28 de fevereiro de 2010

Sobre as "Moleiras"

As moleiras do bebê são uma das preocupações dos pais logo quando o bebê nasce. As fontanelas, nome oficial das "moleiras", são aberturas no osso do crânio do bebê separadas por linhas também abertas, chamadas suturas.

As funções das fontanelas que se encontram no alto da cabeça dos bebês e das suturas são promover o momento do parto, facilitando assim a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitir o crescimento adequado do cérebro.

Logo após o parto, a cabeça do bebê pode apresentar pequenas deformidades devido às alterações ocorridas durante o parto. Geralmente, essas imperfeições são corrigidas logo nos dez primeiros dias de vida.

No primeiro ano de vida, o cérebro cresce metade do seu tamanho que terá quando adulto, alcançando quase seu crescimento total ao fim do segundo ano de vida.

As aberturas do crânio (fontanelas ou moleiras) fecham-se nesse intervalo. A fontanela maior fecha-se entre o nono e o quinto mês de vida do bebê. Já a menor abertura do crânio, fecha-se até o segundo mês.




Existe uma alteração conhecida como Cranioestenose, caracterizada pelo fechamento precoce das fontanelas e suturas, ocorrendo deformidades no crânio, já que o cérebro fica sem espaço para crescer adequadamente.


Riscos da cranioestenose

O fechamento prematuro dos ossos do crânio pode causar, além da deformidade do crânio, lesões neurológicas graves. Atinge mais meninos do que meninas, três para um, acometendo um em cada 2000 nascimentos.

A cranioestenose não tem uma causa definida, mas pode ter motivos hereditários, intra-uterina, infecciosa ou até mesmo o uso de alguns medicamentos durante a gestação, como anticonvulsivantes, relata a Dra. Monica de Souza Bomfim Pinheiro, membro do departamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

O diagnóstico é feito pelo médico a partir de exame físico do bebê. Através de exames radiológicos e de neuroimagem, o profissional verifica as suturas fechadas e as possíveis malformações dos ossos da face e do sistema nervoso que a cranioestenose pode causar.

O tratamento é cirúrgico onde tem por objetivo criar espaços para o desenvolvimento normal do cérebro e corrigir as deformidades existentes, prevenindo ou aliviando as seqüelas que possam existir.

Quanto antes o diagnóstico e tratamento da cranioestenose, melhor o resultado.


Dicas

Um acompanhamento neurológico é muito importante nos casos de cranioestenose.

Nem sempre bebês com cranioestenose ficarão com seqüelas que prejudiquem o desenvolvimento da criança.

Consulte sempre o pediatra para observar o crescimento e desenvolvimento normal do seu bebê.




Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/recemnasc/moleira.htm
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Musicoterapia na Gestação

Sons externos já são ouvidos pelo feto entre a 16ª a 20ª semana de gestação. A audição é o primeiro dos sentidos a se desenvolver no ciclo vital, então, nesse período, seu bebê já vai ouvir vozes e músicas; e a partir da 35ª semana, o bebê pode se assustar e esboçar reação quando ouvir barulhos muito altos.

Segundo Maria Elena Galicchio, membro da Federação Mundial de Musicoterapia, pesquisas constatam, que o aprendizado inicia-se no período pré-natal e que os sons e ritmos ouvidos, ainda no útero materno, podem conter importantes informações para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

A musicoterapia - utilização da música e seus elementos para facilitar e promover a comunicação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêticos, a fim de tratar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas, tem sido aplicada em gestantes, para garantir proximidade e melhor qualidade de vida à ela e ao bebê.

Nas sessões de musicoterapia, o terapeuta visa atingir através dos sons, todas essas áreas, ajudando o paciente a manter ou restabelecer sua saúde.

"A música, através de seus elementos , gera energia criativa e ao usar a música durante a gestação, a mãe passa para o feto, sons com informações ricas em conteúdo emocional", informa Maria Elena Galicchio, acrescentando ainda, que esse processo comunicativo comtribui para o bem-estar do bebê, e posteriormente, no desenvolvimento físico, nas características de comportamento e nível de inteligência da criança.

Um estudo realizado em Taiwan, uma República a China, indicou que as gestantes que escutaram trinta minutos de música todos os dias durante duas semanas reduziram, e muito, os sintomas de depressão, estresse e ansiedade em comparação às gestantes que somente fizeram o pré-natal sem a intervenção da música.

O estudo selecionou diferentes tipos de músicas às mamães grávidas: música clássica, sons da natureza, canções infantis chinesas e canções de ninar. Todas elas surtiram efeito altamente positivo, aumentando também a atividade cerebral do bebê e fortalecendo o vínculo com a mãe.

Isso não significa que as mamães brasileiras tenham que começar a escutar música chinesa. Ainda bem! As mamães devem escutar música que as deixe bem, harmonizando o contato com o bebê e que a "desligue" por instantes do mundo.

Faça um teste: repita músicas gostosas de ouvir. Quando o bebê nascer, volte a cantarolar as mesmas canções da fase de gravidez. Seu filho vai ter a sensação de que já ouviu esse som “de algum lugar”. O semblante no rosto pode deixar nítida essa impressão.


Dicas

A música deve agradar a mamãe. Não adianta colocar uma música clássica só porque dizem que é bom. Se a gestante não gosta, não será prazeroso nem benéfico. Pode-se aprender a gostar de estilos musicais diferentes.

Não precisa aumentar demais o som da música achando que o bebê não escutará lá dentro da barriga. O líquido amniótico é um bom condutor de som.

O bebê se sente realmente mais tranquilo quando escuta o som da voz da mamãe que é a primeira a ser reconhecida. Por isso, cante e converse muito com o pequeno dentro da sua barriga e fora também.


 
Fontes: http://bebe2000.com.br/gestacao/saude/musicoterapia/
e
http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/musica_na_gestacao.htm
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27 de fevereiro de 2010

Sem dúvidas na amamentação

A importância do aleitamento materno para a saúde do seu filho e como garantir uma mamada perfeita! Sim, você já sabe que amamentar é fundamental para o seu bebê crescer com saúde; vira-e-mexe lê alguma pesquisa comprovando mais um benefício do leite materno e certamente imagina que este ato será uma de suas melhores recordações de ser mãe.

Nada disso, no entanto, impede que você tenha uma série de dúvidas durante a gravidez ou que sinta medo de não conseguir amamentar por muito tempo.

Por uma série de motivos, que vão desde a falta de instruções de como dar de mamar até a ausência de um especialista para resolver problemas como rachaduras, apenas 40% das mulheres brasileiras amamentam até o sexto mês, segundo dados do Ministério da Saúde, e 50% param o aleitamento materno quando a criança completa dois meses, dizem os pediatras. É muito cedo: o ideal é que esse aleitamento exclusivo ocorra até o sexto mês.

Bebês que mamam até esta fase têm menos risco de desenvolver asma e artrite reumatóide, recebem uma proteína que combate vírus e bactérias do trato gastrointestinal e ainda podem ficar mais inteligentes, apontam os últimos estudos.

Você também só tem a ganhar: as chances de ficar estressada ou de desenvolver câncer de mama diminuem se você amamenta. Além disso, é mais fácil perder os quilinhos que sobraram da gravidez e, ao contrário do que muita gente ainda diz, seus seios não vão ficar caídos!

Nas próximas páginas, veja como se preparar, ainda na gravidez, para uma boa amamentação e resolver dificuldades que podem surgir quando o bebê começar a sugar, além de uma entrevista com a atriz Vanessa Lóes, que conta como foi amamentar o filho Gael, de 1 anos e 5 meses, até o nono mês.


A preparação

Por mais estranho que pareça, o processo da amamentação começa na gravidez. Prepare o bico do peito para que a pele fique mais forte, o que pode evitar as rachaduras. O primeiro conselho é não passar hidratantes na auréola e tomar sol nos seios todos os dias, durante 15 a 30 minutos, antes das 10 h ou depois das 16 h.

 Ainda grávida, use sutiãs próprios para amamentação (aqueles que têm abertura) e, em dias alternados, deixe-os abertos sob a roupa, de preferência de tecido grosso. O contato do tecido vai “calejar” o bico. Vale também usar conchas de silicone para estimular o mamilo. O uso de buchas vegetais ou de toalhas para esfregar no bico é controverso. Alguns médicos dizem que ajuda; outros afirmam que machuca. Na dúvida, consulte seu obstetra.


Sem medo dos mitos

A maioria das mulheres pode amamentar e não existe leite fraco – até o das mães desnutridas é rico. Ele é um componente vivo que muda de acordo com a idade do bebê e dos nutrientes de que precisa. O que pode acontecer é você ter mais ou menos leite, mas nem por isso seu filho vai sofrer.

Para garantir a abundância, beba muita água e não se estresse. Lembre-se de que, quanto mais o bebê mamar, mais leite terá.

E comece o quanto antes: a primeira mamada deve ser até 1 hora depois do parto. Isso porque é quando sai o colostro, uma forma de leite altamente imunológico que funciona quase como uma vacina. É bom saber que nenhum alimento aumenta ou melhora a qualidade do leite, mas deve-se evitar comidas pesadas, condimentos, embutidos, cafeína, conservantes etc., pois podem causar desconforto na criança, como cólicas.


A maneira certa

O jeito que seu filho mama é importante. Procure amamentá-lo em lugares calmos, para não distraí-lo, e na posição que fique mais confortável para os dois. O bebê deve abocanhar a auréola toda, fazendo boca de peixinho (os lábios devem ficar para fora). O queixo fica encostado na mama e as bochechas arredondadas, sem covinhas. A amamentação não pode fazer barulho e a mãe não deve sentir dor passados os primeiros dias.


