado após o período de amamentação.


Fonte: http://www.gestantes.net/gravidez-sem-estrias/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
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Ovos fazem bem na formação do Bebê

O ovo é um alimento muito nutritivo, é excelente fonte de proteína de alta qualidade e pode fazer parte do cardápio de qualquer pessoa saudável. Considerado um alimento completo, fornece de 70 a 75 calorias, sendo aproximadamente 59 calorias na gema e 17 da clara. Possui as vitaminas, A, D, E, acido fólico, B12, B6 e B1, e os minerais ferro, fósforo e zinco.

Os benefícios do ovo estão ressaltados por apresentar boa quantidade de carotenóides, substancias antioxidantes e principalmente colina. A colina é uma substancia presente na gema do ovo, essencial para o desenvolvimento e funções cerebrais.

A colina pode de ser sintetizada pelo nosso organismo, mas não é o suficiente para atender às necessidades diárias (425mg para mulheres e 550mg para os homens), e um ovo fornece cerca de 130mg por unidade. Recomenda-se a ingestão de ovos na gestação e na lactação, para a boa formação cerebral do feto e para o desenvolvimento intelectual da criança.

A colina é imprescindível para as transmissões dos impulsos nervosos, e pesquisas indicam os efeitos positivos sobre a evolução de doenças neurodegenerativas, tais como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Outras pesquisas revelam que ela contribui para a redução dos riscos de câncer de mama.

Os ovos são excelentes alimentos e devem fazer parte da alimentação, mas como qualquer alimento consumidos sem exageros, de forma consciente para que sua ingestão seja benéfica à saúde.
 
 
Dicas Importantes:
 
* Compre sempre ovos de origem conhecida e inspecionados pelos serviços oficiais;

* Verifique a data de validade;

* Não compre ovos com casca suja, trincada ou quebrada;

* Mantenha-os em local limpo e sob refrigeração após compra-los;

* Não lave os ovos antes de coloca-los na geladeira para sua conservação;

* Deve-se evitar o armazenamento dos ovos na porta da geladeira, pois o abre e fecha da porta pode causar oscilações de temperatura e comprometer a qualidade do produto;

* Higienize os ovos somente no momento do preparo, porque pode ocorrer absorção de substancias químicas, devido a porosidade da casca;

* Não quebre o ovo nas bordas do recipiente onde eles serão colocados, porque pode ocorrer contaminação cruzada;

* Não separe as claras das gemas com a própria casca do ovo, para evitar contaminação e presença de fragmentos de cascas;

* Mantenha os pratos com os ovos sob refrigeração para manter a integridade das preparações;

* Não coma ovos crus e preparações que levem ovos crus, como medida preventiva à salmonelose;

* A quantidade de nutrientes é semelhante nos ovos de coloração vermelha ou branca, apenas identifica a raça da galinha;

* Ovos frescos apresentam a clara espessa e viscosa, a gema redonda, firme e centralizada;

* Em algumas preparações os ovos atuam como agente espessante, em outras como agente de levedação.

 
Fonte:
http://gravidezonline.com/gravidez/2009/11/01/ovos-fazem-bem-para-a-formacao-do-bebe
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28 de janeiro de 2010

Minha entrevista no Alerta Total



Estive ao vivo no programa Alerta Total (Record News) dia 20/01 falando sobre cuidados com o recém-nascido, aleitamento materno e shantala. Aqui estão 2 trechos dessa entrevista:

* Entrevista - Parte 1

* Entrevista - Parte 2

Você também pode assistir pelo Youtube.com/EnfermeiraMaylu

Emoções do Pai na Gestação


Saiba lidar com os nove meses e o pós-parto dele e tirar proveito das dificuldades para melhorar a relação.

* Não é fácil: a gravidez é algo que acontece concretamente para a mulher e apenas emocionalmente para o homem. E o bebê, por mais que ele troque fraldas, necessita muito mais da mãe. Por isso, o primeiro passo para que ele participe mais dessas duas fases é você realmente querer isso. E dar espaço.

* Outro passo importante é saber, desde já, que a maneira dele fazer as coisas será diferente da sua. Desde a forma de encarar os nove meses até o jeito de dar banho. E não está errado, é apenas diferente. Isso será muito bom para o seu filho. Ele aprenderá desde cedo que existem várias formas de se viver.

* Ir nas consultas, acompanhar os ultrassons, saber o que você está sentindo. É assim que ele pode ficar mais perto durante os nove meses. Fique aberta para escutar também o que ele pensa, mesmo que seja muito diferente. Assim, os dois mantêm um canal de comunicação.

* Deixe ele tocar, conversar, massagear sua barriga. E não fique com receio dele não gostar do seu novo corpo. Os homens aceitam muito mais as transformações da gravidez do que as mulheres.

* Sexo pode não ser algo tão importante para você nessa fase. Mas vai continuar sendo para ele. Vocês terão de conversar e achar um meio-termo. E depois que o bebê nascer, acredite, o ato pode ficar até melhor, já que vocês terão muito mais intimidade. O segredo é se organizar, não deixar a sexualidade desaparecer da relação e aproveitar as brechas de tempo.

* É ele quem vai lembrá-la que existe uma vida além de você e o bebê. Aceite as propostas de saírem um pouco de casa, de verem os amigos, de falarem sobre outros assuntos que não sejam crianças.

* Filhos trarão muitas, muitas mudanças na relação de vocês. Vai mudar a rotina da casa, o jeito de fazer as coisas, os programas, o vínculo com as pessoas. Conversas e sinceridade são as melhores formas de passar por isso e fortalecer a família.
 
 
 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI84872-10582,00-COMO+ENCARAR+AS+EMOCOES+DO+PAI+DURANTE+A+GESTACAO.html
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Sabor de alimento passa para Leite Materno


Uma pesquisa da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, indica que o sabor de alimentos consumidos pela mãe durante o período de amamentação passa para o leite materno em questão de minutos.


No estudo, publicado na revista New Scientist, os cientistas pediram a 18 mulheres que fornecessem amostras de leite materno antes e depois de consumirem cápsulas com sabores distintos.

Segundo a pesquisa, o sabor de banana pôde ser detectado por uma hora após o consumo. O gosto de mentol durou oito horas.

De acordo com o experimento, os sabores de alcaçuz e sementes de cominho atingiram o máximo de concentração no leite materno em uma média de duas horas depois do consumo. Além disso, os pesquisadores verificaram que os sabores de frutas não-cítricas alteraram o sabor do leite materno apenas levemente, e que os elementos químicos presentes na cenoura e nas frutas cítricas produziram mudanças mais visíveis.


Preparação

Helene Hausner, que liderou a pesquisa, afirmou que os resultados preliminares sugerem que uma variação de sabores no leite materno pode fazer com que o bebê aceite melhor novos sabores.

