31 de dezembro de 2009

Feliz 2010 !! : )


A Importância do Brincar


Talvez poucos pais saibam o quão importante é o brincar para o desenvolvimento físico e psíquico do seu filho.  A idéia difundida popularmente limita o ato de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em atividades divertidas.

Inúmeras vezes os próprios pais inibem as brincadeiras dos seus filhos, exigindo organização e acreditando que os estão ajudando, acelerando a aquisição de comportamentos desejáveis: manter tudo organizado e limpo. Estão na verdade, queimando uma etapa muito importante do desenvolvimento infantil.

Através do brincar a criança está experimentando o mundo, os movimentos e as reações, tendo assim elementos para desenvolver atividades mais elaboradas no futuro.

Através do simbólico jogo da brincadeira, a criança irá entender o mundo ao redor, testar habilidades físicas (correr, pular), funções sociais (ser o construtor, a enfermeira, a secretária), aprender as regras, colher os resultados positivos ou negativos dos seus feitos (ganhar, perder, cair), registrando o que deve ou não repetir nas próximas oportunidades (ter mais calma, não ser teimoso). A aprendizagem da linguagem e a habilidade motora de uma criança também são desenvolvidas durante o brincar.

Hoje é comprovado que bebês que recebem estimulação de brinquedos, que permitam sua participação ativa através do seu manuseio, não apenas como observador, desenvolvem mais a inteligência e demonstram maior interesse pelo aprendizado.

A brincadeira permite um extravasar dos sentimentos, auxilia na reflexão sobre a situação, criando várias alternativas de conduta para o desfecho mais satisfatório ao seu desejo.

O ato de brincar com outras crianças favorece o entendimento de certos princípios da vida, como o de colaboração, divisão, liderança, obediência às regras e competição.

A realização da ludoterapia (terapia através do brincar), tem mostrado excelentes resultados em crianças com diversos tipos de dificuldades e/ou problemas. A ludoterapia permite que a criança expresse seus medos, conflitos e ansiedades, possibilitando (com auxílio do terapeuta) a elaboração destes sentimentos.

Portanto, as crianças tendo a oportunidade de brincar, estarão mais preparadas emocionalmente para controlar suas atitudes e emoções dentro do contexto social, obtendo assim melhores resultados gerais no desenrolar da sua vida.

 
 
Fonte: http://www.clubedobebe.com.br/Palavra%20dos%20Especialistas/psi-daniela-11-01.htm
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29 de dezembro de 2009

O Desmame e a Pré-escola


Com o passar dos meses, seu bebê recém-nascido vai crescendo e chega a hora do desmame, que é o  início da independência e a conquista da autonomia. Esta fase de desmame é comparada à entrada da criança na pré-escola, períodos estes em que seu filho deverá  aprender a se separar de seus pais.

Acredita-se que a personalidade da criança vai se construindo através da relação que ela tem com o mundo, que, a princípio, é a mãe. No início, a dependência do bebê é total e necessária. A mãe vai ensinar a essa criança sobre os limites do seu corpo, no contato físico com ela e no lavar, limpar, amamentar etc...


O desmame é uma das mais difíceis missões, tanto para mãe como para a criança. Tirar-lhe o que a sustenta afetiva e fisicamente é agressivo e angustiante. Por um lado o bebê vai começar a ter noção que não é um "continum" da mãe. E por outro lado a mãe perderá a sensação de que é parte da criança, se sentirá perdendo algo.

O período de desmame, pode ser comparado com a entrada da criança da pré-escola. Os pais precisam novamente "empurrar" essa criança para a independência, mas esta tarefa não é nada fácil para ambas as partes. Os pais, geralmente apresentam insegurança e dúvidas se o filho vai ficar bem na escola. É importante lembrar que a separação é um processo que gera sentimentos que precisam ser entendidos, é necessário que os pais estejam muito seguros, caso contrário a criança vai perceber, o que pode prejudicar sua adaptação na escola.

Ao ingressar na pré-escola, a criança afasta-se do convívio familiar para entrar em um ambiente desconhecido, com pessoas novas, onde precisa criar novas relações afetivas. Muitas vezes, perguntam-se o porque ir para escola e apresentam medo dos pais não voltarem para buscá-las.

Existem pré-escolas que propõem um programa de adaptação, que ajuda a criança a enfrentar este momento difícil. Geralmente alguém próximo à criança deve ficar com ela na escola por um certo período. Este tempo deve diminuir até que ela se sinta segura.


Algumas "técnicas" para facilitar a adaptação:
* Matricule seu filho no início do ano ou do semestre, assim ele não será o único aluno novo no grupo.

* Se a criança quiser, deixe-a levar algum objeto de casa que goste. É uma maneira de manter o vínculo com sua casa.
* Não fique perguntando à criança se ela quer ir à escola, ela não é capaz de decidir sozinha.

* Evite colocá-la na escola pela primeira vez num momento de transformações, morte, nascimento de um irmão etc...

* O período de adaptação varia muito. As crianças mais tímidas e as com menos de três anos, podem precisar de mais tempo do que outras.

* Mesmo após uma familiarização da criança na escola, podem ocorrer retrocessos. Algumas vezes surgem comportamentos regressivos, como chupar o dedo ou fazer xixi na cama. Agressividade, choros freqüentes e tristeza também podem ser notados em alguns casos.

* É de grande importância que os pais busquem informações o quanto antes para compreender como a criança se comporta na escola. Caso estes comportamentos persistam por muito tempo, é indicado procurar ajuda de um psicólogo.


 
Fonte: http://www.clubedobebe.com.br/Palavra%20dos%20Especialistas/psi-daniela-02-01.htm
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Bem nutrida e sem enjoo


Durante a gravidez, os alimentos certos garantem o bem-estar da mamãe e a saúde do bebê. Veja como comer corretamente e sem indisposições.

Umas sentem fome demais, e outras ficam com menos apetite. Umas enjoam muito, e outras, nada. É provável que até hoje não tenham surgido duas grávidas com exatamente os mesmos sintomas. Todas, porém, precisam prestar atenção no que e quanto comem.

“Quando a mulher sofre essas sensações desagradáveis, que a deixam indisposta, há algumas atitudes que podem minimizar enjoos e vômitos”, diz a nutricionista Solange de Oliveira Saavedra, gerente técnica do Conselho Regional de Nutricionistas de SP e MS. São elas:
• Comer em pequenas quantidades, dividindo as porções em intervalos curtos, a cada duas ou três horas

• Preferir alimentos bem secos, como bolachas do tipo água e sal e torradas, principalmente no período da manhã

• Mastigar bem

• Não deitar logo após se alimentar

• Consumir líquidos apenas no intervalo das refeições

• Evitar frituras, doce e comidas muito temperadas

• Consumir alimentos mais frios e com pouco aroma

• Chupar um cubinho de gelo feito com água de coco ou suco de fruta quando o enjoo vier.


Para evitar que o estômago ronque, procure fracionar a alimentação diária em pelo menos seis refeições. “A dieta da gestante deve conter todos os nutrientes básicos e essenciais, como proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais, água e fibras”, afirma Solange. Ela lembra que o ácido fólico é essencial para a boa formação do tubo neural do feto e que ele é adicionado à farinha de trigo branca pela indústria, assim como o mineral ferro, fundamental para prevenir anemia.