Evite contratempos

Rachaduras no bico do peito são comuns e indicam que a pega está errada. Corrija-a e, para sarar, passe o próprio leite, que tem efeito cicatrizante, ou pomada indicada pelo obstetra. Se o leite empedrar, retire-o fazendo massagem. Com uma mão, segure a base da mama e, com a outra, aperte de cima para baixo (em direção ao mamilo).

Muitas mães param de amamentar quando ficam doentes. Nem sempre isso é preciso. Quando a mulher pega uma gripe, por exemplo, o corpo cria anticorpos para combater o vírus. Na amamentação, esse anticorpo passa para o bebê, protegendo-o. Se tiver de tomar algum remédio, dê preferência àqueles que não interferem no leite. Antes de parar de oferecer o peito, consulte seu médico.


Benefícios da amamentação

Você conhece bem as vantagens de amamentar seu filho? O leite materno tem todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, fortalece o sistema imunológico, previne obesidade, alergias, intolerância ao glúten etc. A sucção ajuda o desenvolvimento da arcada dentária do bebê e ainda estimula a volta do seu útero ao tamanho normal.



Fontes: Eduardo Zlotnik, obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein (SP); Fabíola Cassab, fundadora do Matrice, ação de apoio à amamentação; Hamilton Henrique Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP).
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI18523-10585,00.html
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Exercícios na gravidez e peso do bebê


Praticar exercícios durante a gravidez diminui o risco de dar à luz um bebê com excesso de peso ao nascer. A conclusão é de um estudo norueguês, feito pelo Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo.

Para chegarem ao resultado, os pesquisadores avaliaram dados de 36.869 mulheres que tiveram gestações a termo.Os autores também ajustaram informações que poderiam interferir no excesso de peso, como idade materna, número de filhos, hipertensão, diabetes e pré-eclâmpsia, entre outros.

As grávidas responderam a dois questionários sobre hábitos de atividade física entre a 17ª e a 30ª semana de gravidez.
 
A análise dos dados revelou que quem se exercitava regularmente -pelo menos três vezes por semana em atividades como natação, caminhada, bicicleta e dança- teve um risco entre 23% e 28% menor de gerar um bebê com sobrepeso.

O estudo também constatou que a atividade física regular antes da gravidez não afetou essa probabilidade.
Segundo os autores, não havia estudos com dados consistentes em relação ao tema. "O trabalho traz amparo científico ao que já se observava na prática", diz o ginecologista e obstetra Alberto D'Auria, diretor da maternidade Santa Joana, em São Paulo.

"O resultado faz sentido porque grande parte dos casos de macrossomia [crescimento excessivo do feto] são relacionados ao diabetes gestacional", comenta o educador físico Marlos Rodrigues Domingues, da Universidade Federal de Pelotas (RS). Ele é um dos autores de um estudo sobre atividade física na gestação, que avaliou mais de 4.000 mulheres.




Excesso de glicose
Mesmo sem desenvolver o diabetes, muitas grávidas apresentam um estado de resistência à insulina. Isso leva ao aumento do açúcar em circulação no sangue. Com a alta da glicemia, o bebê acaba sendo alimentado excessivamente. Sabe-se que os exercícios ajudam a prevenir esse quadro.
 
"O excesso de açúcar também leva o bebê a produzir mais insulina, que é um hormônio que faz crescer", explica o obstetra Marcos Tadeu Garcia, do Hospital e Maternidade São Luiz e diretor da clínica de ginecologia e obstetrícia do Hospital Ipiranga, em São Paulo.

A macrossomia fetal é definida quando o bebê pesa mais de 4 kg ao nascer. O excesso de peso traz riscos à saúde da mãe e do bebê, como lacerações no períneo, hemorragias pós-parto, lesões no ombro do bebê, baixos índice no testes de Apgar (que mede a vitalidade do bebê ao nascer) e maior chance de obesidade no futuro.

Atualmente, os exercícios na gravidez costumam ser encorajados a gestantes que não tenham nenhuma contraindicação. De modo geral, para mulheres sedentárias os médicos recomendam esperar o término do primeiro trimestre.

As grávidas que já praticavam esportes não precisam esperar três meses e podem apenas fazer ajustes no ritmo.

"A regra é: a atividade deve ser feita sem desconforto e isso vale principalmente para o aspecto da intensidade", diz Domingues. "A mulher deve fazer atividades em que se sinta bem, sem esforço excessivo."
"Ela não deve ficar ofegante, precisa evitar o hiperaquecimento e controlar a hidratação", avisa Garcia.

"Recomendo exercícios que não tenham impacto sobre as articulações e que não exijam muito do coração, como a hidroginástica", diz D'Auria. "Não recomendo a corrida pois essa atividade tem impacto sobre útero e bexiga."
 
 
 
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646507.shtml
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Alimentação na Gravidez

O que você come na gravidez afeta a saúde do seu filho no futuro! Novo estudo comprova que incluir frutas e verduras no cardápio protege o bebê contra alergias.

ssim que descobre que está grávida, todas as suas atitudes passam a influenciar diretamente na sua saúde e na do seu bebê. A escolha dos alimentos na gravidez é uma das mais importantes formas de garantir que seu filho seja saudável. Uma nova pesquisa japonesa, publicada na revista médica Allergy, comprovou que incluir frutas, verduras e legumes no cardápio protegem o bebê contra diferentes tipos de alergias.
Segundo os cientistas, os alimentos ricos em betacaroteno, como os vegetais verdes e amarelos e as frutas cítricas reduzem os riscos de o bebê ter eczema, um tipo de alergia de pele. Já, os alimentos com vitamina E, como amêndoas, castanhas e milho diminuem as chances de seu filho desenvolver alergias respiratórias.
 
1 – Tome ácido fólico
Segundo especialistas, o ideal é que toda mulher em período fértil tome 400 mcg (microgramas) de ácido fólico todos os dias, principalmente três meses antes de engravidar - e continuem com o suplemento durante o primeiro trimestre da gravidez. O folato (ácido fólico), uma vitamina do complexo B, é fundamental para que a coluna do bebê se desenvolva corretamente, o que acontece nas primeiras quatro semanas de gestação, evitando defeitos do tubo neural, como falha no desenvolvimento do cérebro e medula espinhal.

Além disso, estudos mostram que ele reduz também o risco de problemas cardíacos congênitos no bebê e a chance de um parto prematuro. Alguns alimentos, como os vegetais verde-escuros, caso do brócolis, contém esse nutriente, mas não em quantidade suficiente. Por isso, o composto vitamínico é essencial.

2 – Não coma por dois
Isso não quer dizer que você deva fazer regime na gravidez. Longe disso. Ao controlar o que você come, com uma dieta equilibrada, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Estudos mostram que a obesidade da mãe, que pode ter como consequências diabetes gestacional e pré-eclampsia, aumenta o risco de o bebê nascer com peso acima do normal e de a criança ter problemas metabólicos e de obesidade já na primeira infância.

3 – Inclua peixes, frutas e gorduras boas na dieta
Estudos revelam que mães que optam por uma alimentação rica nesses nutrientes previnem os filhos de ter asma e outras alergias. “Alguns nutrientes da dieta mediterrânea têm capacidade antiinflamatória e antioxidante - como o tipo de gordura (ácido graxo e ômega-3), frutas, vitaminas -, diferentes daqueles com potencial alérgeno e inflamatório existentes na dieta ocidental, como os óleos de milho, soja e girassol (ômega-6)”, diz Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein. É nessa troca que pode estar a explicação para a redução do risco de alergia das crianças. E os benefícios se estendem ainda mais, o ácido graxo ômega-3 encontrado nos peixes são importantes para a inteligência e o crescimento dos bebês.

4 – Fique longe de bebidas alcoólicas
O consumo de álcool durante a gravidez pode significar alterações cerebrais e outras malformações no bebê, algumas até irreversíveis. Pesquisas mostram que beber regularmente na gestação pode prejudicar a visão do feto – levando a criança a enxergar mal ou, pior, ficar cega. Outros danos também foram comprovados, como no desenvolvimento neurológico do bebê, o que pode comprometer para sempre a vida da criança no futuro.


5 – Reduza o consumo de cafeína
Estudos indicam que o consumo de mais de quatro xícaras de café por dia pode estar associado a bebês de baixo peso, além de afetar o sistema respiratório do feto. Isso porque, acredita-se que a cafeína atravessa facilmente a barreira placentária, chegando até o bebê. Para o obstetra Ricardo Gonçalves Alanda, a redução no consumo de cafeína durante a gestação é fundamental, mas a grávida não precisa se desesperar. "Ingerir uma quantidade alta de cafeína é prejudicial. Mas a gestante não precisa deixar de comer chocolate quando estiver com vontade. O que deve estar em mente é a dosagem. A palavra-chave é moderação", afirma.

6 – Coma fibras
Vegetais, frutas e cereais integrais devem estar presentes na sua dieta. Elas regulam todo o organismo, e agem principalmente no intestino, evitando a prisão de ventre, além de controlar o colesterol e os níveis de açúcar no sangue, o que ajuda a prevenir a diabetes gestacional. Estudo americano sugere que as fibrar reduzem ainda a chance de a grávida desenvolver pré-eclâmpsia. As fibras também estão no arroz, pão integral, feijão e legumes.
A linhaça  deve ser um item obrigatório na sua alimentação. A semente, rica em ômega 3, ômega 6 e fibras, também ajuda o seu intestino a funcionar melhor e auxilia na formação do cérebro e da retina do bebê. Outro benefício, comprovado por estudiosos, é que mulheres que ingerem a semente durante a gravidez e a amamentação têm filhos com mais facilidade de compreensão e memória. “A ação antioxidante da linhaça no desenvolvimento cerebral da criança e ela tem mais facilidade para se concentrar", afirma Daniella Galego, nutricionista do Hospital Sírio Libanês.