"A amamentação pode preparar a criança para mudanças de sabores quando elas começarem a ingerir alimentos sólidos", disse. Ela acrescentou que mães que utilizam leite em pó podem conseguir o mesmo efeito se mudarem a marca de vez em quando.

Para a pesquisadora britânica Gill Rapley, o estudo demonstra que as mães não precisam ficar excessivamente preocupadas se sua dieta é capaz de prejudicar a saúde do bebê, já que os sabores dos alimentos desaparecem rapidamente do leite materno. Nas observações feitas pelo estudo da Universidade de Copenhague, o gosto do leite materno mudou apenas por algumas horas na maioria dos casos.



Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080724_amamentacaosaboresfn.shtml
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Adaptação ao cotidiano de mãe


* Um bom mantra para quando você chegar em casa com o bebê é: o primeiro mês não dura para sempre. Repita várias vezes ao dia porque, sim, ele vai parecer eterno! Tudo ficará meio confuso, principalmente porque você não terá muito tempo para dormir e ainda estará descobrindo a rotina com o seu filho.

* A regra clássica é: durma entre as mamadas. Recém nascidos praticamente só mamam e dormem. Depois que ele dormir, deite também. Tente isso na maioria dos intervalos. Naqueles em que você estiver mais descansada, aproveite para tomar banho, comer...

* Tenha alguém para ajudar com o bebê. Pode ser o pai, sua mãe, sua irmã, a melhor amiga. O importante é não se sentir sozinha e dividir as responsabilidades. Algumas decisões são mais fáceis de serem tomadas a dois, como o que fazer no caso de febre.

* Também escolha uma pessoa, se possível, para ajudar na casa. Ver a sala arrumada e a cozinha em ordem dará uma sensação maravilhosa de controle sobre sua vida.

* Combine para que ele acorde nas mamadas noturnas, faça companhia e ajude se você estiver muito cansada. Isso faz bastante diferença.

* Tire o pijama todos os dias de manhã, por mais que isso lhe pareça sem sentido no momento. E não vale colocar outro. Escolha uma roupa confortável, penteie o cabelo e renove suas energias.

* Não se acanhe de adiar as visitas. Uma boa ideia é receber apenas os mais chegados, aqueles que não terá problemas de mandar embora ou pedir socorro se o bebê tiver uma crise de cólicas.

* Esses primeiros meses vão acabar. Quando menos espera, a rotina já se estabeleceu e você organizará melhor seu tempo, com momentos para relaxar, passear um pouco, conseguir enxergar sua casa novamente.
 
 
 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI84879-10586,00-A+ADAPTACAO+DA+GRAVIDA+AO+COTIDIANO+DE+MAE.html
 
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27 de janeiro de 2010

Uso do celular na Gravidez


Estudo liga uso de celular na gravidez a hiperatividade em criança. Mulheres grávidas que usam telefone celular podem ter mais chances de ter filhos com problemas de comportamento como hiperatividade, segundo um estudo realizado em conjunto pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e a Universidade de Aarhus, na Dinamarca.

estudo constatou que filhos de mães que usavam o celular pelo menos duas ou três vezes ao dia durante a gravidez estavam mais propensos a ter problemas de comportamento como hiperatividade e dificuldades para lidar com emoções e relacionamentos ao chegar à idade escolar.

A pesquisa constatou ainda que crianças que usam o celular antes dos sete anos de idade correm mais riscos de ter problemas de comportamento.
Mas os próprios autores da pesquisa afirmam que os resultados foram inesperados e devem ser interpretados com cuidado.

Mães de 13.159 crianças haviam sido recrutadas ainda durante a gravidez. Quando seus filhos completaram sete anos, em 2005 e 2006, elas responderam um questionário sobre a saúde e o comportamento das crianças e sobre o uso do celular durante e após a gravidez e pelos filhos.

Os resultados revelaram que as mães que usavam o celular tinham 54% mais chances de ter filhos com problemas comportamentais, e os riscos pareciam aumentar se o uso era mais freqüente. Quando as próprias crianças também usavam o celular antes de completar sete anos, elas tinham, em média, 80% mais risco de ter dificuldades de comportamento.

Precaução
Os autores da pesquisa lembram que esse é o primeiro estudo do tipo e que é necessário pesquisar mais o assunto para estabelecer se a causa dos problemas comportamentais foi, de fato, o uso do celular.

Os pesquisadores afirmam, por exemplo, que os problemas comportamentais podem não ser resultado da radiação emitida pelo aparelho, mas, sim, estarem associados à pouca atenção dada à criança pela mãe que usa o celular com muita freqüencia.

Se isso for comprovado, dizem os especialistas, "o assunto será uma questão de preocupação em termos de saúde pública devido ao uso generalizado da tecnologia." O estudo será publicado em julho na revista especializada Epidemiology.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080519_gravidezcelular_mp.shtml
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Gravidez x Câncer de Mama


Os hormônios produzidos durante a gravidez induzem uma proteína que inibe o crescimento do câncer de mama, segundo uma pesquisa publicada pela revista "Cancer Prevention Research".

"Os hormônios, como o estrogênio, induzem a alfa-fetoproteína (AFP) que poderia ser um agente bem tolerado para o tratamento e a prevenção do câncer de mama", disse Herbert Jacobson, que liderou a pesquisa.

Jacobson é pesquisador no Centro para Doenças Imunológicas e Microbianas no Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Ciências Reprodutivas do Colégio Médico Albany, em Nova York.

Hormônios liberados durante a gravidez, como o estrogênio, progesterona e a gonadotrofina coriônica, reduzem o risco de que a mulher desenvolva câncer de mama

"O corpo tem sistemas naturais de defesa contra o câncer de mama. O que se precisa é o manejo seguro da AFP e seu desenvolvimento em um composto que possa ser usado para proteger as mulheres do câncer de mama", disse.

Estudos recentes mostraram que os hormônios liberados durante a gravidez, como o estrogênio, progesterona e a gonadotrofina coriônica humana, reduzem o risco de que a mulher desenvolva câncer de mama.

A AFP é uma proteína produzida normalmente pelo fígado e pela vesícula vitelina que envolve e nutre o feto nas primeiras semanas de sua gestação.

Jacobson e seus colegas procuraram determinar se a administração de hormônios da gravidez a ratas expostas a agentes cancerígenos as levava à produção da AFP, o que, por sua vez, causa o efeito protetor.

Os resultados do estudo mostraram que o tratamento com estrogênio e progesterona, estrogênio sozinho ou gonadotrofina coriônica humana reduz a incidência de câncer de mama nos ratos.

Além disso, os pesquisadores notaram que cada um destes tratamentos elevou o nível de AFP no sangue e inibia diretamente o crescimento das células de câncer de mama em cultivos, o que indica que estes hormônios da gravidez servem para prevenir essa doença.