Confira o que não pode faltar no cardápio da gestante para assegurar uma boa nutrição a ela e ao bebê, minimizando as chances de sentir fome:

HORTALIÇAS


Agrião, alface, rúcula, brócolis, couve , abóbora, cenoura, chuchu, repolho, beterraba, quiabo, jiló etc. 2 vezes ao dia.


LEGUMINOSAS

Feijões (de todo tipo), ervilha, lentilha, soja ou grão-de-bico – escolher apenas um por vez. 1 vez ao dia.


FRUTAS

Valem todos os tipos, mas procure comer sempre uma fruta rica em vitamina C, caso das cítricas, da goiaba e da acerola 3 a 5 porções por dia (podem ser consumidas in natura, na forma de suco ou batidas com leite ou iogurte).


CARNES

Aves, peixes, carne bovina (eventualmente, substitua por ovos ou miúdos). 2 vezes ao dia.


CEREAIS, TUBÉRCULOS E OUTROS

Arroz, massas (macarrões ou pratos à base de farinha de trigo, como tortas) ou raízes e tubérculos (batata, mandioca, mandioquinha, inhame, cará, batata doce) – escolher uma categoria por vez. 2 vezes ao dia.


PÃES E SIMILARES

Pães, biscoitos, bolos torradas e cuscuz – escolher apenas um por vez. 2 vezes ao dia.


LEITE E DERIVADOS
Leite, queijo, coalhada e iogurte – escolher apenas um por vez. 2 vezes ao dia.




Fonte: http://bebe.abril.com.br/canais/abitrigo/dieta-gestante/cardapio-fracionado.php?pgnum=0
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28 de dezembro de 2009

Estimulando a inteligência do bebê


As pesquisas nos últimos 30 anos revelaram que a capacidade de aprendizado dos bebês é muito maior do que se imaginava, e que gerando estímulos no momento certo você pode fazer a inteligência do seu filho decolar.
Meltzoff afirma que a máquina de absorção de conhecimento dos bebês começa a funcionar já nos primeiros dias de vida. Trata-se daquilo que muitas mães já sabiam por instinto quando juravam que seus recém-nascidos eram capazes de proezas como identificar a sua voz.
Além de aprender rapidamente a distinguir a voz humana de outros sons, o bebê, poucos dias depois do nascimento, já reconhece faces, vozes e até os cheiros dos parentes. Antes dos sete meses, é capaz de fazer a distinção entre a sua língua materna e uma estrangeira.
Enquanto o cérebro do bebê está se formando no útero da mãe, ele responde a estímulos externos (a partir do quinto mês de gestação, por exemplo, ele é capaz de ouvir a voz dos pais) e, a partir daí, até o fim da vida, o seu destino é aprender.
Todo esforço para estimular o bebê é interessante, mas os pais não devem forçar a barra. O aprendizado também depende do afeto: se a mãe conversa com carinho com o bebê e o trata como um ser inteligente, é claro que ele vai responder a esses estímulos de forma carinhosa e inteligente.

Dicas para estimular a inteligência de seu filho:
Durante a gravidez – O bebê ouve a partir do quinto mês de gravidez e conversar faz com que ele se acostume à voz do pai e da mãe. Se você contar histórias simples e repetidas, depois do nascimento ele pode até ficar mais calmo quando as ouvir novamente.

0 a 3 meses – Quando o bebê chorar, fale para mostrar que está por perto antes de atendê-lo. Cante e converse com o rosto perto dele. Massageá-lo desenvolve o tato e a capacidade afetiva. Use brinquedos como móbile e dê objetos de cores vibrantes para ele pegar, como mordedores e chocalhos.

3 a 6 meses – Ele já segue os objetos com o olhar. Brincadeiras do tipo "escondeu-achou" ajudam-no a controlar os sentimentos de tristeza pela perda e de alegria por reencontrar o objeto. Os pais devem conversar com ele com bastante freqüência.

6 a 12 meses – É o momento em que a área da linguagem está no seu momento chave. A partir do sexto mês, o bebê mostra firmeza para sentar e os pais devem estimulá-lo a engatinhar. Devem ajudá-lo também a reconhecer sons, odores e sensações táteis.

12 a 18 meses – Como essa é a fase em que o bebê começa a andar e a pronunciar as primeiras palavras, os pais devem estimulá-lo a usar a linguagem e desenvolver sua coordenação motora.

18 a 36 meses – Os pais podem utilizar cartolinas para familiarizar a criança com as palavras e com os números.

3 a 6 anos – A criança é capaz de entender notas musicais e deve brincar com instrumentos simples, como uma flauta. É um bom momento para que ela comece a se familiarizar com uma língua estrangeira.

Da gestação até aproximadamente os seis anos, a mente está no seu melhor momento para assimilar novas informações. Quanto mais os pais conversarem com a criança e propiciarem uma estimulação adequada, melhor para o futuro dela.


Fonte: http://www.clubedobebe.com.br/Palavra%20dos%20Especialistas/psi-daniela-09-01.htm

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Dormindo no quarto dos pais

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Quando o bebê nasce, os pais, com freqüência, levam-no para o seu quarto, com a finalidade de facilitar o exercício da nova função: serem pais. As mamadas noturnas, o sono interrompido, o choro, fazem com que até os quatro meses sua presença no quarto seja bastante compreensível, pois o bebê precisa de cuidados mais intensos

Por volta dos quatro meses se faz necessária uma separação física, que o bebê, tenha seu bercinho transferido para outro quarto, com o fim de ter seu próprio ambiente. Muitos pais resistem à idéia de não manter seus filhos ao seu lado durante a noite.

Não é benéfica para nenhuma das partes a manutenção dessa situação inicial. Cria-se uma dependência na criança que só se sentirá segura se acompanhada pela figura protetora dos pais e apresentará dificuldade ao estar isolada deles em diferentes ambientes.

O bebê necessita estabelecer um ritmo de sono adequado em seu próprio quarto. Após os quatro meses, dormir sem a presença dos pais torna-se mais tranqüilo, pois ele não será tão freqüentemente incomodado pelas observações constantes que os pais fazem acendendo abajures para controlar o sono do bebê, oferecendo a mamadeira sem que o bebê manifeste desejo de se alimentar, acordando-o para trocá-lo sem que ele demonstre estar incomodado com a umidade da fralda, e outras coisas mais. Se o bebê realmente necessitar, os pais podem ter certeza que serão acordados ao ouvir seu choro no outro quarto.

Quando a criança é acostumada a dormir no quarto sozinha, é facilitado o rompimento de sua dependência emocional, desenvolvendo o conceito de estar segura mesmo longe dos pais. Quando houver a necessidade dos pais se ausentarem por algum motivo a criança terá mais facilidade de se adaptar à situação de estar distante momentaneamente dos mesmos, percebendo que nada de mau lhe acontece durante a ausência deles.

Não é bom para a vida sexual do casal que a criança permaneça dormindo no quarto com os pais, estes perdem a privacidade em seus momentos íntimos, sendo bastante elevado o índice de desinteresse sexual feminino, durante o período em que o bebê está no mesmo quarto. A mulher normalmente se sente constrangida em praticar sexo com seu companheiro diante da criança adormecida.

Portanto, para maior tranqüilidade, é indicado que a criança durma em outro ambiente, só assim tanto os pais como as crianças serão beneficiados.