7 – Tome mais leite
A necessidade diária de cálcio durante a gravidez aumenta 20%. Como o nutriente é imprescindível para a formação dos ossos e dentes do bebê, o próprio organismo da mãe absorve-o em maior quantidade nesse período. O ideal é ingerir quatro copos de leite por dia para suprir as necessidades de cálcio. É importante sempre optar pelo pasteurizado por não ter risco de conter microorganismos e bactérias.

8 – Fique longe de bactérias
Alguns alimentos devem ser excluídos do seu cardápio durante a gestação, como é o caso de peixes e carnes cruas. Doenças contraídas deles são especialmente perigosas. Um exemplo é a toxoplasmose, que coloca em risco a saúde do feto, provocando anomalias irreversíveis. Mel e palmito merecem atenção especial. Escolha o mel que tenha o selo SIF (Selo de Inspeção Federal), que garante sua qualidade e procedência. O caseiro pode conter bactérias, como as que causam o botulismo, infecção que compromete o sistema nervoso e pode levar à morte. O mesmo ocorre com o palmito, que deve ser fervido por dez minutos antes do consumo.


9 – Lembre-se dos alimentos com ferro
Esse sal mineral é essencial para a formação de alguns elementos do sangue, como a hemoglobina, presente nas células vermelhas. É a hemoglobina que transporta nutrientes e oxigênio para todas as células do organismo e, quando há carência de ferro, sua produção diminui. O resultado pode ser uma anemia. Durante a gestação, ela pode trazer consequências sérias para o bebê, pois diminui a oxigenação e a nutrição da placenta ficam reduzidas, colocando em risco o desenvolvimento do bebê, que poderá nascer com baixo peso. Esse nutriente está presente na carne vermelha, por exemplo. Para melhorar a absorção de ferro no organismo, combine alimentos ricos nesse nutriente com aqueles que têm vitamina C, como laranja, limão, pimentão.

10 – Consuma colina
Esse nutriente é encontrado em gemas de ovos, soja, gérmen de trigo e carnes. Segundo cientistas, ela tem uma relação com o desenvolvimento do tubo neural (cérebro e coluna) do bebê. Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte revelou ainda que a colina desempenha um papel fundamental na região cerebral do bebê responsável pela menória.
 
 
 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI114862-10563,00-O+QUE+VOCE+COME+NA+GRAVIDEZ+AFETA+A+SAUDE+DO+SEU+FILHO+NO+FUTURO.html
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Gravidez e trabalho

Como contar ao chefe sobre a gravidez? A notícia de que um bebê está a caminho é motivo de alegria pra você, seu companheiro, sua família, mas... será que seu chefe vai ficar feliz também quando souber da novidade? O jeito de contar a ele faz toda a diferença. Veja aqui algumas dicas.

- Assim que souber da gravidez, conte ao seu chefe. Sem medo! Isso é motivo de comemoração e não de culpa. “Está na hora de as empresas mudarem a maneira de enxergar mulheres grávidas como “problemas” dentro de alguns meses”, defende Inês de Castro, autora do livro “Como Fazer Seu Chefe Amar Você”.

- O chefe deve ser o primeiro a saber da novidade no escritório. Segure a vontade de sair correndo para contar às suas colegas de trabalho antes. Não vai pegar bem ele ficar sabendo da notícia por outra pessoa.

- A notícia deve ser dada numa conversa informal e direta. Não precisa de muito preparo ou nervosismo. Isso acontece todos os dias, com milhares de mulheres em todo o mundo.

- Deixe claro que pretende continuar trabalhando normalmente até o final da gravidez e que vai marcar seus exames de modo que isso não atrapalhe suas funções.

- Converse sobre a licença maternidade e já comece a planejar a volta. Também aproveite para negociar horários mais flexíveis. Isso deve ser feito a longo prazo e não em cima da hora.

-  Se a gravidez acontecer às vésperas de uma promoção muito almejada, deixa claro aos seus superiores que vai brigar pela vaga e pretende assumir as responsabilidades decorrentes do cargo.



Fonte: http://www.revistapaisefilhos.com.br/htdocs/index.php?id_pg=112&id_txt=3149
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Amamentação e o Vínculo Mãe-Bebê

A alimentação ao seio possibilita que se estabeleça um vínculo mãe-filho forte, especial, quase imediato... e as conseqüências da não construção desta relação à curto prazo deve ser motivo de preocupação e cuidado pela equipe perinatal. Como afirma Melanie Klein:

"... É o seio da mãe e tudo o que o seio e o leite representam na mente da criança: isto é, amor, bondade e segurança" ©

Diante deste fato transcendente no começo da vida humana os pediatras, obstetras, enfermeiras, parteiras, mães e pais devem ter suas ações voltadas para a permissão deste "encontro" ao nascimento e nos primeiros dias pós-parto.

A amamentação é muito mais do que um método perfeito de nutrir os lactentes, porque além disso está o contato pele-a-pele com o seio, com o colo e as mamas maternas que propiciam um melhor desenvolvimento neuro-psico-motor de nossas crias, significando a construção de um vínculo íntimo e cúmplice entre mãe e filho com conseqüências positivas para a família, para a humanidade, e por toda a vida !


Por Marcus Renato de Carvalho
Fonte: http://www.aleitamento.com/a_artigos.asp?id=x&id_artigo=15&id_subcategoria=4
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26 de fevereiro de 2010

O colo da mãe

Não só do fato de este colo ser disponibilizado ou não ao bebê, mas de como, e com que qualidade ele é disponibilizado. Pode não parecer, mas segurar um bebê é um trabalho especializado, não que precise de estudo e qualificação, mas de disposição física e emocional.

Os bebês são muito sensíveis a maneira como são segurados. O que os leva a chorar com algumas pessoas e a ficar calmos e satisfeitos com outras, mesmo quando são ainda muito pequenos.

Mas o colo da mãe, nesse primeiro momento, sendo ela e o bebê os protagonistas destas primeiras fases de desenvolvimento, não poderia deixar de ter um papel especial.

A mãe com seu colo, nesses primeiros meses do bebê confere a ele duas percepções que são de extrema importância para seu desenvolvimento futuro, o contorno de seu corpo físico e sua individualidade e as primeiras impressões do mundo que o recebe.


Isso equivale a dizer que é a mãe e seu colo que podem facilitar ao bebê a percepção dos limites de seu próprio corpo e de seu rudimentar ego/eu.

Para clarificar este pensamento, vale dizer que o bebê quando nasce, não tem a menor consciência de que seu corpo é diferenciado do restante do mundo. Para o bebê tudo é ele. Mãe, qualquer outra pessoa e o mundo são ele.

É no colo da mãe, e nas vivências, que essa criança vai percebendo que ela é um corpo e um eu separados da mãe e do resto do mundo. Esse é um acontecimento que se dá concomitantemente nos planos físico e emocional.

Aos poucos, nesse contato e suporte do colo da mãe ele vai se diferenciando – minha mãe é minha mãe, eu sou eu e o mundo é o mundo.

O bebê vai se descobrindo e descobrindo o mundo a partir desse colo, desse contorno do próprio corpo que lhe é proporcionado pelo braços da mãe.

Braços esses que podem oferecer um colo frouxo e sem vida, seguro e confiante ou ainda rígido demais.

Um colo agradável e seguro é aquele que adapta a pressão de seus braços as necessidades do bebê, não o apertam, nem o deixam solto demais, movem-se lentamente sem a profusão de movimentos bruscos que podem levar o bebê aos sustos. E ainda que se mostra diposto emocionalmente a esse lugar de suporte com amor.

Segue-se a importância de salientar que o colo da mãe se apresenta como o primeiro contato do bebê com o mundo. Então podemos dizer que esse mundo, pelo colo da mãe e suas características, pode parecer a criança como algo rígido, atento somente as obrigações e necessidades básicas, como inseguro, instável ou ainda como seguro, confiante e acolhedor.

Essa percepção dependerá das condições físicas e emocionais em que se encontrar essa mãe no momento e primeiros 6 meses da chegada de seu filho.

Sendo assim, mais uma vez precisamos estar atentos a como estamos percebendo e sentindo o mundo, pois até mesmo pelo nosso comportamento corporal podemos estar apresentando este mundo a nossos bebês.

 

 

Fonte: http://psicologiainfantilsa.blogspot.com/2010/02/o-colo-da-mae-estamos-nos-atendo-nestes.html
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22 de fevereiro de 2010

A origem do vínculo mãe-bebê

Muito antes de seu nascimento e ainda no ambiente intra-uterino, tem início a formação do vínculo entre a futura mamãe e seu bebê. Trata-se de um processo de comunicação tão complexo quanto sutil e que torna possível esta troca íntima e profunda.

O vínculo é de importância vital para o feto, pois precisa se sentir desejado e amado para propiciar a continuação harmoniosa e saudável de seu desenvolvimento.

A formação do vínculo não é automática e imediata, pelo contrário, é gradativa e, portanto, necessita de tempo, compreensão e amor para que possa existir e funcionar adequadamente. É, também, fundamental para que possa compensar os momentos de preocupações e reveses emocionais maternos e que todos nós estamos sujeitos no cotidiano.

O amor e a rejeição repercutem sobre a criança muito precocemente mas, para que possa dar significado a estes sentimentos é preciso maturidade neuro-fisiológica. Assim, até os três primeiros meses de vida intra-uterina, as mensagens enviadas pela mãe são, em grande parte, incompreendidas pelo embrião, muito embora possam causar-lhe desconforto se percebidas como desagradáveis.

À medida que vai evoluindo, o feto torna-se capaz de registrar e de dar significado às emoções e sentimentos maternos. É quando, então, começa a se formar sua personalidade, o que ocorre por volta do terceiro trimestre de gestação.