Powel Brown, editor da publicação da Associação Americana para a Prevenção do Câncer, disse que "os pesquisadores não mostraram diretamente a atividade preventiva do câncer da AFP, mas encontraram uma associação destes hormônios na prevenção dos tumores de mama".


Fonte: UOL Ciência e Saúde
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26 de janeiro de 2010

Induzir naturalmente o Parto


Você está chegando na 40ª semana e nada de sintomas ou sinais de trabalho de parto? Não se desespere, você não terá passado da hora enquanto não se passarem 42 semanas.

Também serve para o caso de você estar com contrações não ritmadas, para fazer com que você chegue ao hospital “no ponto”, caso contrário, eles podem te mandar de volta pra casa, ou te colocarem no soro sintético para induzir (que causam dores realmente insuportáveis, bem diferentes das dores naturais)
Aqui reunimos algumas dicas simples e naturais que ajudam a induzir o trabalho de parto.

A partir de 38/39 semanas, é possível fazer algumas coisas que podem ajudar a desencadear o trabalho de parto. Elas só terão efeito, se o colo estiver maduro. Do contrário, não resolvem muita coisa. Então, também são inócuas.

•caminhadas e alongamentos


•banhos bem quentes, de preferência com imersão.


•comidas apimentadas


•sexo com ejaculação



A caminhada (o movimento, na verdade) ajuda no encaixe do bebê e no relaxamento das articulações e da pelve.

Acocorar, ficar de quatro, alongar-se, também ajuda.


O banho quente pode desencadear o trabalho de parto pelo efeito relaxante que a água tem na mulher.

Muitas vezes a mulher ’segura’ o bebê por medo de se tornar mãe, medo do parto, medo da transição. O banho quente (chuveiro, banheira, etc), tomado com tranquilidade ajuda a relaxar, a desligar-se das preocupações que estão atormentando e pode liberar o processo que a cabeça está bloqueando.



A comida apimentada pode ajudar a desencadear o trabalho de parto por dois motivos:

Primeiro porque pimenta tem um efeito laxante na maioria das pessoas e a diarréia pode “acordar” as fibras uterinas e iniciar algumas contrações. E como o processo do parto é retroalimentado…ou seja, quanto mais contrações o útero tem, mais ocitocina ele produz e mais contrações ele tem isso faria com que ele “pegasse no tranco”.

Segundo por que existe uma crença que a pimenta contém uma substância que aumenta a produção de endorfina que ajuda a relaxar e quando a endorfina aumenta, a adrenalina (que impede o início e o progresso do trabalho de parto) abaixa.



O sexo pode desencadear o trabalho de parto por dois motivos:

Primeiro o orgasmo faz com que o útero se contraia… Se você está tendo oportunidade de ter orgasmos, seja por masturbação, seja por sexo, vai notar que a barriga fica durinha, durinha quando você goza. Isso é absolutamente sem riscos e inócuo num útero imaturo (antes de 39 semanas) porque a gente tem uma contração (no máximo duas) depois de gozar e pronto! Mas quando o útero está perto de parir, ele aumenta os receptores de ocitocina e essa pequena descarga pode fazer ele “pegar no tranco”, além de relaxar bastante né?

Outro fator desencadeador do trabalho de parto no sexo é a prostaglandina que o sêmem do homem. Essa prostaglandina durante a gestação não não faz diferença nenhuma, mas no final, o útero está sensível a esses hormônios e pode desencadear o trabalho de parto.

 
Fonte: http://gravidezonline.com/gravidez/2010/01/17/dicas-para-induzir-trabalho-de-parto-naturalmente/
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A Dor do Parto faz bem!


A dor do parto tem uma série de efeitos benéficos para a mulher e para o bebê que são anulados quando a paciente opta por dar à luz com anestesia epidural, embora a técnica seja útil e imprescindível em alguns casos.

É o que afirma Denish Walsh, obstetra e professor da Universidade de Nottingham, em artigo publicado na revista “Evidence Based Midwifery” no qual explica que a dor é um rito de transição que ajuda a regular o parto.

Segundo Walsh, além de contribuir claramente com a fisiologia do parto, ajuda a fortalecer o vínculo entre a mãe e o filho e prepara a mulher para as responsabilidades da maternidade.

Sem menosprezar o valor da anestesia epidural, que pode ser fundamental em alguns casos, o professor aponta que seu uso aumentou muito nos últimos 20 anos, apesar da disponibilidade de outras alternativas menos invasivas contra a dor.

Entre as vantagens de optar por um parto natural, além de razões médicas, está o prazer desse rito fisiológico que culmina com o nascimento do bebê, junto ao fato de que a própria dor induz à liberação de endorfinas, que dão uma sensação de euforia e bem-estar, destaca o especialista.

Walsh afirma que alguns estudos demonstraram que a anestesia epidural aumenta a probabilidade de ter que induzir as contrações com tratamentos hormonais e é mais frequente o uso de fórceps para ajudar a saída do bebê. No Reino Unido, o uso da anestesia aumentou 17%, entre 1989 e 1990, e 33%, de 2007 para 2008. O professor recomenda ao Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) outras alternativas de alívio à dor como ioga, massagem e tratamentos em piscinas.


Fonte: Folha Online
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Atividade física, Alimentação e sexualidade


A gravidez é um momento único na vida da mulher. Mas, logo após receber a notícia de que está gerando uma criança, surgem algumas dúvidas sobre a rotina e os hábitos que podem ser mantidos ou devem ser alterados. “Há risco de abortar se continuar a fazer exercícios físicos?”, “será que estou me alimentando corretamente?” ou “posso continuar a ter uma vida sexual ativa?”, dentre várias outras questões.

“É comum a mulher ficar confusa como relação ao ritmo de vida nessa época. Afinal, ela deseja fazer o melhor para que ela e o bebê tenham qualidade de vida durante a gravidez”, explica a ginecologista, Rosa Maria Neme, graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com residência médica e doutorado em Medicina na área de Ginecologia pela Universidade de São Paulo e Diretora do Centro de Endometriose São Paulo, primeira clínica de São Paulo especializada no tratamento da doença.

Dra. Rosa Neme esclarece dúvidas para uma gravidez tranquila, sem ter de abrir mão de seus hábitos e rotina.


1- A mulher que tem um ritmo intenso nas atividades físicas precisa dar uma pausa nos três primeiros meses ou pode dar continuidade com exercícios leves?

A mulher grávida pode e deve manter os exercícios, porém com intensidade menor no início da gravidez, a não ser que tenha alguma contra-indicação, como sangramentos, dores importantes. Por isso, deve seguir as orientações do médico que acompanha o pré-natal.


2- É importante a gestante ter uma atividade física? Qual a mais indicada?