Fonte: http://www.clubedobebe.com.br/Palavra%20dos%20Especialistas/psi-daniela-10-01.htm

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A Pré-História do Bebê


Devemos lembrar que cada gravidez tem uma história. Não existe gravidez sem história. Antes do casal iniciar a sua história, cada um já apresentava a sua própria história, seu lugar ocupado na família, seus conflitos resolvidos e não resolvidos, etc. Estas histórias são fruto de modelos familiares, culturais e sociais vivenciado por cada um deles.

Será neste contexto que cada um vivenciará a maternidade e a paternidade, com significados diferentes, de acordo com os modelos construídos a partir de sua vivência familiar. Estas duas histórias formarão a pré-história do bebê, no momento do encontro deste casal, da fecundação.

Fará parte da pré-história do bebê: como seus pais se conheceram, como se relacionavam, o significado de sua concepção para cada um de seus pais, abortos antecedentes, circunstâncias da concepção, expectativas explicitas e implícitas dos pais quanto preferência pelo sexo, profissão a ser escolhida, características físicas, evolução social, etc.

E esta história, por mais que não seja dita ao bebê, será sentida, será percebida. E tudo que se passa com este novo ser, será registrado em seu arquivo de memória, ficará marcado, e esta marca, mais tarde, será determinante na formação de seu ego.



Autora: Danusa (Psicóloga)
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1185781&tid=6966731
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Banho de Sol


O banho de sol é fundamental para o desenvolvimento sadio das crianças. Mas, se for feito da forma errada, pode abandonar o posto de herói e tornar-se vilão!

Brincar, caminhar ou apenas sentar-se ao sol com o seu bebê, além de prazeroso, faz bem para a saúde e fortalece os laços da mãe com o filho. Com a chegada do verão, é bastante comum que as mamães queiram levar seus pequenos para curtir a praia ou o clube. Estes são ótimos programas em família e estão liberados!

O principal é respeitar os horários indicados, manter a rotina da criança – como a hora de comer e tirar aquela soneca – e ter muita hidratação. Para os pequenos com mais de três anos, a exposição solar pode ser maior, mas sempre intercalando com a sombra.
Neste caso, uma grande árvore ou um guarda-sol é fundamental! Como tudo na vida, sol em excesso pode ser prejudicial. É um dever evitar o efeito pimentão e a desidratação. A pediatra Flávia Kibrit dá dicas de como aproveitar ao máximo os benefícios do banho de sol, e alerta sobre os cuidados necessários. Veja abaixo algumas das perguntas mais comuns:

1) Quando e como devem ser feitos os primeiros banhos de sol?

Os bebês são considerados recém-nascidos até os 28 dias. Após este tempo, a mamãe pode expor seu filho ao sol por quatro minutos, aumentando o tempo gradativamente, até chegar a uma hora. Lembre-se de que exposição não é para deixá-lo bronzeadinho!

2) Qual a principal importância do banho de sol?

No recém-nascido, ajuda a diminuir a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubinas na pele (também conhecida como amarelão). Ele estimula a produção de serotonina, responsável pelo bem-estar, muito importante para os bebês. Mas o principal benefício é ajudar o organismo da criança a sintetizar a vitamina D – fundamental na fixação do cálcio no organismo –, no fortalecimento do sistema imunológico e o no crescimento dos ossos. O nutriente está presente no leite materno, de vaca e nos cereais, mas ficaria inativo no organismo dos pequenos se não fosse o herói Sol!

3) Quais os sintomas da falta de vitamina D, já que ela está diretamente ligada à exposição solar?

A alimentação deve ser rica em vitamina D, e os banhos de sol, frequentes. Caso contrário, pode causar raquitismo na criança, irritabilidade, insônia e sudorese abundante no pescoço durante a amamentação. Mas nada de entrar em crise: todo bebê sua no pescoço enquanto mama, principalmente no verão. E hoje já existem cápsulas e gotas de vitamina D para a reposição muito utilizadas nos EUA e na Europa.

4) Com que frequência devo expor meu filho ao sol?

Sempre! O ideal é que o banho de sol seja diário, ou, no mínimo, de três vezes por semana, antes das 10h – aquele sol da manhãzinha –, e depois das 16h, quando o calor é menos intenso.

5) Qual o local mais indicado para tomar um solzinho?

Não pense que o sol é só na praia ou piscina. O banho de sol pode ser feito em qualquer lugar, e ainda render um passeio delicioso com seu filho! Em casa, na varanda, no quintal, em playgrounds, parques, praças ou, até mesmo, numa janela que entre um solzinho. Só não pode fechar o vidro, pois os raios solares que sintetizam a vitamina D acabam sendo filtrados.

6) Protetor solar: usar ou não? Qual o fator indicado para cada tipo de pele?

“Os protetores solares podem ser físicos ou químicos. Os protetores solares químicos são indicados apenas a partir de seis meses de idade, com Fator de Proteção Solar (FPS) de, no mínimo, 30, independente do tipo de pele. Peles mais claras podem precisar de maior cuidado. É importante notar que, quanto maior o FPS, maior a quantidade de substâncias químicas”, alerta a pediatra. Para os maiorezinhos, é mais do que recomendável, é obrigatório! A escolha da marca é pessoal, e requer ajuda de um profissional, mas o ideal é que sejam protetores solares infantis – sem fragrância forte, nem colorante –, dermatologicamente testados. A proteção UVA e UVB é outro ponto decisivo.

7) Qual a melhor roupinha para expor o bebê ao sol?

Para os primeiros banhos, fica a sugestão de vesti-lo com algo bem leve. Um bodyzinho, por exemplo. Vá tirando a roupinha aos poucos, para que o bebê possa se acostumar com a temperatura. O ideal é que a maior parte do corpo do seu filho esteja na luz direta, sem qualquer obstáculo, mesmo sendo uma roupa bem fininha. Não se esqueça do chapéu para proteger o rostinho do seu bebê. E, na praia ou piscina, é fundamental ter um guarda-sol por perto, já que os raios solares são potencializados pelo reflexo. Hoje em dia, existem tecidos com fatores de fotoproteção que protegem ainda mais, mas custam um pouco mais caro também!


8) O que deve ser evitado?

Além da exposição prolongada, não passe creme hidratante, óleo ou perfume antes de tomar sol. A recomendação vale para crianças e adultos! A química pode causar alergias e manchas. “As frutas ou sorvetes cítricos, como limão, tangerina, figo e laranja, queimam a pele. Algumas pomadas anti-inflamatórias, antialérgicas e antibióticas possuem psoralenos, e também são fotossensibilizantes, devendo ser evitadas”, alerta a Dra. Kibrit.


9) Qual a hora de reaplicar o protetor?

Sempre que a exposição ao sol for prolongada, houver contato e brincadeiras com água, ou suor excessivo, devemos reaplicar o protetor solar. No mínimo, a cada 2 horas, o protetor deve ser reaplicado, mas não existem regras para isso. Não há um tempo certo, já que cada tipo de pele tem uma absorção diferente. Coerência e precaução são as palavras-chave para saber a hora!

10) Quais as consequências da exposição prolongada?

Sol demais tem como consequência aquela vermelhidão e ardor. Se queimar, geralmente os sintomas aparecem 24h depois. Irritação, pele avermelhada, incômodo, e até coceira podem assombrar os seus dias. Em casos mais graves, pode causar desidratação, febre, delírio, choque e baixa pressão sanguínea. “Se houver formação de bolhas ou sintomas de insolação, calafrios ou indisposição, será necessário procurar o pediatra”, aconselha a Dra. Flávia.