A ansiedade materna é, de certa maneira, até benéfica ao feto, pois perturbando a neutralidade do ambiente uterino, perturba-o também, conscientizando-o de que é um ser distinto, separado desse ambiente. Para se livrar desse desconforto, ele começa a elaborar progressivamente técnicas de defesa como dar pontapés, mexer-se mais ativamente, e que funcionam, para a sensibilidade materna, como um envio de mensagem de que está sendo perturbado.

Se houver sintonia materno-fetal, imediatamente a futura mamãe capta esta mensagem e começa a passar a mão delicamente em seu ventre, o que é percebido e decodificado pelo feto como atitude de compreensão, carinho e proteção, portanto, como tranqüilizadora.

Com o decorrer do tempo, a experiência de desconforto transforma-se em emoção e tem início a formação de idéias sobre as intenções maternas em relação a si mesmo.

Desta maneira, se a mãe for amorosa e tiver uma relação afetiva rica com seu bebê, contribuirá para que nasça uma criança confiante e segura de si. Assim também, se mães deprimidas ou ambivalentes que, por uma razão qualquer, privam o feto de seu amor e apoio, certamente favorecerão o estado depressivo e a presença de neuroses na criança e que podem ser constatados após o nascimento, pois sua personalidade foi estruturada num clima de medo e angústia.

Mesmo a gestante que rejeita seu filho comunica-se com ele através do fornecimento do alimento. Mas, a qualidade desse vínculo é diferente da mãe que o deseja e esta é a grande diferença, pois não é apenas uma comunicação biológica.

Como o feto capta todas as emoções maternas, as que o fazem entrar em sofrimento como a ansiedade, temor e incertezas, provocam-lhe reações mais fortes e contínuas, enquanto que as de alegria e felicidade, por não alterarem o ambiente intra-uterino, permitem que seus movimentos permaneçam suaves e harmoniosos.

O feto sente o que a mãe sente, até como um atitude de solidariedade, porém, com intensidade diferente e sem a compreensão materna. As emoções negativas são percebidas como um ataque a si próprio.

É fundamental lembrar que as preocupações passageiras e simples do cotidiano não lhe oferecem risco algum, pois sequer podem levar o organismo materno à produção de hormônios. O que o afeta e prejudica sobremodo são as situações que induzem à produção intensa e contínua de hormônios, como a ansiedade materna, que pode, inclusive provocar o estresse da mãe.

Outras situações que também acarretam o sofrimento fetal são o consumo excessivo de álcool, tabaco e medicamentos pela gestante, bem como, o fato de comer demais ou se alimentar mal, pois traduzem uma grande e exacerbada ansiedade materna, além de que, também são altamente prejudiciais ao desenvolvimento físico e psíquico do feto.

Um fator importantíssimo a ser considerado é quando a mulher é completamente dependente do cigarro. Neste caso, se a supressão total deixa-a extremamente ansiosa, há de fazer muito mais mal à criança do que simplesmente diminuir consideravelmente o número de cigarros até atingir a média de um ou dois por dia, e nada mais além disto.

Se o feto participa de todas as emoções maternas, muitas gestantes inibem a sexualidade por sentirem-se constrangidas com esta participação, principalmente no momento do orgasmo e dos sons e ruídos emitidos pelo casal.

Apesar disso, convém esclarecer que a atividade sexual não traz qualquer malefício. Ao contrário : o orgasmo, especialmente na mulher, é altamente benéfico física e emocionalmente, e é através dele que o feto capta o bem-estar geral da mãe, a felicidade intensa e, principalmente a tranqüilidade após o orgasmo e não este propriamente.

Os acontecimentos graves e estressantes como perdas significativas ou situações que atingem a gestante diretamente, como brigas conjugais ou com pessoas mais próximas, são causas de grande sofrimento fetal e, muitas vezes, não há como evitá-los.

Para diminuir os efeitos nocivos ao feto, a futura mamãe deve aumentar os períodos de descanso, oferecer-lhe apoio afetivo e conversar com ele, esclarecendo-o dos acontecimentos.

Embora não haja compreensão das palavras, o feto capta o sentido do que lhe é dito e se tranqüiliza. Assim, o vínculo mãe-bebê não é quebrado.

O perigo maior persiste quando o feto percebe-se rejeitado pela mãe ou quando suas necessidades físicas ou psicológicas não são compreendidas e atendidas, pois ele necessita desta troca para sentir-se amado e desejado.

Concluindo, se o vínculo materno-fetal não foi consolidado durante o período gestacional, há de se tentar nas horas e dias que sucedem ao nascimento, que é o período ideal na vida extra-uterina e, se necessário, com a ajuda de um profissional capacitado.



Por Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Psicóloga clínica
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/psicgestante/a_origem_do_vinculo_maebebe.htm
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Mudanças no corpo na gestação

Clique na imagem abaixo para ler sobre as mudanças que ocorrem no corpo da mulher durante a gestação:

Efeitos da amamentação

A alimentação só com leite materno no Brasil dura em média dois meses de vida, diz o Ministério da Saúde. O período mínimo recomendado é de seis meses.


Os efeitos do leite materno para o bebê:

- Supre as necessidades de hidratação (não é preciso dar água)

- Tem todos os nutrientes necessários para o crescimento (não é preciso dar outros alimentos)

- Protege contra doenças que a mãe já teve e contra as quais foi vacinada, porque os anticorpos maternos são passados para o leite (o bebê fica protegido apenas durante o período em que mama)

- Ajuda o organismo a se proteger contra problemas que podem aparecer mais tarde, como obesidade, alergia, osteoporose e certos tipos de câncer

- Fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho

- Estimula a inteligência

- A sucção ajuda no desenvolvimento dos músculos e dos ossos da face



Os efeitos da amamentação para a mãe:

- A sucção libera hormônios que contraem o útero, o que previne hemorragias decorrentes do parto

- Protege contra o diabetes e os cânceres de mama e de ovário

- Consome energia, o que faz com que a mulher volte mais rapidamente à forma física de antes da gravidez
 


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u428586.shtml
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Parto não é sinônimo de sofrimento

Que mulher nunca sentiu um frio na espinha ao pensar em como seria o nascimento de seu filho? Para algumas futuras mamães, o medo de sentir dor na hora do parto é tão angustiante que, não raro, a idéia de fazer uma cesariana, mesmo sem necessidade real, torna-se tentadora. Mas podemos dizer que esse temor feminino é quase infundado.

Ao contrário do que acontecia com nossas avós, hoje contamos com outros métodos que facilitam a chegada do bebê ao mundo e reduzem muito a dor física, tornando o parto muito menos traumático para a mãe e para a criança.

No trabalho de parto há progressivas contrações do útero e dilatações do colo uterino, o que faz com que a intensidade da dor aumente e diminua constantemente. De fato, parece um sonho viver este momento único e mágico sem preocupações, dar à luz ao seu filhote sem aqueles gritos e expressões de sofrimento que fomos acostumadas a ver no cinema e na TV, não é? E a possibilidade é real.

O ginecologista e obstetra Alexandre Pupo Nogueira, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirma que o parto normal sem dor não só é possível, como deveria ser a regra para todas as mães que assim o desejassem. Mais: dá para escolher como isso será feito. Segundo o médico, os métodos em que se minimizam as dores podem ser lúdicos, de bem-estar ou medicinais.

De forma lúdica, todo o trabalho de parto é feito como se fosse um momento de relaxamento da mãe. Existe o parto em banheira de hidromassagem, presente em algumas das maternidades, ou aquele em que a mulher senta-se sobre grandes bolas de borracha macias, por exemplo. Há os métodos que promovem maior humanização.

O obstetra explica: "Esse tipo de procedimento conta com acomodações que lembram mais um quarto do que um hospital, camas ergonômicas, equipe médica e enfermeiras dedicadas ao acompanhamento do trabalho de parto, que se identificam e gostam desta tarefa", diz. As mães que preferirem ainda podem ter a companhia de doulas, mulheres que são acompanhantes de parto profissionais, responsáveis por levar maior conforto físico e emocional.


Parto humanizado

O anestesiologista Cássio Régis, criador do site Parto Sem Dor conta que uma das formas de se fazer o parto humanizado sem sofrimento é com o método psicoprofilático ou Lamaze, desenvolvido nos anos 50 por especialistas russos e aprimorado pelo médico francês Fernand Lamaze. "Infelizmente, essa prática foi sendo deixada de lado por exigir muito tempo e treinamento mental e físico da gestante. É preciso fazer exercícios de respiração e relaxamento, e exercícios perineais durante o pré-natal. E para aprender tudo isso deve-se buscar pessoas que saibam a técnica", comenta o médico.

Um dos princípios do parto psicoprofilático é estimular a participação ativa e completa da mulher neste momento de sua vida, ensinando-a a equilibrar seu cérebro, a adaptar-se e a ter controle sobre si.

A psicóloga Andrea de Almeida Prado, de 37 anos, é doula e defende o chamado "parto natural", sem intervenções e apenas com o acompanhamento do obstetra, muitas vezes feito em casa mesmo. Dois de seus três filhos nasceram assim e ela garante que, apesar de ainda ter sentido algumas dores, a decisão pela método mais humanizado foi recompensadora.

"O primeiro parto foi no hospital, induzido e com injeção anestésica só no final. Senti dor. O segundo foi em casa, sem indução nem anestesia. As contrações incomodaram na última meia hora, mas não me lembro do parto como sendo doloroso. A alegria foi muito grande. O terceiro trabalho de parto, também em casa, foi bem dolorido e intenso, e ficar embaixo do chuveiro foi fundamental. Assim que minha filha nasceu, não senti mais nada. Valeu a pena, estava com meu marido e uma profissional em quem confiava", relata Andrea, que é uma das idealizadoras do site Amigas do Parto.