É muito importante. A atividade física mantém o condicionamento físico da gestante, ajuda no controle de peso e diminui a chance de desenvolvimento de doenças na gestação, como o diabetes gestacional. Indica-se sempre exercícios orientados por um profissional, sempre com uso de frequencímetro. Os mais indicados são a hidroginástica, yoga, pilates, exercícios aeróbicos leves e musculação com pequenas cargas.


3- Antes de engravidar, a mulher tem um corpo torneado e deseja mantê-lo durante a gravidez. Ela pode malhar até que fase?

Ela poderá malhar durante toda a gestação, mas os exercícios devem ser acompanhados por um profissional. Na musculação, devem ser diminuídos os pesos e restringidos alguns exercícios. Na parte aeróbica, deve-se ter um controle bastante rigoroso da frequência cardíaca.


4- No último trimestre, as pernas costumam ficar mais inchadas e pesadas. Por conta disso, há algum tipo de atividade física mais indicada para este período?


Idealmente nessa fase, recomenda-se exercícios aeróbicos leves e principalmente diminuição da quantidade de sal ingerido na dieta e realização de drenagem linfática pelo menos 2 a 3 vezes por semana.


5- Que tipo de alimentação a gestante deve manter para evitar o ganho excessivo de peso, inchar ou provocar algum distúrbio no bebê?

A gestante deve buscar de preferência sempre o auxílio de uma nutricionista, que indicará alimentos saudáveis, com pouca quantidade de sal e hipocalóricos.


6- Existe alguma dieta que ajuda a evitar o aparecimento de estrias?

Dieta, não. Idealmente a gestante deve procurar engordar no máximo 10 quilos durante a gravidez, o que já ajuda a evitar o aparecimento das estrias. Outro fator que pode ajudar é manter a hidratação pelo menos 2 vezes ao dia de áreas mais frequentes de aparecimento, como mamas, barriga e bumbum. Fora isso, resta o fator genético, aonde algumas gestantes têm mais predisposição que outras.


7- Qual o principal mito em relação ao sexo durante a gravidez?

O principal mito é que a relação sexual é proibida na gestação, porque pode interferir na evolução do bebê, causar parto prematuro ou machucar o bebê.


8- Como fica o apetite sexual da mulher durante a gravidez?

O desejo sexual muda muito nas diferentes fases da gravidez. No primeiro e terceiro trimestres, há uma diminuição do desejo e atividade sexual. No segundo trimestre, nota-se um aumento do apetite sexual nas grávidas.


9- É mais comum mesmo elas verem o desejo sexual diminuir? Por que isso acontece?

No primeiro, esta diminuição está relacionada com sintomas desagradáveis, como o medo de abortamento, medo de machucar o bebê e as mudanças físicas e psíquicas às quais o casal deve se adaptar.

No segundo trimestre, há um aumento do desejo sexual, às vezes sendo até maior que o desejo e resposta sexual da vida sexual anterior à gravidez.

Já no terceiro trimestre, a diminuição do desejo acontece pelo mal-estar físico, cansaço, o estresse, ansiedade, o incômodo no momento do coito e as mudanças no corpo que podem prejudicar o desejo sexual, já que a mulher pode se sentir menos desejada, por causa do medo de ser rejeitada.


10- Existem restrições para a atividade sexual no período de gestação?

Não. Inclusive, isto proporciona uma maior interação entre o casal durante esta fase.


11- Há algum tipo de influência para o feto quando o casal faz sexo durante a gravidez? Existe algum período em que o sexo seja contra-indicado?

Não. Há situações que ele é proscrito para estas mulheres, mas somente em situações que coloquem em risco o bem estar da gestação, como por exemplo, nas ameaças de abortamento ou de trabalho de parto prematuro.


12- E o sexo após a gravidez? É preciso um período de abstinência? Como retomar a vida sexual?

Em geral, solicitamos uma restrição de 40 dias para retorno às atividades sexuais, já que o útero está voltando a seu tamanho normal e o tecido de dentro do útero está cicatrizando.


13- Após o nascimento do bebê, muitas mulheres notam uma redução do desejo sexual. É normal? O que deve ser feito para melhorar?

Isto é normal acontecer, principalmente nas mulheres que amamentam. O hormônio que estimula a formação e ejeção do leite da mama diminui a produção de testosterona no corpo da mulher, diminuindo, consequentemente, a libido. Além disso, a mulher após o nascimento do bebê tende a ficar mais cansada pelo ritmo de vida diferente nesta fase.


14- Qual é a melhor maneira de conversar com o parceiro sobre esse assunto?

Idealmente isto deve ser abordado pelo médico obstetra na frente do marido, mostrando que não se trata apenas de uma “má vontade” da mulher em ter relações e que o problema é realmente fisiológico (por alteração do hormônio). Além disso, a mulher deve conversar com o parceiro sobre isto.


15- Durante quanto tempo essa situação tende a continuar (a falta de libido) e como melhorar essa situação?

A falta de libido pode persistir até a parada da amamentação. Eventualmente podem ser prescritos medicamentos naturais que aumentam um pouco a libido, permitindo que o casal tenha uma vida sexual relativamente frequente. Praticar exercícios físicos que diminuem a sensação de cansaço e aumentam um pouco a produção da testosterona também é indicado.
 
 
 
Fonte: http://semprematerna.uol.com.br/gravidez/atividade-fisica-alimentacao-sexualidade?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
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Preparando os seios na gravidez


Durante a gravidez você não precisa preparar seus seios para a amamentação, porque eles já estão prontos. Esse processo começa na puberdade, quando o tecido da aréola (parte mais escura) começa a crescer. E, na gestação, o próprio organismo prepara os seios para que eles fiquem mais fortes para resistir à sucção do bebê.

Por essa razão as aréolas ficam mais escuras: estão mais resistentes. Aparecem também os tubérculos de Montgomery, glândulas que produzem uma secreção lubrificante e que protege o mamilo e a aréola.

Alguns médicos costumam dizer para as mulheres preparar os seios com banhos de sol ou esfregando-os com buchas, mas pesquisas demonstraram que essas ações podem deixar os seios mais sensíveis e provocar reações alérgicas. Hoje, algumas maternidades fornecem pomadas especiais, à base de lanolina pura, que ajudam a cicatrizar rachaduras. Você também acha em lojas de produtos para bebês.

Algumas mulheres apresentam mamilos invertidos ou muito planos, o que pode dificultar que o bebê consiga sugar o leite. Mas existem instrumentos que ajudam a mãe nesse sentido.

Em alguns casos, a mulher pode usar um corretor durante a gravidez, que ajuda na formação do mamilo. Eles são aconselhados tanto para casos de mamilos planos como para os invertidos. Esses instrumentos devem ser indicados por profissionais de saúde e são vetados no período final da gravidez, pois estimular os seios pode desencadear parto prematuro.