11) Queimou demais?

Uma dica boa é colocar o pequeno na banheira com água morna ou fria. Compressas de água fria também aliviam e tiram o vermelho da pele, pois ajudam a contrair os vasos sanguíneos. Não utilize sabonete – apenas nas partes íntimas. Loções e cremes de uso infantil auxiliam na hidratação da pele, mas evite aqueles com muita fragrância, pois podem causar alergias e irritações.


Dicas:

- Se você levar o bebê para tomar o sol da tardezinha, leve um agasalho. A temperatura sempre cai com o tempo. Chapéu com abas largas e protetor solar não podem faltar!
- Na hora da exposição ao sol, disponha sempre de um relógio para controlar o horário.
- O leite materno é a melhor fonte de vitamina D – e de outros nutrientes – para o bebê de até seis meses. Protetores solares não são indicados até o sexto mês de vida.
- Líquidos para hidratar devem ser oferecidos o tempo todo. A reposição de água e sais minerais é fundamental. Água de coco é uma boa pedida!
 
 
 
Fonte: http://itodas.uol.com.br/Portal//final/materia.aspx?canal=125&cod=8193

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Estimule seu bebê ainda na barriga


O espaço quentinho e protegido na sua barriga não é um mundo isolado. Mesmo antes de nascer, o bebê pode sentir e escutar o que se passa com a mãe. Melhor do que saber que suas conversas com ele são ouvidas é que esses momentos dedicados a seu filho se refletem no desenvolvimento dele e, acredite, até no comportamento que terá no futuro.



Falar, acariciar a barriga, cantar e ouvir música são gestos percebidos pelos bebês ainda no útero. Esses momentos passam ao pequenino a sensação de tranqüilidade e segurança, e ajudam a estabelecer um vínculo ainda mais próximo com a mãe e o mundo que a cerca. Só isso já seria o bastante para dar toda a atenção para a barriga.

Mas tem mais. Estudos internacionais mostram que ouvir música clássica durante a gestação colabora no desenvolvimento do cérebro do baby é o chamado efeito Mozart.

Outra: o bebê estimulado desde a barriga com carinho, música e conversas tem uma capacidade maior de aprender na infância, e seu comportamento social é mais adequado", conta a terapeuta Mônica Lemos, da Universidade de Brasília.

E nem é preciso esperar ele nascer para notar os benefícios dessa atenção. Ainda na barriga, o bebê responde à mãe de uma forma muito especial , conta Mônica. "Os batimentos cardíacos ficam mais calmos, ele se movimenta, pisca e faz o movimento de sucção como se estivesse mamando quando a mãe canta, por exemplo", diz ela. Não há prazo certo para começar. Por volta da 16ª semana de vida o ouvido do feto já está formado, e ele pode escutar o que se passa lá fora.

Sabe aquela história de que a música que a mãe ouvia na gravidez é o único calmante para o recém-nascido chorão? É verdade, especialmente depois dos seis meses de gestação, quando a memória implícita já está formada no pequenino.

É esta parte do cérebro que, no futuro, dará a sensação de que aquilo já foi sentido antes. Quando estava grávida de Miguel, a atriz Nívea Stelmann aproveitava todos os momentos de tranqüilidade para estimular o bebê. Tomava longos banhos de espuma para acariciar a barriga e falar com ele, conta.

Na época, Nívea interpretava a vilã Graça, na novela global Chocolate com Pimenta. Preocupada com o impacto das cenas, ela explicava para o bebê o que estava acontecendo. Dizia para meu filho que aquilo era uma brincadeira, que a mamãe é atriz e as falas na gravação não eram o que eu pensava de verdade, lembra.

O esforço de Nívea para passar boas emoções ao bebê tem fundamento científico. Se a mãe está relaxada, o feto percebe isso e relaxa também. Se a mãe está tensa ele também é capaz de sentir e responde com tensão, diz a terapeuta Mônica. Portanto, não subestime o poder desse contato e aproveite para curtir o bebê desde já.



Fonte: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/980-Estimule-seu-bebe-ainda-na-barriga.htm

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Lista Negra na gravidez


Maus hábitos podem comprometer a sua saúde e a do bebê! A saúde do seu filho depende dos cuidados que você toma durante os nove meses da gravidez e enquanto estiver amamentando. Embora você possa levar uma vida praticamente igual à que tinha antes, alguns hábitos devem ser sumariamente deletados da sua vida para garantir uma gestação saudável.







Passe (bem!) longe do cigarro

Pelo seu bem e pela saúde do seu bebê, é fundamental ficar distante das nuvens de fumaça. Se a fumante é você, resista à tentação por um ano e três meses, pelo menos durante a gestação e a amamentação. Fumar durante a gravidez aumenta a possibilidade de aborto, parto prematuro e doenças respiratórias na infância. Uma única tragada é capaz de acelerar os batimentos cardíacos do bebê.



Remédio? Só se o médico mandar

A norma é evitar ao máximo o uso de medicamentos durante a gravidez. A maioria deles não foi testada nesse período e não se sabe se seu uso é seguro. tanto é assim que a maioria das bulas traz advertências a esse respeito. Elas indicam que o remédio não deve ser tomado nos três primeiros meses de gestação, período de formação do bebê. Por isso, para cuidar até de uma simples dor-de-cabeça, é essencial ouvir a palavra do obstetra. Só ele pode indicar os remédios adequados e orientar sobre a dosagem e a freqüência no uso de cada um. Se automedicar pode levar a aborto, má-formação, entre outros problemas graves



Brinde com suco

A ingestão de álcool durante a gravidez pode acarretar uma série de problemas no desenvolvimento do feto. A mais grave delas é a Síndrome Alcoólica Fetal, doença que causa malformações no crânio e incapacidade de desenvolvimento mental. Esqueça aquelas histórias de que cerveja escura aumenta a produção do leite ou do vinho amigo do coração. Não arrisque a beber nem uma gota de álcool durante a gravidez. Brinde com água ou suco.


Viaje com cuidado

Viagens de avião não são recomendadas após a 36º semana. No primeiro e no segundo trimestres, elas são seguras, mas ainda assim é bom consultar o médico antes de fazer as malas. Os enjôos podem tornar a viagem desconfortável, ainda mais em um vôo de longa duração. Se você não tiver complicações como pressão alta, nem estiver grávida de gêmeos, poderá viajar também no último trimestre. Mas a partir do sétimo mês, provavelmente terá que assinar um termo de responsabilidade cada empresa aérea tem suas regras. E evite os aviões pequenos, sem pressurização. Nas viagens por terra, procure parar a cada hora para movimentar-se fora do veículo por quinze minutos pelo menos, o que melhora a circulação.



Férias para os gatos

Se você não convive com gatos, mantenha distância deles durante a gestação. O bichano pode transmitir os protozoários da toxoplasmose, uma doença que causa malformações irreversíveis no feto.Previna esta e outras doenças parasitárias lavando bem as mãos após ter contato com a terra, higienizando frutas e verduras e evitando a ingestão de carnes e ovos mal-passados.



Não aos esportes radicais

Evite atividades que ofereçam riscos de quedas e trombadas, mesmo na água, como surfe e jet-ski.
 