De acordo com ela, existem várias técnicas que ajudam a aliviar a dor no parto natural. "Em primeiro lugar, a mulher precisa sentir-se segura e bem amparada. Massagem pode ajudar, especialmente na lombar. Entrar no chuveiro ou na banheira também é muito bom, assim como movimentar-se à vontade, experimentando qual a melhor posição... E respirar bem, naturalmente", diz. Por isso, quem costuma praticar yoga, por exemplo, sabe que terá vantagens na hora de parir seu filho.

Andrea ainda ressalta que o local onde o bebê irá nascer é capaz de influenciar as sensações da mãe: "Um ambiente em que a mulher fique estressada vai aumentar sua percepção da dor. Barulho, gente estranha em volta, tudo isso pode atrapalhar. Um lugar calmo, tranqüilo, onde ela se sinta segura é o ideal. A mulher precisa se sentir respeitada", destaca a psicóloga.


Fonte: http://msn.bolsademulher.com/familia/parto_sem_dor-47762.html
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Dicas para largar a chupeta

Principalmente depois dos 3 anos, a chupeta é algo que não deveria mais fazer parte da vida das crianças nessa fase. O que fazer, então, se ela continua – firme e forte – na sua casa? Chegou o momento-limite de acabar com esse hábito, para o bem de seu filho.

"A boca não foi feita para ficar tampada. A chupeta ocupa um lugar que deveria ficar vazio", afirma a fonoaudióloga Flávia Ribeiro, do Hospital São Luiz, em São Paulo. O uso da chupeta não é recomendável nem para dormir.

Dependendo da duração e da intensidade com que a criança usa a chupeta, poderá ter a mordida aberta (quando a língua entra no espaço entre os dentes, dificultando a pronúncia das palavras). "Além disso, há o risco de ocorrer uma alteração na arcada dentária", alerta Flávia.

Os pais têm de ensinar o filho a pegar no sono com a boca livre. É preciso determinação na retirada: saber que está fazendo a coisa certa e o filho é forte e vai suportar a perda. "As crianças adoram ouvir histórias antes de dormir. Aproveite esse momento, quando elas se envolvem nos enredos fantásticos, desligam-se e adormecem para ‘esquecer’ a chupeta", orienta a especialista.


Abaixo, você confere 5 dicas para ajudá-la nesse processo:


1. TENTE AOS POUCOS

Reduza o tempo que ele fica com o acessório, espaçando os intervalos. É uma forma de ele começar a se desacostumar.

2. FORA PRENDEDOR

Se costuma usar a chupeta presa na roupa, tire o prendedor já! O uso excessivo provoca danos na musculatura oral, que não é fortalecida de forma adequada. A arcada dentária também pode ficar deformada.

3. FAÇA UMA TROCA

No caso de bebês, substitua a chupeta por algo de que ele goste ou pelo qual se interesse e que possa ser colocado na boca.

4. GOSTO RUIM

Deixe a chupeta estragar. Segundo os médicos, a criança vai perdendo o interesse porque o “gosto bom” acaba.

5. MARQUE O DIA

Combine um dia oficial para tirar a chupeta de vez. E não volte atrás. Senão ele vai entender que, sempre que quiser, você vai devolvê-la.



Fonte: Carlos Alberto Landi, pediatra do Hospital Samaritano, SP
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI5625-15046,00-DICAS+PARA+AJUDAR+SEU+FILHO+A+LARGAR+A+CHUPETA.html
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21 de fevereiro de 2010

Refluxo em bebês

Durante a digestão, os alimentos seguem uma direção única. Há casos, no entanto, em que ocorre um desvio de rota, o que provoca o desconforto conhecido como refluxo. Os bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, costumam ser as principais vítimas.

O leite embarca numa viagem maluca, de lá pra cá, de cá pra lá - mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago. Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade.

O resultado dessa contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e também do esôfago. Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica.

A principal causa de todo esse transtorno é a pouca idade. Como um profissional ainda sem experiência e habilidade para desenvolver suas tarefas, o ainda imaturo esfíncter inferior do esôfago - uma espécie de válvula entre esse órgão e o estômago - não consegue impedir com tanta eficiência que o alimento faça o percurso inverso. Os movimentos de contração que empurram a comida - no caso, o leite - para o caminho certo também não são lá tão eficazes.

"É uma situação própria da idade", esclarece a pediatra Yu Kar Ling Koda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo." A solução vem mesmo com o tempo. "Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano", conta o pediatra Mauro Toporovski, da Sociedade Paulista de Gastroenterologia Pediátrica e Nutrição. Isso porque o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.

Para diagnosticar o refluxo, nada melhor que o próprio relato da mãe. Mas também existem exames, como a radiografia contrastada, que verificam se o distúrbio tem origem em algum problema anatômico. Um outro, chamado PHmetria, detecta a acidez do esôfago com uma espécie de sonda introduzida pelo nariz.

Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis. Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos prescritos pelo pediatra. Os procinéticos, por exemplo, aceleram o peristaltismo (movimento de expansão e contração do esfíncter inferior), enquanto os antiácidos neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago.

 
Fonte: http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/refluxo.php
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Doenças oftálmicas nos bebês

Doenças dos olhos que devem ser flagradas no berço!

Catarata: o bebê nasce com o cristalino opaco por causas genéticas ou doenças contraídas durante a gestação. Essa lente, retirada cirurgicamente, é substituída em até dois anos.

Glaucoma: trata-se do aumento da pressão intra-ocular, que pode destruir o nervo óptico. Os sintomas são lacrimejamento ou aversão à luminosidade. A correção também é cirúrgica e exige acompanhamento.

Retinoblastoma: o tumor, que se forma nas células da retina, deve ser extraído com urgência. Além de causar cegueira, pode ser fatal. O principal sinal é um reflexo esbranquiçado na região da pupila.

Retinopatia da prematuridade: problemas com a formação do globo ocular levam ao descolamento da retina, e, em conseqüência, à cegueira. O tratamento convencional é a laser.

Obstrução do canal lacrimal: o ducto por onde a lágrima escorre é bloqueado por uma membrana. O tratamento geralmente consiste em massagens, mas, em casos extremos, só mesmo a cirurgia resolve.

Ptose: atinge uma pálpebra, ou as duas. Elas se fecham, tapando a visão do bebê, o que pode levar à ambliopia. Mais um caso para operação.
 
 
 
Fonte: http://bebe.abril.com.br/03_05/saude/doencas-flagradas-berco.php
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Síndrome do respirador bucal

O que é a síndrome do respirador bucal?

Como o próprio nome sugere, as crianças que sofrem com a síndrome do respirador bucal têm o hábito de respirar pela boca.

Elas não ficam necessariamente com a boca aberta os lábios e dentes, muitas vezes, permanecem entreabertos. As conseqüências do problema são narinas entupidas, dor de garganta e voz anasalada. Mas outros problemas podem aparecer.

Os mais comuns são as rinites alérgicas e o aumento das amídalas, que se localizam na garganta, e das adenóides, também conhecidas como carne esponjosa.

Uma das causas da síndrome é o uso prolongado de chupetas e mamadeiras.



Fonte: http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/conteudo_242772.php
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Alergia ao leite de vaca


A alergia à proteína dessa bebida surge principalmente no primeiro ano de vida e exige atenção especial com a alimentação da criança.

OBS: O Leite Materno é o alimento ideal para o bebê! Deve ser oferecido apenas o leite materno durante os primeiros 6 meses de vida e após este período o leite deve servir de complemento na alimentação, recomenda-se o uso do leite materno até os 2 anos!

Hoje, 5% das crianças brasileiras possuem algum tipo de alergia alimentar. E o grande protagonista dos ataques alérgicos na garotada é ele mesmo: o leite de vaca. “No primeiro ano de vida, nosso sistema gastrintestinal ainda não está maduro”, explica Ary Lopes Cardoso, chefe da unidade de nutrologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas paulistano. Quando o leite de vaca entra no menu muito cedo, o organismo da criança absorve proteínas que podem ser encaradas como intrusas pelos anticorpos. Aí, os sintomas de que algo não vai bem surgem em diferentes cantos do corpo – principalmente na pele, nos pulmões e no intestino.

O bebê pode apresentar diarréia, constipação, vômitos, asma, rinite, chiado no peito, manchas avermelhadas, urticária e, em casos mais sérios, anafilaxia (uma reação sistêmica que vem acompanhada de falta de ar).

Por que o leite? “Ora, ele é um dos primeiros alimentos a serem introduzidos na dieta da criança”, justifica o pediatra e alergista Wilson Rocha Filho, coordenador do Núcleo Allos, um centro de referência no tratamento de alergia alimentar e anafilaxia de Belo Horizonte. Além disso, a bebida contém 25 proteínas com potencial para induzir reações do sistema imune.

Diagnosticar o problema é que costuma ser complicado. “Há muita confusão, já que os sintomas são parecidos com os de outras doenças, como a intolerância à lactose”, afirma Wilson. “Por isso, uma análise da história clínica detalhada da criança é a melhor forma de diagnóstico”, complementa. Quando os pais são alérgicos, o cuidado deve ser redobrado – o risco de desenvolver o mal chega a 80%

“Se houver a suspeita de alergia, o pediatra pode prescrever uma dieta de exclusão para tirar a dúvida”, diz Roseli Sarni, presidente do departamento de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ou seja, o leite e companhia ficam de fora da mesa por cerca de duas a oito semanas.