Higiene na medida certa

Não é recomendado limpar os mamilos antes ou após amamentar. Isso remove a lubrificação natural da pele, deixando-a mais sensível e propensa a lesões. O ideal é que a higiene seja feita no banho. Na hora de hidratar sua pele, evite passar cremes nos mamilos, pois pode deixar a pele mais sensível. Troque seu sutiã – especial pra amamentar – por outro limpo uma vez ao dia. O ideal é ter três sutiãs: um em uso, outro lavando e o terceiro pronto para ser usado.
 
 
Fonte: http://www.revistapaisefilhos.com.br/htdocs/index.php?id_pg=112&id_txt=2648&break=2
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24 de janeiro de 2010

Licença-maternidade de 6 meses começa amanhã

A partir de amanhã as empresas poderão aderir ao programa que permite a ampliação da licença-maternidade de 4 para 6 meses. A concessão do benefício é uma opção da empresa, que poderá abater a despesa do Imposto de Renda.

Depois da adesão, a funcionária tem um prazo de 30 dias após o nascimento da criança para requerer a ampliação. Ela tem direito ao salário integral. A medida também vale para casos de adoção. O objetivo é garantir o aleitamento e o bom desenvolvimento do bebê.

A regulamentação do benefício foi publicada ontem no Diário Oficial da União, mais de um ano após o Congresso aprovar a lei que criou o programa Empresa Cidadã, ampliando o prazo para seis meses. As vantagens fiscais, no entanto, estão limitadas às empresas que fazem a declaração do Imposto de Renda pelo sistema de lucro real, o que reduz o alcance da medida.

No Brasil, cerca de 150 mil empresas se enquadram nessa categoria, a maioria é grande corporação. Segundo o coordenador de cobrança da Receita, João Paulo Martins, elas empregam cerca de 40% da mão de obra feminina do País. As empresas incluídas no Simples ou no sistema de lucro presumido não têm como abater a despesa.

Durante os quatro primeiros meses da licença, o salário é pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os outros dois pela empresa. A despesa que a empresa tiver com a licença-maternidade nos dois últimos meses poderá ser descontada na hora da declaração anual do IR. Segundo a Receita, a medida representará redução de R$ 414 milhões na arrecadação em 2010. Para aderir ao programa, a empresa precisa se cadastrar no site da Receita na internet. A funcionária deve pedir o benefício diretamente à empresa.


Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1460068-5598,00-LICENCAMATERNIDADE+DE+MESES+COMECA+NA+SEGUNDA.html
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20 de janeiro de 2010

18 de janeiro de 2010

Projeto do “Teste do Olhinho” do PET-Medicina da UFC


O Teste do Reflexo Vermelho, também conhecido como “Teste do Olhinho”, é exame extremamente simples, mas capaz de identificar a presença de diversas enfermidades visuais como a catarata congênita e o glaucoma.

Método: Este teste baseia-se na percepção do reflexo vermelho que aparece ao ser incidido um feixe de luz sob a superfície retiniana. Para que este reflexo possa ser visto, é necessário que o eixo óptico esteja livre, isto é, sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz pelo orifício pupilar.




O projeto "Divulgação e Treinamento do Teste do Reflexo em Recém-Nascidos como Estratégia Política em Defesa da Saúde Ocular Infantil no Ceará", do PET-Medicina da UFC, coordenado pelo Prof. Pedro Jorge Caldas Magalhães, foi o vencedor do Prêmio Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, do Ministério da Saúde.Em sua oitava edição, o certame recebeu 455 inscrições para cinco categorias , dos quais 97 foram escolhidos como finalistas, e entre estes, os cinco vencedores.

O teste não é um método invasivo , sendo realizado apenas com um Oftalmoscópio Direto (equipamento portátil e de baixo custo), e constitui ação preventiva extremamente adequada, pois os exames de investigação são baratos, de fácil realização, requerem um tempo bastante curto (em média 15 segundos) e podem ser realizados pelo pediatra ou por qualquer integrante treinado da equipe multiprofissional de saúde.

 
 
Fonte: http://pet-ufc-cariri.blogspot.com/2009/12/projeto-do-teste-do-olhinho-do-pet.html
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Massagem para Gestantes


A massagem para gestantes é uma massagem diferenciada, realizada com cuidados especiais e toques suaves, enfatizando os problemas da gestante, como alívio das dores lombares e diminuição do inchaço nas pernas, auxilia o retorno venoso estimulando a circulação sangüínea e linfática.

Tudo porque a gestação é um estado no qual muitas alterações ocorrem no organismo da gestante, o que a diferencia do ponto de vista das técnicas de massagem das demais pessoas.


BENEFÍCIOS DA MASSAGEM NA GRAVIDEZ

Segundo BECK-GALLAGHER (1997) a massagem pode atuar em muitas queixas da gravidez, como: cefaléia, azia, edema, dores musculares, fadiga, ansiedade e muitas mais.
Também aprimora as relações entre gestante e seu parceiro, prepara a grávida para o parto e o pós-parto.


BRAND-JAMES (2001) relata que alguns dos concretos benefícios da massagem na gravidez são:

- Facilita o processo psicológico da gestação, por fortalecer o trabalho do coração, aumentar a respiração celular, reduzir o edema, e contribuir para a sedação do sistema nervoso simpático.


- Alivia a sobrecarga nas articulações de suporte de peso e estruturas músculo-fasciais (articulação sacro-íliaca, coluna toraco-lombar, quadris, músculos eretores da espinha).


- Alivia e reduz dores no pescoço e nas costas causadas por postura inapropriada, fraqueza muscular e desequilíbrio.


- Provê suporte emocional e físico (particularmente para as mulheres que estão sozinhas nesta etapa).


- Desenvolve a consciência sensorial necessária para o processo do parto cinestesicamente (após o parto, a musculatura das costas, o abdômen e o assoalho pélvico devem relaxar para permitir que o útero trabalhe sem resistência).


- Facilitar o realinhamento estrutural da coluna e pelve no pós-parto e a reabilitação dos músculos abdominais e psoas.


Como YATES (2001) coloca em seu artigo (Shiatsu and Massage for Pregnancy and Childbirth), há um aumento na aceitação dos benefícios da massagem, sendo que muitos grupos pós-natais incluem sessões de massagem para o bebê (como a Shantala), porém, a massagem, assim como todas as outras terapias holísticas, necessitam provar seus benefícios.

Se uma mulher não está conectada com seu corpo e seu bebê, ela pode experimentar uma dificuldade na gravidez, no nascimento e talvez sofrer com depressão pós-parto, e ter problemas de vínculo afetivo com seu filho. Se, ao contrário, ela tiver uma boa ligação com seu corpo, então suas chances são as de experimentar uma maternidade maravilhosa. E, shiatsu e massagem são poderosos instrumentos para sustentar esse processo.