 
 
 
Fonte: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/983-Eles-fazem-parte-dalista-negra-durante-toda-a-sua-gravidez.htm
 
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20 de dezembro de 2009

Cuidados com o bebê no Verão


1. Posso dar banho de mar?

Até os 3 meses de idade, a imunidade dos pequenos é menor, portanto, até que a criança ultrapasse esse limite, os médicos não recomendam que ela seja exposta à água salgada por uma questão de prevenção. Além disso, nesta idade, o bebê não gosta de água fria e o contato com o mar é desconfortável para ele.

A idade ideal para isso é a partir dos 6 meses, desde que os pais se certifiquem da qualidade da água e da limpeza da praia. Quando a criança começa a andar, ela também desenvolve o gosto pela brincadeira com o vai e vem das ondas. É nessa época que o bebê tolera melhor a água fria e começa a criar uma relação com o mar.
 
 
2. Posso colocar o bebê sentado diretamente na areia?

A areia não é muito agradável para o bebê, que se incomoda com os grãos, que se grudam facilmente em sua pele. A criança gosta do que é confortável para ela e, quando muito pequena, a areia definitivamente não é.

Além disso, se muito novo, existe o risco de ele pegar alguma infecção. Portanto, é preferível que os pais o protejam com uma toalha, esteira ou canga. Quando já senta sozinho e explora, à sua maneira, o ambiente, o bebê pode ter um contato maior com a areia.


3. Qual o melhor horário para ir à praia?

A melhor hora é sempre até as 10 horas e após as 16 horas. Nas cidades em que vigora o horário de verão, a atenção deve ser redobrada e o limite passa a ser até 9 horas e após as 17 horas.
 
 
4. Posso passar protetor solar?

O sol da manhã e do final da tarde não necessita do uso de filtro solar. É preciso apenas que o bebê seja protegido com um chapéu e uma sombrinha. As crianças até 1 ano de idade não devem tomar sol fora desses horários, no entanto, em casos muito excepcionais, em que não há como evitar a exposição, os pais podem passar protetor solar de fator 20 a 30 no bebê com mais de 6 meses. Já a criança de 1 ano de idade em diante deve fazer uso do protetor solar sempre que se expuser ao sol.
 
 
5. O bebê pode ter alergia de sol?

É muito raro o bebê desenvolver esse tipo de alergia. O que costuma acontecer – e os pais associam ao sol – é o aparecimento de bolinhas vermelhas pelo corpo da criança. Isso ocorre devido ao suor. Para resolver o problema, a mãe pode adicionar uma colher de maisena em 1 litro de água fervida. Quando a mistura estiver morna, use-a para enxaguar o bebê. Isso refresca e faz desaparecer as bolinhas.
 
 
6. Preciso agasalhá-lo mesmo nos dias quentes?

Não. Essa é uma crença muito comum e equivocada. A criança sente frio e calor da mesma forma que nós. Dessa maneira, nos dias quentes, é recomendável que o bebê use roupas frescas e confortáveis. Também não há problema algum em deixá-lo apenas de fralda durante o dia. Isso evita, inclusive, o aparecimento de bolinhas vermelhas. A criança só deve ser agasalhada no verão se os pés e as mãos estiverem frios.
 
 
7. No verão, tudo bem se eu der mais de um banho no bebê?

Sim. Você pode fazer isso quantas vezes quiser, embora não haja a necessidade. Mesmo durante o verão, um banho diário é suficiente. Porém, se o bebê estiver suado ou muito molhado e os pais quiserem refrescá-lo, não há problema algum.

O que vale ressaltar é que, assim como não é recomendável dar banho muito quente no inverno, também não se deve colocar a criança na água gelada no verão. Ela tem de estar sempre morna. Para verificar se a temperatura está ideal, uma dica é encostar o dorso da mão na água. Se estiver confortável, sinal verde para banhar o pequeno.
 
 
8. Posso dar água de coco?

Crianças acima de 1 ano podem beber água de coco com os cuidados higiênicos habituais. Por ser uma bebida calórica, rica em sais minerais, os médicos sugerem moderação.
 
 
9. E picolé, pode?

Só ofereça picolé para o seu filho se for de um fabricante conhecido. Esse cuidado garante um produto seguro, com processo de manuseio higiênico. No entanto, evite oferecer sorvetes para crianças menores de 1 ano. Isso porque eles são ricos em gordura, açúcares e alguns corantes. O ideal é optar pelos de fruta e no máximo um por dia.
 
 
10. Posso dar comida vendida na praia para ele?

O principio de higiene deve prevalecer sempre. O milho cozido, por exemplo, pode ser oferecido desde que se restrinja o sal e não se coloque a manteiga. Agora, camarão, jamais. Frutos do mar apresentam dois problemas: causam com frequência alergias e problemas de intoxicação. Aliás, o consumo de frutos do mar não é indicado para menores de 3 anos. O ideal, quando for à praia, é levar frutas frescas para os bebês maiores de 6 meses e oferecer água mineral regularmente (após e entre as refeições).
 
 

Fonte: http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/cuidados-bebe-verao.php?utm_source=news_bebe&utm_medium=news_bebe&utm_campaign=dezembro9
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18 de dezembro de 2009

Trabalho de Parto

Benefícios de se movimentar durante o trabalho de parto. Estudos indicam que exercícios fisioterápicos ajudam na dilatação vaginal, facilitam o parto normal e diminuem a dor da gestante.

Movimentar-se antes de dar à luz pode ajudar - e muito - o processo. Foi o que concluíram pesquisadores australianos após avaliar 21 estudos produzidos ao redor do mundo com mais de 3 mil mulheres. Aqui no Brasil, Eliane Bio, fisioterapeuta, chegou às mesmas conclusões ao acompanhar 132 gestantes em trabalho de parto.

O estudo australiano, publicado na biblioteca The Cochrane Collaboration, diz que andar, sentar e ficar de pé pode ajudar que o parto aconteça mais rápido. As mulheres avaliadas que se movimentaram conseguiram reduzir o tempo do primeiro estágio do trabalho de parto e precisaram menos de anestesia epidural. Os pesquisadores concluíram ainda que a movimentação não traz riscos à saúde da mãe ou do bebê.


Exercícios acompanhados por um fisioterapeuta


A pesquisadora brasileira Eliane Bio, fisioterapeuta, coordenou um estudo sobre o tema com 132 mulheres no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. Eliane Bio dividiu o grupo em duas partes: 62 gestantes foram acompanhadas por ela durante o trabalho de parto, e o restante não contou com a presença de um fisioterapeuta. As mulheres selecionadas tinham um feto único, estavam na primeira gravidez e não apresentavam nenhuma patologia.

As gestantes que fizeram exercícios não precisaram de analgésicos e diminuíram em média 6 horas o tempo de trabalho de parto. Ainda dentro do grupo acompanhado por Eliane, as mulheres que necessitaram de anestesia o fizeram bem perto do nascimento. "Isso facilita a percepção do períneo e como fazer a força correta para o bebê nascer, evitando o uso de fórceps", explica a fisioterapeuta.

De acordo com Eliane, a intervenção do fisioterapeuta já é tida como benéfica à gestante. "A pesquisa surgiu da necessidade de se demonstrar cientificamente uma experiência clínica de 30 anos, acompanhando grávidas na clínica particular, junto com obstetras que preconizam o parto normal", diz. O objetivo do acompanhamento, diz, é tornar o processo mais confortável, resgatando o prazer do parto.