Os especialistas também adotam esse procedimento no exame que confirma se o pequeno rejeita a proteína do leite de vaca. Trata-se do teste de provocação, ou desencadeamento. Logo após o término da dieta de exclusão, a criança consome o alimento que poderia estar por trás da alergia e fica sob observação.

Para o alívio da criançada – e dos pais –, essa é uma doença autolimitada. Em bom português, ela tem cura e não costuma ser persistente. Roseli Sarni dá uma boa notícia: “Em 85% dos casos, o problema é resolvido antes dos 3 anos de idade”.


Fonte: http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/alergia-leite.php
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19 de fevereiro de 2010

Mãe tem mais neurônios!

Um estudo americano mostra que ter filhos pode dar uma força para o seu cérebro. Entenda e saiba quais são as outras habilidades que você ganha com a maternidade. Já pensou no tanto de coisa que uma mãe precisa saber e fazer para cuidar de uma criança? E ainda dar conta do trabalho, da casa, do marido, dela mesma... O cérebro dá uma força nesse momento tão importante.

Um estudo da Universidade Tufts (EUA) indicou que o comportamento maternal estimula a criação de novos neurônios em fêmeas de ratos e ovelhas. “Os novos neurônios produzidos durante e após a gravidez podem estar envolvidos no reconhecimento dos filhos e nos cuidados maternos durante a lactação”, explica Robert Bridges, um dos responsáveis pela pesquisa. O mesmo pode ocorrer em seres humanos. “Esses estudos abrem novas perspectivas para o desenvolvimento de habilidades”, afirma Luiz Celso Pereira Vilanova, chefe da neurologia pediátrica do Hospital São Paulo (SP).

Mas as vantagens não param por aí. Há outras habilidades que você ganha com a maternidade:


• Percepção: Amplia-se o poder sensorial, especialmente a audição e a visão.

• Eficiência: O desafio de aliar maternidade à vida profissional expande os recursos mentais.

• Resiliência: As mães lidam melhor com o estresse e uma das razões pode estar na ocitocina, hormônio que estimula as contrações e a produção do leite, e também funciona como antiestresse.

• Motivação: Ficam mais disciplinadas, destemidas e ambiciosas (no bom sentido).

• Inteligência emocional: Aumenta a habilidade de entender as próprias emoções e sentimentos, assim como as dos outros.
 
 
 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI122581-10510,00-SOU+MAE+TENHO+MAIS+NEURONIOS.html
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Primeira dentição

Primeira dentição: Como evitar o desconforto dos bebês? Entre as várias dúvidas que muitas mães têm em relação à saúde dos bebês, algumas giram em torno da higiene bucal, principalmente quando os dentinhos começam a nascer e deixam os pequenos irritados.

"O nascimento dos primeiros dentes é uma ocorrência natural que normalmente não provoca dor, nem sangramento, mas sem dúvida nenhuma trata-se de um momento intenso, tanto para a mãe como para o próprio bebê - um período, muitas vezes, caracterizado pela irritabilidade da criança", afirma Dra. Vivian Farfel (CRO-SP 59.111), especialista em Odontopediatria, Ortodontia e Ortopedia Facial pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).

Conforme a especialista, os dentinhos começam a nascer por volta de seis meses de idade. "Os incisivos centrais inferiores são os primeiros dentes a aparecerem na boca". Um atraso, em torno de seis meses, pode ser considerado normal. Vivan alerta que são raros os casos nos quais os dentes de leite nascem antes do prazo médio, por volta de dois a três meses de idade, ou imediatamente após o nascimento. Nessas situações, é indicado procurar o odontopediatra para uma avaliação. Na maioria das vezes, a dentição se completa por volta dos dois ou três anos de idade.
 

Para ajudar pais e filhos passarem por essa fase sem traumas, a dentista dá algumas dicas:


Como devem ser os cuidados com a higiene bucal do bebê antes da erupção dos primeiros dentes?

Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água filtrada ou fervida para remover os resíduos de leite.

Com o nascimento do primeiro dente, a fralda deve ser substituída por uma escova macia de cabeça pequena, adequada a faixa etária da criança. A mãe deve escovar os dentes existentes com uma pequena quantidade (semelhante a um grão de ervilha) de creme dental sem flúor. O flúor é um medicamento e quando ingerido pode causar a fluorose, que se manifesta através de manchas nos dentes permanentes em formação.


Quais os sintomas que o bebê pode sentir durante a erupção dos primeiros dentes e por quê?

O bebê pode ter alguns sintomas como aumento de salivação devido à maturação das glândulas salivares e a dificuldade que ele tem de engolir a saliva produzida; diarréia, em conseqüência do distúrbio gastrointestinal causado pela contaminação por meio de objetos levados à boca e pela sucção dos dedos, principalmente em condições de higiene inadequada; febre baixa e passageira, provocada por substâncias que regulam a temperatura corpórea, liberadas durante o irrompimento da gengiva; gengivas inchadas e irritação local provocada pela presença de dentes. O bebê também pode ficar agitado e irritadiço, podendo até perder o apetite e o sono habitual.


Existe alguma maneira de ajudar a erupção dos primeiros dentes?

Para aliviar o desconforto, os pais devem oferecer ao bebê alimentos mais duros, como pedaços de cenoura ou talos de vegetais crus que ajudam na erupção dos dentes. Alimentos ou bebidas quentes que aumentam a sensação de irritação devem ser evitados.

Outra maneira de aliviar o desconforto do bebê é massagear suavemente a gengiva. Para isso, envolva o dedo com uma gaze umedecida em água filtrada ou soro fisiológico, e faça movimentos suaves sobre a região.

Os pais também podem oferecer, ao bebê, mordedores de silicone, que contém um gel no seu interior e que devem ser mantidos na porta da geladeira. A temperatura baixa promove um efeito levemente anestésico e alivia a irritação da gengiva. Se, eventualmente a irritação for muito grande, deve-se consultar um odontopediatra para outras instruções.

Nunca se deve aplicar algum tipo de pomada por conta própria, porque os sintomas causados pelo nascimento dos primeiros dentes são naturais e não há necessidade de medicação.



Quais objetos são melhores para aliviar o desconforto ou a coceira - os confeccionados com silicone ou com látex? Como higienizar esses objetos?

O silicone é o material ideal, por ser mais higiênico que o látex e menos sujeito ao mofo. Para evitar a infecção pelos fungos e bactérias, o ideal é que os mordedores de silicone escolhidos tenham as bordas livres de saliências.
 
A higienização deve ser feita com uma escova de cerdas macias, água quente e sabão neutro, e enxaguar bem para não deixar nenhum resíduo sobre sua superfície. Antes de cada uso é necessário esterilizá-los com água fervente em uma panela apropriada, na qual os mordedores devem ficar totalmente submersos durante a fervura, que não deve ultrapassar cinco minutos, a fim de ser evitar que os mordedores fiquem pegajosos, porosos e, até mesmo, deteriorados.
 
Outra opção é a esterilização a vapor, no forno de micro-ondas, que faz com que as elevadas temperaturas eliminem as bactérias.
 
Em caso de mordedores de borracha, a fervura durante a esterilização pode danificar o látex, alterando seu formato e consistência. Por essa razão, a troca dos mordedores confeccionados com este material deve ocorrer com freqüência maior.
 
 
 
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/primeira-denticao-como-evitar-o-desconforto-dos-bebes-8-1-54-166.html
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Parto natural: Tranquilo e seguro!

Muito comum em vários países da Europa, o parto natural voltou a ser assunto depois que a supermodelo Gisele Bündchen contou que essa foi sua escolha na hora de ter o filho, Benjamin. O bebê nasceu na casa dela, dentro de uma banheira.

No Brasil, o grande número de cesarianas – segundo dados do IBGE, elas equivalem a 43% dos partos, índice considerado alto e distante do ideal pela Organização Mundial da Saúde - levanta uma questão: é realmente necessário passar por uma cirurgia para dar à luz?

Segundo a terapeuta corporal e acadêmica de enfermagem Cristine Young, mais conhecida como Kira Young, o parto natural pode ser feito quando não há risco para a mãe ou o bebê durante a gestação. “A equipe que acompanha a gravidez é composta de um médico, uma enfermeira com especialização em obstetrícia e uma assistente. Esse grupo conhece bem a família e a casa, fica muito próximo e oferece uma assistência diferenciada, que se estende para antes e depois do nascimento do bebê”, diz ela.

Enquanto o parto normal é realizado dentro de um hospital, com uma série de procedimentos que incluem até anestesia, o parto natural costuma ser feito na própria casa da gestante, sem o uso de medicamentos.

“Acreditamos na fisiologia do parto. O ambiente domiciliar oferece privacidade e tranquilidade, fazendo com que a mulher esteja focada no ato de colocar o bebê para fora. Nessa hora, o organismo libera analgésicos naturais, e o uso de água quente ajuda a aliviar as contrações. Existe uma sabedoria do corpo que é resgatada”, explica Cristine.

Quem comanda o parto natural é a mulher. O planejamento, feito ao longo da gravidez, respeita o tempo da mãe e da criança, bem como as diferentes fases da gestante. "Na hora do nascimento, a mãe tem a liberdade de se movimentar e escolher a melhor posição para ter o bebê, por exemplo. E o método ainda tem um custo mais baixo do que o de um parto convencional", garante Cristine.

Durante o parto natural, o médico fica de sobreaviso, mas raramente está presente. Quem acompanha o processo é a enfermeira especializada e a acompanhante, chamada de doula. Pessoas próximas da gestante, como o marido e outros familiares, ficam livres para assistir ao nascimento. “O bebê sai e vai direto para o colo da mãe. Ela fica com ele o tempo inteiro, é a primeira a segurá-lo e a primeira pessoa que a criança vê, tornando aquela ligação ainda mais forte”, conta Cristine.