Além do shiatsu e da massagem, a autora trabalha com respiração, posicionamento, meditação e visualização. Yates acredita que os benefícios físicos do shiatsu e da massagem são limitados se a mulher não é orientada para tomar cuidado com sua postura, e de como ela usa seu corpo a cada dia. Movimentos e respiração promovem instrumentos viáveis para a mãe se conectar com seu corpo e seu bebê, e se preparar para a hora do parto.


POLDEN e MANTLE (2000) afirmam que a massagem no parto é utilizada para aliviar a dor e também como forma de cuidar, de apoio não verbal e de comunicação com a gestante. Em geral, obtém-se melhora da dor. Não foram feitos estudos controlados para identificar os mecanismos exatos pelos quais a massagem controla a dor.
O estímulo sensorial criado pelas batidas e massagens causam o efeito calmante, provavelmente por bloquear a dor no nível espinhal. (WELLS, 1988 apud POLDEN e MANTLE, 2000)

Para CASSAR (2001), o efeito calmante da massagem se estende para o bebê no útero.

Vários artigos tem mostrado os benefícios da massagem no período gestacional. Alguns deles citam apenas a massagem como técnica para relaxamento da gestante e como forma de diminuir a ansiedade sobre as dores do parto ou qualquer outro medo que a mulher possa ter sobre esse assunto.

Outros mostram a efetividade da massagem como redução de certos “problemas” advindos com o parto, como a necessidade de se usar instrumentos auxiliares do parto, como fórceps, ou de se fazer uma episiotomia.

A episiotomia é um corte feito no períneo para evitar o rompimento deste na hora do nascimento. Estudos afirmam que esta técnica realmente tem uma função eficaz, porém, outros estudos vem mostrando que esta afirmação não tem sido mais confirmada, e BECK-GALLAGHER (2000) a autora do artigo “Episiotomy – Is It Necessary?” propõe que outras técnicas evitam o rompimento do períneo e a necessidade de uma episiotomia.

Outro artigo, escrito por GRIESE (2000) “Preparing for Birth: Perineal Massage”, explica que quando as mulheres dão à luz, principalmente quando é pela primeira vez, pode ocorrer o rompimento do períneo – região entre a vagina e o anus. Assim, massageando essa área durante as últimas semanas de gestação pode reduzir o risco desse rompimento.

A massagem perineal pré-natal é uma técnica que alonga devagar e suavemente a pele e o tecido ao redor da vagina e períneo. Essa massagem ajuda a reduzir o risco do rompimento durante o parto e a necessidade de uma episiotomia..


CUIDADOS E CONTRA-INDICAÇÕES DA MASSAGEM NA GRAVIDEZ


Nas complicações da gravidez a massagem tem contra-indicação. Portanto não deve ser feita em problemas como: anormalidades da placenta, útero e cérvix; distúrbios do suprimento de sangue para o feto (aumento da pressão arterial, múltiplos fetos).(CASSAR, 2001)

De acordo com CASSAR (2001), a massagem não prejudica o feto nem perturba os processos naturais. Entretanto, nos primeiros 3 meses de gravidez é melhor evitar qualquer complicação, sendo contra-indicada a massagem na área abdominal neste período. Também é contra-indicada nesse local enquanto ocorrerem enjôos matinais ou vômitos.

A massagem é uma dita uma contra-indicação parcial à gravidez - no útero gravídico durante os primeiros 3 meses.(FRANCISCO da SILVA apud LEITÃO e LEITÃO, 1995)

Massagem abdominal, nos 6 meses finais da gestação, deve ser evitada, exceto com movimentos muito superficiais para aplicar cremes ou loções. (CASSAR, 2001)

A aplicação da massagem não deve causar dor a gestante. A melhor posição para a gestante é sentada ou deitada de lado (com almofadas para evitar que a gestante role sobre o abdômen). A posição em decúbito dorsal se for usada, por breves períodos (para evitar que o peso fique sobre vasos como a veia cava inferior)(CASSAR, 2001)

A massagem para melhorar retorno venoso de membros inferiores não deve ser feita em pacientes com veias varicosas. (CASSAR, 2001)


Fonte: http://www.santafisio.com/trabalhos/ver.asp?codigo=58
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A primeira mamada após o parto


A Organização Mundial da Saúde preconiza que a primeira mamada ocorra logo na primeira hora de vida do bebê. Portanto, quanto antes ocorrer, maior será os benefícios da amamentação e menor o risco do desmame precoce.

Um estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense, Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Secretaria da Saúde de Queimados (RJ) demonstrou em números o que já se via na prática em maternidades:

Mulheres que realizam cesariana (parto preferido por muitas mulheres) demoram mais tempo para amamentar seus filhos pela primeira vez.

No parto normal, a demora da primeira mamada é em média 4 horas. Já os bebês nascidos de cesariana demoram cerca de 10 horas para se alimentarem pela primeira vez no peito da mamãe.

A fonoaudióloga Jamile Elias explica por que a amamentação no parto normal é mais rápida: “É mito dizer que as mamães que fazem cesariana ficam mais cansadas e demoram para se recuperar e poder amamentar. O motivo está na diferença da ação hormonal do organismo das mulheres que realizam parto normal e cesariana”, conta a profissional.

No parto normal, a placenta já está pronta e já está tudo pronto para o bebê nascer. Assim que nasce, todos os hormônios estão em perfeita harmonia e há a descida do leite, facilitando a primeira mamada.

O mesmo não ocorre na cesariana; a placenta pode não estar totalmente madura, desorganizando os hormônios, fazendo com que a descida do leite demore mais, prejudicando a primeira mamada do bebê.

No estudo realizado no RJ apontou ainda que das mamães que realizaram o parto normal, 22,4% amamentaram na primeira hora contra 5,8% das mamães que realizaram cesárea.
 
 
 
Fonte: http://www.nossosbebes.com.br/?p=771
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16 de janeiro de 2010

Amamentação e testosterona


A amamentação pode está relacionada aos níveis de testosterona. O ato de amamentar é um dos mais importantes tanto para o bebê, quanto para a mãe. Este momento é único, pois, além de ser saudável, é a hora em que o contato torna-se mais forte.

Recentemente, uma pesquisa norueguesa mostrou que a capacidade de amamentar pode ser governada pelos níveis de testosterona durante a gravidez. Quando a mãe não produz uma quantidade de leite suficiente ou encontra alguma dificuldade na amamentação, os especialistas sugerem que não há problema em alimentar o bebê com outro tipo de leite.

“A mulher que apresenta dificuldades na amamentação deve buscar orientação médica e de um fonoaudiólogo para diagnosticar a causa deste problema”, explica a fisioterapeuta e tutora do Portal Educação, Tatiana Leme.