Mesmo sem a companhia de um fisioterapeuta, a gestante pode e deve se movimentar. "A Organização Mundial da Saúde preconiza desde 1996, que a parturiente (gestante) não fique deitada, imóvel no leito e que seja estimulada a andar ou ter a liberdade de adotar a posição que preferir", diz Eliane.

Aléssio Calil Mathias, ginecologista e obstetra, concorda que a movimentação durante o trabalho de parto ajude o processo. Além de "trabalhar o colo do útero" e diminuir a dor, o médico diz que os exercícios aumentam a sensação de prazer e ajudam o fator psicológico. "Ao se concentrar nos gestos, a mulher desvia a atenção da dor", diz Aléssio.

O obstetra ainda recomenda que as gestantes que estejam se sentindo bem durante o trabalho de parto se movimentem mesmo sem a orientação de um fisioterapeuta.
 
 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI71515-10584,00.html
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17 de dezembro de 2009

Aleitamento Materno


O leite materno é o mais completo alimento para o bebê. A amamentação também traz muitas vantagens para a mulher. A mãe que amamenta fica ainda mais próxima de seu filho, transmitindo carinho e segurança.

Além disso, ela fica mais protegida de diversas doenças. Amamentar desde o nascimento faz a mulher perder mais rapidamente o peso ganho durante a gravidez; diminui o sangramento do útero, prevenindo anemia; reduz as chances de desenvolver osteoporose, câncer de mama, de útero e de ovário.

- o leite materno nunca é fraco: nos seis primeiros meses de vida, o bebê não precisa de nenhum outro alimento, como chás, água, sucos. Nos primeiros dias após o parto, a produção de leite é pequena, de cor amarelada ou transparente, é o colostro, com alto valor nutritivo e rico em anticorpos que protegem a criança contra doenças;

- a sucção do peito estimula a produção de leite, por isso, quanto mais cedo o bebê começar a sugar, mais rapidamente o leite será produzido. A criança deve mamar no peito várias vezes durante o dia e a noite, sempre que tiver vontade;

- para que o bebê sugue bem, deve estar com o corpo totalmente voltado para o da mãe, abocanhando não só o bico ou mamilo, mas também a aréola (parte escura do seio);

- o uso de chupetas, chuquinhas ou mamadeiras prejudicam a amamentação, pois o bebê acaba rejeitando o peito ao perceber que é mais fácil sugar a mamadeira;

- cuide adequadamente das mamas; não é necessário lavar os mamilos antes ou depois das mamadas. O banho diário é suficiente e uso de sabonete nos seios deve ser evitado. O próprio leite protege a pele contra infecções;

- atualmente a medicina recomenda que todo bebê seja amamentado exclusivamente no peito até os seis meses de vida. Depois de introduzidos outros alimentos, a amamentação deve prosseguir até os dois anos de idade ou mais.


Direitos da mãe trabalhadora:

- Licença maternidade de 120 dias;

- Ao retornar ao trabalho, dois descansos remunerados de meia hora por dia para amamentar o filho até que este complete seis meses de idade;

- Berçário ou creche no local de trabalho, sempre que a empresa tiver trinta ou mais mulheres trabalhando.



Fonte: http://www.clicprovida.com.br/dicas-de-saude/detalhes/aleitamento-materno#conteudo
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Beleza na Gravidez


Com alguns pequenos cuidados, você vai se sentir bem melhor durante a gravidez. Veja quais são eles:

- Para prevenir as manchas de pele, muito comuns na gravidez, proteja-se do sol mesmo que você seja morena;

- Para diminuir o risco de ter estrias, é só engordar pouco e devagar;

- Caminhadas e exercícios leves ajudam, porque deixam os músculos mais fortes e melhoram a circulação do sangue;

- Você pode utilizar a maioria dos hidratantes ou cremes. Se tiver alguma dúvida, leve na consulta o creme que gostaria de usar.


Atenção:

Durante a gravidez, não use tinturas de cabelo, alisantes e onduladores. Esses produtos fazem mal ao bebê.


Sexo e gravidez

- Enquanto espera a chegada do seu filho, você não precisa deixar de fazer sexo. É até comum que a vontade aumente durante a gravidez. Pode ficar tranqüila - o seu bebê está protegido na barriga, dentro da bolsa d’água.

Qualquer posição é possível, desde que você não sinta desconforto. Você só não deve fazer sexo se sentir dor na barriga ou na vagina, tiver sangramento ou estiver com a bolsa d’água rompida. Nesses casos, procure a Unidade de Saúde.

Saiba também que, durante as relações sexuais, o bebê tanto pode ficar quieto quanto se mover muito e que, na hora do orgasmo, é comum a barriga ficar dura.



Fonte: http://www.clicprovida.com.br/dicas-de-saude/detalhes/beleza-na-gravidez#conteudo
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Dor do parto: Como aliviar


Com o corpo e as emoções em sintonia, você pode tornar a experiência do nascimento positiva e inesquecível.

A vida ensina que as dores são passageiras. As mais corriqueiras, como garantem há anos mães, avós e bisavós, “passam antes de a gente casar”. É esse simples relato de dor que a maioria das gestantes leva para o parto, sem saber por que e quanto poderá suportar. Da ignorância vem o medo, e do medo, muito mais dor.

Não é um jogo de palavras. A ciência já comprovou que a dor não é um processo puramente físico. Ela também está sob influência de nossas crenças e emoções. Por isso, em vez de alimentar ansiedades enquanto espera seu bebê nascer, prepare se para esse momento.

Além de suas experiências pessoais, muitas informações, dicas e técnicas podem ajudá-la a aliviar a dor na hora do parto, eliminando ou diminuindo a necessidade da anestesia e, principalmente, evitando a opção prematura por uma cesárea.



Como é a dor do parto?
Ela pode ser comparada a uma cólica menstrual intensa, mas não é constante. Como uma onda, tem começo, meio e fim e você pode relaxar nos intervalos. A intensidade varia conforme a sensibilidade do seu organismo.


Onde dói?

Como o útero se fixa na região lombar, em geral, a dor começa nas costas e se irradia pelos quadris e pelo abdômen. Ela costuma ser mais intensa quando faltam três centímetros para completar os dez centímetros de dilatação uterina.

As fases seguintes são de expulsão, do bebê e da placenta. Durante esses períodos, é comum a parturiente dizer que “não suporta mais”, para em seguida perceber que pode ultrapassar o limiar da dor, porque ela não aumenta. Isso quer dizer que você não sente num período mais dor do que já estava sentindo no anterior.


A emoção interfere?

Sentimentos e atitudes positivos em relação à gravidez e ao parto ajudam a aliviar a dor por diminuir o estado de tensão. Isso porque, quando você está tensa, o organismo produz drenalina. Um estado crônico ou muito prolongado de tensão produz a substância em excesso, o que pode inibir a ação da musculatura uterina, reduzindo a capacidade do organismo de reagir ao estímulo que provoca a dor.

Cientistas chegaram a essa conclusão ao medir o nível de adrenalina no sangue de parturientes que demonstravam tranqüilidade, medo e ausência de reação uterina durante o trabalho de parto. O resultado foi um nível baixo nas pacientes não-temerosas, alto no segundo grupo e mais alto ainda no grupo com inércia uterina.


O que significa estar preparada?