Para imprevistos que possam surgir na hora do nascimento, o material trazido pela enfermeira e sua acompanhante inclui um kit básico de emergência. “A questão da dor é outra preocupação das mães. Não falamos em dor do parto, mas sim em ondas. Conforme a mulher entende o processo, vai se entregando aos poucos e percebe que, a cada contração, o bebê está mais perto de sair. Quando ele é expulso, a dor acaba e é esquecida diante daquela carinha sedutora”, afirma Cristine.
 
 
Fonte: http://gnt.globo.com/EstarBem/Materias/Parto-natural-pode-ser-tranquilo-e-seguro.shtml
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O Pai e a Amamentação


Amamentar não é tarefa fácil, principalmente quando a mulher tem que conciliar filhos, casa e marido. E é nessa hora que o papai surge para incentivar, ajudar e participar de todos os momentos, difíceis ou não.

O pós-parto pode trazer uma tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação à sua própria amamentação. O apoio e incentivo do papai são essenciais para que a mamãe se reestruture, se reorganize e sinta-se capaz de amamentar.

A mamãe deve pedir que o papai participe da amamentação sempre que possível. A presença e carinho dele durante a amamentação fortalecem o vínculo afetivo entre ele, a mamãe e o bebê.

Lembre-se que o bebê necessita de muitos cuidados e a amamentação demanda tempo. E esse tempo era o tempo que antes a mulher tinha para deixar a casa impecável, fazer refeições maravilhosas e se arrumar. Viu só a dificuldade. Agora a mulher que já é mamãe encontrará dificuldades em fazer tudo o que fazia antes, além de cuidar do pequeno ser.

O papai deve ser compreensivo, não ser reclamão e ajudar nos afazeres domésticos, cuidados com o bebê e, principalmente, com os outros filhos. A mamãe também precisa de descanso e de alguém como o papai que possa ajudar a cuidar do bebê no que se refere à troca de fraldas, banho, vestir e dar colo.

Na hora em que a mamãe estiver amamentando, o pai pode levar líquidos como água e suco para a sua esposa. Isso é um sinal de atenção. O período de amamentação requer a ingestão de bastante líquido.

Brigas e discussões causam estresse na mamãe podendo prejudicar na descida do leite e comprometer o aleitamento materno tão importante para o bebê. A paciência deve ser uma das qualidades que o homem deve exercitar muito nesse período, ainda mais porque nessa fase a mulher fica cansada e por isso mais irritada e impaciente.

Compreensão, amor, às vezes, “contar até dez” (ou até um pouco mais) devem fazer parte do cotidiano do papai para evitar conflitos.

Como ajudar? -Para incentivar o aleitamento materno, o papai deve ter atitude e não levar para a casa mamadeiras, chupetas ou latas de leite que podem levar ao desmame precoce. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida, aliado ao amor dos pais, são o que o bebê mais precisa para crescer inteligente e saudável.

E um dos itens mais importantes é quando o papai vai junto com sua mulher e seu filho nas consultas com os profissionais que o bebê faz acompanhamento. Assim aprenderá como auxiliar a sua esposa, tornando o período da amamentação gostoso, motivante e feliz para os três. Mãe, não tenha receio em “dividir” a amamentação, convoque o pai para essa tarefa!

Dicas

* Mamãe, deixe o papai participar de tudo que se relaciona ao bebê. Chame-o para que aprenda e te ajude.

* O papai é capaz de cuidar do bebê e, assim, torna-se mais fácil criar vínculo com o filho.

* Atenção, compreensão e amor do marido são essenciais para que a mamãe sinta-se segura e feliz.



Fonte: Guia do bebê (http://guiadobebe.uol.com.br/)
 
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Seminário de Enfermagem

1º Seminário de Ações de Enfermagem para Redução da Mortalidade Neonatal: Novas Perspectivas.

Dias 18, 19 e 20 de Março de 2010
Local: Auditório Zélia Gattai - UNIJORGE
Realização: ABENFO-BA e ABENFO Nacional
Informações: abenfo.ba@gmail.com

Bebê deve mamar logo que nascer!

A visão do parto que existe na cabeça da grande maioria das mulheres é assim: a gestante sente muitas dores e “expulsa” o bebê de dentro da barriga (seja com o parto cesárea ou normal). Em seguida, o bebê é levado para as avaliações necessárias, toma banho e assim vai para o berçário, reencontrando a mãe depois de um tempão.

A realidade em alguns hospitais ainda é essa, infelizmente. Entretanto, uma boa parte das maternidades realiza um trabalho mais humanizado, isto é, respeitando o momento ímpar entre mamãe e bebê. O aleitamento materno é fundamental nos primeiros minutos de vida do novo serzinho.

Mesmo aquela mamãe que por vezes não pode nem sentar e está cansada do exaustivo trabalho de parto, é preciso sim dar atenção imediata ao filho. Seja forte, mulher!

As vantagens da amamentação imediata são muitas e beneficiam tanto bebê quanto mamãe.

Começando pela produção de hormônios que acontece logo depois do parto numa interação mãe-bebê. O ato de o bebê sugar o leite libera a oxitocina que aumenta as contrações uterinas da mamãe, expulsando com maior facilidade a placenta e já fazendo com que o corpo da mulher volte ao normal.

“Sugando o seio da mãe, o bebê também ajuda na descida do leite materno, já que o ato de sugar joga na corrente sangüínea da mamãe o hormônio prolactina que estimula a produção de leite”, relata a fonoaudióloga Jamile Elias, aprimoranda em Saúde Materna-Infantil pelo Hospital Guilherme Álvaro, em Santos/SP.

A endorfina também é liberada quando o bebê é amamentado logo após o parto, diminuindo as dores da mamãe, que muda o seu foco da dor para o bem-estar do seu filho. E com esse foco desperta o instinto de proteção e cuidado.

O quanto antes no peito - Quanto mais precoce for a primeira mamada, mais vínculo se criará entre mamãe e bebê, prolongando assim o tempo de amamentação.

A fonoaudióloga Jamile Elias diz que a amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida do bebê, pois mamãe e filho se beneficiem ao máximo das vantagens da amamentação exclusiva, como menor risco de doenças e alergias.

Outra vantagem: o contato pele a pele nos primeiros minutos de vida contaminará o bebê de germes e bactérias da própria mãe que são menos agressivos, criando imunidade, principalmente com o colostro (leite das primeiras mamadas), prevenindo assim de alguma infecção posterior.

Quer mais? O bebê ainda não regula normalmente sua temperatura. A relação precoce da mãe com o bebê que acabara de nascer faz com que a ela regule o corpo do pequeno ao estar em contato pele a pele, evitando assim uma hipotermia (choque entre a temperatura normal de uma pessoa com a do ambiente).

Prêmio a quem incentiva o aleitamento “imediato” - A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) propuseram ações em apoio ao aleitamento materno desde os primeiros minutos de vida do bebê.

Uma dessas ações chama-se “Iniciativa Hospital Amigo da Criança - IHAC”. Para receber esse título, o hospital precisa seguir dez mandamentos que incentivam o aleitamento materno. E o quarto item dessa lista pede:

“Ajudar as mães a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto”

Mesmo os hospitais que não tem esse título podem ajudar as mamães a amamentarem seus bebês nos primeiros minutos de vida.

Dicas

Se você quer se beneficiar desse contato precoce converse antes com os médicos que realizarão o seu parto e com o hospital.

Quanto mais informações sobre parto e amamentação você tiver melhor preparada estará para beneficiar seu bebê e a você mesma.

Amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir consideravelmente a mortalidade neonatal.



Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/amamentacao/bebe_tem_que_mamar_logo_que_nasce.htm
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Pai não é visita! Direito ao Acompanhante

Você sabia que tem direito a ter a pessoa que escolher com seu (sua) acompanhante durante o parto? E que, se esse direito for desrespeitado, você pode fazer um boletim de ocorrência e procurar um advogado? A Lei Nº 11.108, sancionada pelo Presidente da República em exercício, em 07/04/2005 e publicada no Diário Oficial, em 08/04/2005, alterou a Lei Nº 8.080 para garantir às gestantes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, rede própria ou conveniada.

"CAPÍTULO VII

DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DURANTE O TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO

Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde - SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. (grifo meu)

§ 1º O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela parturiente. (grifo meu).
Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e o Ministério da Saúde, a regra inclui partos via convênio médico e do setor privado. Há um ano, uma resolução da Anvisa reforçou esse direito.

Na prática, não é o que acontece. A pedagoga Thaís Stella, 32, é uma das que tiveram o filho sozinha contra a vontade. Seu marido, Antonio Araújo, 32, foi com ela ao Hospital Sorocabana, em São Paulo, mas teve que ficar na recepção. "Parecia que eu ia ser presa. Tive que entregar tudo, até meus óculos. Tenho oito graus de miopia, nem consegui ver meu filho quando ele nasceu."

Antonio só ficou sabendo do que estava acontecendo depois que João nasceu, assim como os outros pais presentes, conta Thaís. Só pôde ver a mulher e o filho na tarde seguinte, no horário de visitas.

Quando terminou o horário de visitas, Thaís "implorou" ao marido que não saísse. "Estava me recuperando de uma cesárea, com dor, lutando para amamentar. Não conseguia cuidar bem do meu filho."

Ele chegou com a lei do acompanhante impressa e disse que não sairia de lá. Após muita resistência, segundo Thaís, acabou ficando --e a outra paciente que dividia o quarto com ela pediu ao marido que voltasse e ficasse também.

"Deu para ver que era uma prática comum lá. Eles não têm nem cadeiras para os acompanhantes", diz a pedagoga, que ainda não obteve resposta para a reclamação que fez na ouvidoria do hospital.