Todavia, a Organização Mundial da Saúde alerta que os bebês devem receber apenas o leite materno até os seis meses de idade. Para a realização da pesquisa, 180 mulheres grávidas, inclusive mulheres que apresentavam risco de dar à luz a bebês pequenos, foram analisadas e os especialistas constataram uma ocorrência que já se sabe ser influenciada por níveis mais altos de testosterona.

Fatores como idade, educação e vício de cigarro foram levados em conta pelos noruegueses, mas, mesmo assim eles encontraram uma relação clara entre as baixas taxas de amamentação entre os três e seis meses de vida do bebê e altos níveis de testosterona da mãe.



 
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/noticias/40524/amamentacao-esta-relacionada-com-os-niveis-de-testosterona
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14 de janeiro de 2010

6 razões para tentar o parto normal


1) Como a natureza quer:
Se o parto normal é o desfecho natural de uma gravidez, por que fugir dele antes mesmo de saber se uma cesárea é de fato indicada para o seu caso? “O ideal é que o bebê escolha o dia em que quer nascer”, diz o obstetra Luiz Fernando Leite, das maternidades Santa Joana e Pro Matre, em São Paulo. É claro que, na hora do parto, às vezes surgem complicações. Aí, sejamos justos, a cesariana pode até salvar a vida da mãe e do filho. “Mas, quando a cirurgia é agendada com muita antecedência, corre-se o risco de a criança nascer prematura, mais magra e com os músculos ainda não completamente desenvolvidos”, adverte o obstetra.

2) A criança respira melhor:
Quando passa pelo canal da vagina, o tórax do bebê é comprimido, assim como o resto do seu corpo. “Isso garante que o líquido amniótico de dentro dos seus pulmões seja expelido pela boca, facilitando o primeiro suspiro da criança na hora em que nasce”, explica Rosangela Garbers, neonatalogista do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Sem falar que as contrações uterinas estressam o bebê – e isso está longe de ser ruim. O hormônio cortisol produzido pelo organismo infantil deixa os pulmões preparados para trabalhar a todo vapor. A cesárea, por sua vez, aumenta o risco de ocorrer o que os especialistas chamam de desconforto respiratório. Esse problema pode levar a quadros de insuficiência respiratória e até favorecer a pneumonia.



3) Acelera a descida do leite:
“Durante o trabalho de parto, o organismo da mulher libera os hormônios ocitocina e prolactina, que facilitam a apojadura”, afirma Mariano Sales Junior, da maternidade Hilda Brandão, da Santa Casa de Belo Horizonte. No caso da cesárea eletiva, a mulher pode ser submetida à cirurgia sem o menor indício de que o bebê está pronto para nascer. Daí, o organismo talvez secrete as substâncias que deflagram a produção do leite com certo atraso – de dois a cinco dias depois do nascimento do bebê. Resumo da ópera: a criança terá de esperar para ser amamentada pela mãe;

4) Cai o mito da dor:
Por mais ultrapassada que seja, a imagem de uma mãe urrando na hora do parto não sai da cabeça de muitas mulheres. Segundo Washington Rios, coordenador da maternidade de alto risco do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, não há o que temer. “A analgesia é perfeitamente capaz de controlar a dor”, afirma. Isso porque há mais de dez anos os médicos recorrem a uma estratégia que combina a anestesia raquidiana, a mesma usada na cesárea, e a peridural. “A paciente não sofre, mas também não perde totalmente a sensibilidade na região pélvica”, explica a anestesista Wanda Carneiro, diretora clínica do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Dessa forma, ela consegue sentir as contrações e até ajudar a impulsionar a criança para fora.


5) Recuperação a jato:
48 horas após o parto normal, a nova mamãe pode ir para casa com o seu bebê. Em alguns casos, para facilitar a saída da criança, os médicos realizam a episiotomia, um pequeno corte lateral na região do períneo, área situada entre a vagina e o ânus. Quando isso acontece, a cicatrização geralmente leva uma semana. Já quem vai de cesariana recebe alta normalmente entre 60 e 72 horas após o parto e pode levar de 30 a 40 dias para se livrar das dores.


6) Mais segurança:
Como em qualquer cirurgia, a cesárea envolve riscos de infecção e até de morte da criança. “Cerca de 12% dos bebês que nascem de cesariana vão para a UTI”, revela Renato Kalil, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. No parto normal, esse número cai para 3%. “A sensação da cesariana é semelhante à de qualquer outra cirurgia no abdômen. É, enfim, como extrair uma porção do intestino ou operar o estômago”, compara Kalil. E, convenhamos, o clima de uma sala cirúrgica não é dos mais agradáveis: as máscaras dos médicos, a sedação, a dificuldade para se mexer...
 
 
Fonte: http://bebe.abril.com.br/gravidez/saude/seis-motivos-parto-normal.php
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Relaxamento traz benefícios


A gravidez é uma das épocas mais especiais da vida da mulher. É sinônimo de felicidade e ao mesmo tempo de transformação.

A nova mãe não deve descuidar da pele, pois esta reflete as alterações de stress, mal estar, cansaço, etc. Os cuidados devem ser generalizados, tanto no rosto como no resto do corpo.

Um componente importante para um bom relaxamento é a massagem, que é uma arte curativa com múltiplos efeitos terapêuticos para a pele, sistema nervoso, muscular, ósseo, circulatório, linfático, digestivo, gastrointestinal e endócrino. E, no caso específico da massagem durante a gestação, esta possui reconhecida importância pelos efeitos notáveis que produz.

Pelo efeito do tato sobre o sistema endócrino, a massagem facilita a inibição de certos hormônios de stress e a liberação tanto das endorfinas - de efeito calmante - como a axitocina (também chamada de "ocitocina") - que facilita o processo de parto, e da prolactina que estimula a produção do leite.


A massagem transporta à mãe os seguintes benefícios físicos e emocionais:


1. Ajuda a manter a hidratação, elasticidade e flexibilidade do corpo. Ao manter um nível alto de elasticidade na pele, diminui o risco de aparecimento de estrias;

2. Pode ajudar a eliminar a depressão ou ansiedade que algumas vezes acompanha a gravidez;
3. Ajuda a estimular o sistema ganglionar, o que estabiliza os hormônios;
4. Uma sessão de tranquilidade, relaxamento e bem-estar;
5. Melhora o sono;
6. Menor fadiga e gerando aumento de energia;
7. Melhora a postura;
8. Alívio da dor nas pernas e melhorias nas câimbras;
9. Regula os movimentos intestinais;
10. Redução da dor de cabeça;
11. Alívio da dor de costas;
12. Estimulação da circulação sanguínea e linfática;
13. Menor retenção de lipídios;
14. Redução de veias varicosas e de formação de estrias.