É estar apta a participar com lucidez e cooperação da experiência do nascimento de seu filho. Do ponto de vista obstétrico, esse estado positivo de alerta pode reduzir a duração do trabalho de parto e a incidência de complicações que levem a intervenções cirúrgicas.

A depressão pós-parto, que se atribui a uma angústia de separação, costuma também ser mais leve e rápida nas mulheres que se preparam para o parto. Uma atitude positiva em relação ao parto, dizem os especialistas, favorece a ligação imediata entre mãe e bebê.


Como se aprontar?

O primeiro passo é a escolha do obstetra, o profissional que vai orquestrar o nascimento do seu filho e precisa estar bem afinado com você, pois é uma de suas fontes de segurança. Além disso, existem cursos e técnicas específicos para gestantes, ministrados por instituições e profissionais especializados. Uns são mais voltados para os aspectos emocionais do parto, como o medo da dor; outros para o trabalho corporal.

As técnicas mais conhecidas são a ginástica holística, a hidroginástica, a ioga, as técnicas de reeducação postural global (RPG) e as do shiatsu em piscina aquecida. A vantagem adicional de algumas delas é que os exercícios são praticados com outras grávidas, o que leva à troca de experiências, outra fonte de segurança emocional.

Por conta própria, faça caminhadas. Elas melhoram a capacidade cardiorrespiratória, ativando e oxigenando a circulação sanguínea e, como todas as práticas aeróbicas, liberam a endorfina, hormônio que neutraliza dores e gera uma euforia estável.


O que alivia a dor?
Seja otimista. Quando vier a contração, em vez de “mais uma”, que tal considerar “menos uma”? Massagens com movimentos circulares nas costas, perto do sacro, logo acima do bumbum, aliviam a dor ao produzir calor na região. Duchas e banhos de água morna também ajudam a relaxar. Mantenha ombros e pescoço relaxados, para diminuir a tensão no maxilar, cujas articulações têm reflexo direto na região do períneo. Essa simples medida pode facilitar o processo de dilatação.

Outra dica é desviar a atenção da dor. Imagine, por exemplo, os movimentos que uma gota provoca ao pingar no centro de um lago tranquilo. Ela se irradia, como a dor, para depois sumir. Ao visualizar isso, você deixa a dor em segundo plano.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/1,,EMI111269-10584,00.html
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16 de dezembro de 2009

Yoga para bebês e crianças


A Yoga ganha espaço entre bebês e crianças, abrindo portas para uma disciplina física e mental que pode durar toda a vida.

Se há alguns anos a yoga para gestantes causou frisson, hoje a novidade é a yoga pós-gestacional – depois de acompanhar as acrobacias dentro da mãe, é hora do neném fazer ao lado dela! Mas como surgiu esta modalidade? Além de voltar à forma física, o pós-parto traz o desafio de retomar o equilíbrio emocional para se adaptar à nova fase.

Após darem à luz, muitas alunas da yoga gestacional se viam obrigadas a desistir das aulas por não poderem deixar os bebês por um minuto sequer. Conciliar o cuidado físico e psicológico com tantas obrigações maternas era um grande desafio para todas elas. Foi pensando nestas necessidades que algumas academias criaram a Yoga Baby, para não deixar os baixinhos de fora.

Embora ainda seja recente, o curso tem lentamente se ampliado – nas poucas escolas paulistanas em que é oferecido, a mensalidade média é de R$ 180 por aulas semanais. Para as mamães, a prática promete recondicionar o corpo de maneira gradual e descontraída: “Além de um suave fortalecimento muscular e alívio de dores cervicais, proporciona melhora da postura e até do aleitamento”, afirma a fisioterapeuta Cristina Balzano, professora de yoga para gestantes há doze anos.

Saúde a dois

Na Yoga Baby, mãe e filho desfrutam de um momento de relaxamento e interação. As alunas carregam seus nenéns nas mais diversas posições – “Claro que não exigimos qualquer esforço da parte deles, pois tudo deve ser uma grande brincadeira”. Mesmo com as adultas, o tratamento não é rígido, já que devem ficar livres para atender aos bebês a qualquer minuto e não podem exagerar na cobrança de seus próprios corpos.

Alguns benefícios ultrapassam o aspecto físico: “Passei a me sentir bem mais relaxada e com maior paz de espírito, o que se reflete em todos os meus afazeres fora da sala”, conta Maria Eugenia Camargo, aluna de Christina. Maior flexibilidade, força e resistência são os principais resultados para as mães, podendo incluir até mesmo a prevenção da depressão pós-parto.

Já para os recém-nascidos, a diminuição de cólicas e da ansiedade é um efeito frequente. Os papais, naturalmente, também são grandes candidatos para a prática. Na escola de Cristina, alguns maridos já acompanharam seus filhotes: “Mas, no geral, a frequência feminina é bem maior por conta da licença maternidade. Afinal, em quase todas as famílias, os pais têm de continuar trabalhando fora”.

Mesmo com maior disponibilidade que seus maridos, muitas mulheres têm dificuldade ao se programar para não faltar às aulas porque o neném ainda não tem rotina fixa: “O indicado é que esteja bem desperto, disposto e que já tenha mamado há pelo menos uma hora”, ressalta a professora. Com a dificuldade de regular ou prever tantos horários, muitos aluninhos não chegam acordados na sala.


A melhor época

Dentro da sala e sob o olhar dos professores, a Yoga Baby costuma ser liberada a partir de um mês de idade. Se for praticada em casa, recomenda-se esperar até o terceiro mês – “Só então ele estará mais durinho e com a cabeça mais firme para que a mãe consiga controlar sozinha”, indica Cristina.

Depois dos dez meses, os pequeninos começam a engatinhar e se aventurar pela sala, dificultando o controle do professor. Para praticar por conta própria, alguns instrutores liberam a partir dos dois anos de idade, sob monitoramento de algum adulto.

Mas a idade ideal para a prática gera grandes controvérsias. Para muitos professores, esta fase é extremamente precoce. Como requer equilíbrio, coordenação motora e alguns esforços musculares que os bebês ainda não desenvolveram, a yoga apresenta resultados mais visíveis somente a partir dos seis anos. Até esta faixa etária, as aulas têm somente efeito lúdico.

Segundo a professora Cristiane Ceron, a estreia deve esperar: “Acredito que a criança deve praticar asanas só a partir dos sete anos, pois até então o organismo ainda está em formação. Mas a espiritualidade da yoga é para qualquer idade, por isso, antes desta fase, a criança pode ouvir histórias e cantos de yoga ou assistir aos pais praticando”.

O método Kundalini, por exemplo, costuma ser um dos mais indicados para o público infantil, pois reúne mais práticas de meditação, respiração e relaxamento do que movimentos complexos ou intensos.


Reeducação física

Até mesmo escolas do Ensino Infantil e Fundamental já inseriram a yoga em sua grade curricular. Na instituição em que Christiane Ceron leciona, as classes do primeiro ao quarto ano são divididas em turmas de seis a doze alunos para garantir atendimento particularizado e melhor acompanhamento de sua evolução.

“O autoconhecimento é um dos principais objetivos. As crianças que praticam percebem mais facilmente seu potencial e começam a se posicionar de forma mais equilibrada diante de desafios”, afirma Christiane.
Na sala de aula, alguns já apresentam bons resultados como melhora na concentração, maior serenidade e estabilidade emocional. Os corpinhos também exibem efeitos positivos – aumento da flexibilidade, preparo do tônus muscular e expansão da respiração foram notados em poucos meses.