Benefícios à saúde

Pesquisas sugerem que diversos indicadores melhoram com a presença do acompanhante.

"O cidadão brasileiro já nasce com seu direito desrespeitado. É um vexame", diz Simone Diniz, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo).

Em uma pesquisa com 1.673 mulheres que tiveram filho pela rede pública, ela constatou que quase todas querem ter um acompanhante e que muitas sabem da lei. "Elas não exigem porque têm medo de retaliação, de serem mais maltratadas."

Diniz diz que, mesmo quando o parto é de risco, o acompanhante não atrapalha o médico. "E, para o bem-estar da mulher, é melhor que ela tenha alguém em quem confia do seu lado."

Hospitais afirmam que, como há várias mulheres por quarto, a presença de um acompanhante do sexo masculino pode atrapalhar a privacidade das pacientes.

Mas, segundo Lena Peres, coordenadora da área de saúde da mulher do Ministério da Saúde, um levantamento em um grande hospital mostrou que, em 10 mil partos, só houve três problemas com o acompanhante. "A lei é contundente: o hospital tem que oferecer essa possibilidade à mulher."

Ela diz que foi dado um prazo de seis meses para que os serviços se adaptassem e que o Ministério tem recursos para ações como colocação de biombos, cortinas e poltronas.

Marta Oliveira, gerente-geral técnico-assistencial de produtos da ANS, diz que, se a enfermaria não comportar o acompanhante, o hospital deverá se organizar para fazer isso.

No caso dos planos de saúde, é obrigatório deixar o acompanhante com a mulher no mínimo por 24 horas após o parto. Para o SUS, não há período definido -mas, segundo Peres, dura todo o tempo de recuperação da mãe.

Não foi o que aconteceu com a administradora Sydharta Cavalcanti, 33, que teve sua filha, Luana, hoje com um ano e dez meses, no hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Além de não permitirem que seu marido ficasse com ela no pré-parto e no nascimento, ele só pôde vê-las horas depois, no período de visitas.

"Era um sonho dele estar lá. Ele pediu, mas achou que no SUS não havia esse direito. O parto não foi mais mágico porque ele não estava", diz ela.


Outro lado

O Hospital Beneficência Portuguesa afirmou que não impede a presença de acompanhante.

A reportagem telefonou para o estabelecimento duas vezes e foi informada, pelos atendentes, de que não é permitida a presença de acompanhante. Segundo a nota enviada, a informação passada não condiz com o procedimento do hospital.

Ângelo Badia, vice-presidente médico do Hospital Santa Marina, diz que a taxa cobrada cobre custos de roupas cirúrgicas e máscaras descartáveis.

Segundo ele, os planos de saúde não cobrem esse custo, a taxa é uma das mais baixas entre hospitais de São Paulo e a paciente é avisada sobre ela antecipadamente.

Procurado pela Folha, o Hospital Sorocabana não se manifestou.

Em hospitais privados, ter companhia no parto custa cerca de R$ 100.

(Fonte: Hospitais violam direito a acompanhante durante o parto - Flávia Mantovani, da Folha de S.Paulo)


Sobre o argumento muito utilizado de que “cesárea não é parto”, lembramos que na declaração de nascido vivo fornecida pela maternidade se encontram as alternativas: parto normal e parto cesáreo. O mesmo se verifica nas carteiras de vacinação e carteira de gestante. Para tirar qualquer dúvida a este respeito, segundo informação do próprio Ministério da Saúde, cesárea é SIM um tipo de parto. (http://twitter.com/minsaude/status/4715177208)


Caso seu direito seja desrespeitado, lembre-se do boletim de ocorrência e de procurar um advogado, para obter (no mínimo) ressarcimento pelo prejuízo de ordem moral que sofreu. Você também pode fazer barulho: escrever tudo o que aconteceu em cerca de duas páginas e enviar seu texto para

Ouvidoria e Direção da Maternidade em questão;

Ouvidoria e Direção Clínica do Hospital ao qual a maternidade está ligada;

Ouvidoria Geral do Município em questão;

Secretaria Municipal de Saúde do Município em questão - Depto de Gestão do Cuidado Hospitalar;

Secretaria Municipal de Saúde do Município em questão – Divisão de Atenção à Saúde da Mulher;

Ouvidoria da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo (ouvidoria@saude.sp.gov.br); e

Ouvidoria do Ministério da Saúde (ouvidoria@saude.gov.br).

Faça valer seu direito: Pai não é visita!
 
 
Fonte: http://barrigaboa.blogspot.com/2010/02/pai-nao-e-visita-o-direito-ao.html
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Acupuntura para grávidas deprimidas

A acupuntura pode ser uma opção eficaz no tratamento da depressão em mulheres grávidas. Um estudo apresentado na reunião anual da Society for Maternal-Fetal Medicine, em Chicago, revela que a terapia chinesa com agulhas tem efeitos benéficos no tratamento e é segura para o feto, o que não acontece com os medicamentos anti-depressivos normalmente utilizados.

O estudo avaliou 150 grávidas que sofriam de depressão aguda. Durante oito semanas, um sub-grupo foi sujeito a um tratamento específico de acupuntura para a depressão, outro a massagens e outro ainda a um tratamento com agulhas sem qualquer efeito. As que receberam a terapêutica com acupuntura verdadeira revelaram uma redução substancial na gravidade da depressão.

Os autores do estudo consideram, assim, que a acupuntura deveria ser pensada como uma opção de tratamento segura e eficaz, sem efeitos secundários indesejáveis, no tratamento da depressão em mulheres grávidas.

Calcula-se que cerca de 10 por cento das grávidas sofra de depressão e destas 10 por cento vê agravados os sintomas da doença no decorrer da gravidez. Muitas deixam de tomar os medicamentos anti-depressivos por não serem completamente seguros para o desenvolvimento fetal.“
 
 
Fonte: http://www.rituaismaternos.com/acupunctura-para-gravidas-deprimidas/
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12 de fevereiro de 2010

Gestantes no Carnaval

Cuidados para as gestantes foliãs durante o carnaval:

- Faça a ingestão constante de líquidos;

- Não deixe de usar protetor solar;

- Tome cuidado com a alimentação. Faça refeições leves e respeite o intervalo de três horas;

- Descanse ao menos oito horas. Lembre-se seus limites mudaram;

- Fuja dos saltos altos. Prefira rasteirinhas, além de serem mais confortáveis, evitam quedas;

- Não se esqueça de tomar os medicamentos rotineiros. Mesmo fora de casa respeite os horários;

- Fique longe das caixas de som dos trios elétricos, da bateria das escolas de samba e dos conjuntos musicais nos clubes. O limite máximo permitido, pela legislação brasileira, de exposição a sons é de 85 decibéis. A partir daí, há risco de perda auditiva, dependendo da intensidade do som (volume), tempo de exposição e a sensibilidade individual;

- Antes de viajar, converse com seu obstetra e siga a risca as recomendações;


Fonte: http://semprematerna.uol.com.br/gravidez/na-passarela-ala-materna?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
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11 de fevereiro de 2010

Yoga na Gestação

A gestação é um período de grandes transformações, alterações hormonais, sentimentos a flor de pele. Um período de descobertas, rico em sensações indescritíveis e profundas mudanças.

Dependendo de como nós encaramos a gravidez e todas essas mudanças tudo acontece de forma natural e tranquila, e o yoga pode nos ajudar muito nesse processo.

As mulheres que praticam yoga em geral tem uma gestação, parto e pós-parto mais saudáveis, níveis de estresse e ansiedade diminuídos, respiração e oxigenação do bebê aumentadas, assoalho pélvico mais preparado para o parto, entre outros. Os benefícios do yoga na gestação são inúmeros tanto para mãe quanto para o bebê.



Fonte: http://yoganagravidez.com.br/2010/01/26/por-que-yoga-na-gestacao/
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Chás na gravidez?

Apesar de parecerem inofensivos, eles podem ser perigosos durante os nove meses. Alguns chás, inclusive, podem ser abortivos. Confira:

“Tome um chá de cidreira que ajuda a relaxar ou esse comprimido à base de ervas. Não vai fazer mal.” Você já deve ter recebido algumas receitas assim em algum momento da sua vida, certo? Mas, na gravidez, um simples chazinho pode, sim, ser um problema.

Um estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), publicado recentemente pelo American Journal of Obstetrics and Gynecology, mostrou que a época em que as grávidas norte-americanas mais são adeptas de chás e remédios à base de ervas é no primeiro trimestre da gestação.

O período mais crítico da gravidez, quando o bebê está em formação. “Assim como medicamentos alopáticos, a mulher não deve tomar nenhum à base de ervas, pois não há comprovação científica dos efeitos no bebê”, afirma Antonio Júlio de Sales Barbosa, obstetra e ginecologista do Hospital Santa Catarina (SP).

De acordo com Regina Stikan, nutricionista do Hospital e Maternidade São Camilo, alguns chás, inclusive, podem ser abortivos, caso dos de canela e de cravo-da-índia. Há aqueles que contêm grande quantidade de cafeína, como o preto e o mate. “A cafeína deve ser excluída durante toda a gestação. Ela é um estimulante do sistema nervoso central, o que pode deixar a mulher agitada, com taquicardia, trazendo aceleração dos batimentos cardíacos não somente para ela, mas também para o bebê”, afirma Júlio.

A gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, afirma Regina. "A melhor opção é o de erva doce e erva cidreira, que têm efeito calmante", diz. Ainda assim, o especialista alerta: “Por existirem poucos estudos sobre o efeito das plantas medicinais durante os nove meses, é preciso sempre conversar com o seu obstetra. Ele é quem vai avaliar a segurança de medicações e alimentos durante a gravidez”, afirma Júlio.
 

 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/1,,EMI9760-10563,00.html
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