Técnicas de relaxamento e respiração durante o trabalho de parto

Posição especifica, ambientes relaxantes e massagens podem melhorar muito as dores no pré – parto.

Massagens circulares nas costas, feitas pelo pai, por uma doula ou por alguém quem que esteja com ela, ajuda bastante. Caminhar também contribui para diminuir a dor das contrações e controlar a ansiedade.

A respiração poderá ser profunda e lenta, cadenciada, com inspiração pelo nariz e expiração pela boca, para melhorar a oferta de oxigênio para o bebe.

Estar acompanhada das pessoas escolhidas para compartilhar esse momento também colabora para o bem – estar da parturiente.

Sentada ou deitada, procure a posição mais confortável e use travesseiros e almofadas macias.

Ficar em imersão numa banheira de água quente ou mesmo sob uma ducha proporciona muito alívio.

Uma música bem tranqüila ou de sua preferência, também contribuem para um melhor relaxamente e bem - estar.


O que fazer para dormir melhor?


Em geral, a gravidez traz consigo uma série de alterações na qualidade do sono, incluindo náusea, azia, síndrome das pernas inquietas e ronco. Esses problemas (às vezes inevitáveis) podem ser agravados por maus hábitos de sono estabelecidos por você antes de ficar grávida.

As orientações abaixo podem ajudá-la a ter uma boa noite de sono, não só durante a gravidez, mas depois também:


• Abandonar alguns “inimigos” do sono

Durante a gravidez, a ingestão de bebidas alcoólicas e o uso do cigarro fazem mal ao bebê, e também podem atrapalhar o sono. Aproveite esse período como uma ótima oportunidade para deixar o cigarro e cortar o consumo de álcool.

Além disso, procurar diminuir bebidas com cafeína, como chá, café e refrigerantes de modo geral, e evite-as por completo à tarde e à noite.


• Faça de seu quarto um ambiente sagrado

Deixar o quarto mais aconchegante e relaxante cria um ambiente mais calmo e com isso facilita a chegada do sono.

Como é bem provável que na gravidez você sinta mais calor que o habitual, mantenha o quarto fresco. Tente reduzir ao máximo possível qualquer luz ou barulho, pois eles podem facilmente acordá-la, se estiver num sono leve.


• Sua a cama somente para dormir e para o sexo

Se você tem o hábito de ler,comer ou ver televisão na cama, acabe com ele. Reserve sua cama para atividades noturnas bem mais agradáveis e para uma noite de sono.

• Deixe as preocupações do lado de fora do quarto

Se você mantém uma lista de "coisas a fazer" (mesmo que apenas mental), conclua-a até a hora do jantar, e só volte a pensar nela na manhã seguinte. Faça de tudo para terminar tudo o que precisava fazer até a hora do jantar, para que tenha tempo de desacelerar antes de ir para a cama.

Mas, se é do tipo de pessoa que acorda à noite pensando em um trabalho urgente, mantenha um bloquinho ou caderno perto da cama para que possa anotar rápido a idéia e voltar a dormir.

• Não faça exercícios três ou quatro horas antes de se deitar

Se exercitar durante a gravidez é maravilhoso para sua saúde física e mental, mas evite-os no período da noite, pois podem interferir no sono, caso seu corpo não tenha tempo de relaxar depois. Alguns estudos mostram que exercícios muito perto da hora de dormir podem atrapalhar o sono profundo.


• Um bom cochilo sempre que possível

Uma soneca de 30 a 60 minutos durante o dia pode melhorar a atenção e a memória, e em geral reduz os sintomas de fadiga. Um estudo recente descobriu que mais da metade de todas as mulheres grávidas tiram ao menos um cochilo durante a semana nos dias de trabalho e 60 % cochilam ao menos uma vez no fim de semana. Lembre-se, no entanto, que dormir demais durante o dia pode atrapalhar uma boa noite de sono.

• Estabelecer uma rotina regular e relaxante para a hora de dormir

Quando você chegar do trabalho, jante em um lugar agradável e relaxe o tanto que puder. Depois de comer, faça algo calmo, como ler ou tomar um banho morno. Também tente regular seu relógio biológico indo para a cama e levantando na mesma hora todo dia.


• No caso de não conseguir dormir, levantar-se um pouco ajuda

Se ainda estiver acordada depois do que parecem ser horas (mas provavelmente são apenas 20 ou 30 minutos!), levante-se e vá para outro cômodo. Ouça uma música suave ou leia uma revista. Quando se sentir sonolenta, volte para a cama.


• Praticar alguns exercícios de relaxamento

Há uma série de técnicas que você pode experimentar para ajudar a estimular o sono, como imagens guiadas, respiração profunda ou relaxamento muscular progressivo.


• Antes de ir para a cama para evitar as náuseas, um lanche leve

Se estiver incomodada com os enjôos (comuns no primeiro trimestre), mantenha a barriga cheia comendo lanches leves, frutas ou bolachas secas, em especial antes de dormir.

• Evite refeições pesadas e alimentos picantes logo antes de se deitar

Comidas muito temperadas e apimentadas, ou alimentos ácidos como os à base de tomate, podem causar azia e indigestão. Assim como fazer uma refeição grande muito perto da hora de dormir. Coma em frações menores e mais cedo, e depois se dê duas ou três horas para digerir o jantar antes de deitar.



• Diminuir a ingestão água no fim da tarde e à noite

É importante ingerir uma boa quantidade de líquidos quando se está grávida, mas beber mais durante a manhã e menos no fim da tarde e à noite ajuda a reduzir as idas ao banheiro durante a madrugada.


Sempre que possível, durma sobre o lado esquerdo

É uma boa idéia se acostumar a dormir sobre seu lado esquerdo já durante os primeiros meses da gravidez. A posição ajuda o sangue e os nutrientes a fluírem para o feto e para o útero com mais facilidade, e ajuda os rins a eliminar os líquidos desnecessários.

O ideal é que, virada para o lado esquerdo, você esteja também virada para fora da cama, para ficar mais fácil na hora de levantar para ir ao banheiro. Também é uma boa idéia para evitar que, com o passar dos meses, você atrapalhe o sono do seu parceiro com um eventual ronco. Por isso, conversem para ver se é melhor vocês trocarem de lugar na cama desde já.

À medida que a barriga cresce, use tantos travesseiros quantos forem necessários para deixá-la confortável. Um no meio das pernas, um a baixo da barriga, um para abraçar...



• No caso de não conseguir dormir, não estresse

Se você acordar à noite, tente não se preocupar demais. Interrupções do sono durante a gravidez são perfeitamente normais. Embora dormir a noite inteira pareça algo impossível no momento, uma hora uma rotina de sono vai funcionar para você.


Por Mara Freire - doula e educadora perinatal.
Fonte: Pesquisa literária Baby Center France.



Fonte: http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&task=view&id=1108&Itemid=208
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