A professora revela os desafios do aprendizado: “Agitação e falta de concentração são as dificuldades mais comuns, pois são naturais da mente infantil, em constante movimento. Mas já tivemos de lidar com casos extremos como princípio de estresse e depressão”.

Além dos benefícios emocionais e físicos, a yoga tem se mostrado uma ferramenta muito eficaz na harmonização entre os colegas. Em meio a tanta euforia e dispersão, típicas da idade, os professores têm de se desdobrar para manter todos concentrados por vários minutos, trazendo aulas sempre novas e criativas que lhe despertem o máximo de interesse. Jogos e brincadeiras são boas táticas para incentivar sua participação constante.

Christiane, que começou a prática com apenas seis anos de idade, garante que alguns resultados perduram por muitos anos, pois são incorporados pela personalidade em formação – “A yoga deveria fazer parte da Educação Física de todas as escolas, pois não é uma religião, mas sim uma prática acessível a todas as culturas, credos e idades”.


Fonte: http://itodas.uol.com.br/Portal//final/materia.aspx?canal=51&cod=8151

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12 de dezembro de 2009

Dicas sobre Gêmeos


Mães de gêmeos devem ter receio de que faltará leite para os bebês?

É perfeitamente possível amamentar gêmeos, já que a produção do leite depende da demanda. Entretanto, amamentar gêmeos demanda um esforço maior. Os gêmeos são, em geral, bebês pequenos que frequentemente mamam devagar e necessitam serem alimentados em maior número de vezes. Além disso, os recém-nascidos demoraram algum tempo para adquirir uma rotina de amamentação, e com gêmeos, esse tempo pode ser mais prolongado.


Qual o melhor esquema para amamentar gêmeos?

A amamentação pode ser em esquema de livre demanda (amamentar sempre que os bebês solicitarem) ou estabelecer intervalos regulares. A vantagem de permitir a amamentação em livre demanda é que em geral ou bebês tem ritmos diferentes e toda a atenção para cada um dos bebês poderá ser dada de forma individualizada. Caso a preferência seja por amamentar em horários regulares, deve-se procurar alternar o bebê que começa a mamar.


Vestir os gêmeos com a mesma roupa é prejudicial às crianças?

As justificativas para vestir igual são várias: é mais fácil e mais barato para comprar, por exemplo. Mas fica cada vez mais difícil para os distinguirem as crianças. Elas serão confundidas com frequência e terão dificuldade ainda maior de desenvolver suas identidades. Em algumas situações, as crianças podem até se vestir igual, mas algum acessório deve ser colocado para diferenciá-las.


O desenvolvimento de gêmeos pode ser diferente?

Pode haver diferença na aquisição de novas habilidades, como sentar, engatinhar, andar, especialmente se as crianças foram prematuras ao nascimento. Os irmãos gemelares também podem apresentar estágios diferentes de desenvolvimento: um deles poderá já estar caminhando enquanto o outro ainda engatinha.


Gêmeos devem ser mantidos na mesma classe?

A opinião consensual entre psicólogos, pediatras e educadores é a de que, nos primeiros anos escolares (pré escola e início do ciclo básico) os benefícios da união superam as desvantagens. A decisão depende de muitas variáveis e deve ser discutida, levando-se em consideração a opinião de pais, professores e, quando a idade permitir, das próprias crianças.


Qual o maior desafio para a mulher que tem gêmeos?

O maior desafio para a mãe de gêmeos ou múltiplos é manter a calma, não esquecer ou descuidar da relação do casal, e tentar não ficar envolvida demais no cuidado com os filhos, com falta de energia para com o marido.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/091209gemeos_album.jhtm?abrefoto=2#fotoNav=2
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Mozart para prematuros


Música de Mozart ajuda no desenvolvimento de bebês prematuros.

Meia hora de música por dia é suficiente para diminuir metabolismo do recém-nascido.

Um estudo recente feito por pesquisadores israelenses do Centro Médico Sourasky, na cidade de Tel Aviv, em Israel, sugere que as músicas de Mozart podem auxiliar na desaceleração do metabolismo de bebês prematuros, ajudando assim no ganho de peso e crescimento dos recém-nascidos.

A pesquisa avaliou o metabolismo em descanso de 20 bebês prematuros saudáveis, baseando-se no pressuposto de que um metabolismo mais baixo auxilia no aumento de peso. Durante dois dias consecutivos, e por 30 minutos, os bebês ouviram as composições Mozart e tiveram o metabolismo medido. Da mesma forma, mediu-se o metabolismo dos bebês em outros dois dias consecutivos durante 30 minutos sem música.

Após as análises, os pesquisadores identificaram que o metabolismo dos bebês que ouviram cerca de 30 minutos das composições de Mozart diminuiu, em média, 13%.

Segundo os pesquisadores, grande parte das pesquisas que envolviam os efeitos que as músicas de Mozart poderiam causar eram relacionadas aos benefícios que o QI tinha por conta das músicas.


Fonte: http://minhavida.uol.com.br/conteudo/10708-Musica-de-Mozart-ajuda-no-desenvolvimento-de-bebes-prematuros.htm
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9 de dezembro de 2009

Dicas de Amamentação


* As mamas fabricam cerca de 750 ml de leite por dia, quase um litro a cada 24 horas. Além disso, a água responde por 87% da composição do alimento materno. Para dar conta de tamanha produção e manter o bebê nutrido, o corpo feminino necessita de um grande volume de líquidos. Por isso, especialistas recomendam que a mamãe beba uma média de 3 litros ao dia.

* A dieta da mamãe deve incluir representantes de todos os grupos alimentares. A única diferença é que, nesse período, a mulher precisa comer em maior quantidade para compensar o gasto calórico, que agora é maior (de 500 a 800 calorias diárias). Os médicos recomendam dosar o consumo de cafeína, e estudos recentes mostram que o álcool pode contaminar o leite materno e interferir no sistema imunológico do bebê. Por isso, não caia na conversa de que tomar cerveja preta é bom para amamentar

* A preparação das mamas deve acontecer ainda durante a gestação. Uma dica é lavar o bico do peito apenas com água, sem usar sabonete, para manter a hidratação natural. Massagens com bucha e banhos de sol também podem ajudar a preparar a pele. Mulheres com bico invertido devem procurar um especialista para aprender um movimento específico para os seios.

* Para ter uma boa pega, a boca do bebê deve ser levada em direção ao mamilo, e não o contrário. A mãe deve posicionar o polegar acima da auréola e o indicador abaixo, formando um "C". Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, com os lábios para fora, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito. Isso também ajuda a evitar fissuras.

* O recomendado é esvaziar um peito de cada vez, pois o leite liberado no início da mamada é diferente daquele que sai no final. Primeiro, vem mais água. Depois, vem o leite posterior, o responsável por fazer o bebê ganhar peso. Ele tem um aspecto mais branco e é uma ótima fonte de gorduras e proteínas.

* A posição ideal para uma melhor amamentação é aquela em que o bebê abocanhe toda aréola do seio da mamãe. A posição normalmente mais fácil de fazer isso é aquela em que o bebê fica barriga com barriga com a mamãe, em que a cabecinha fica acomodada na volta de dentro do cotovelo da mamãe, facilitando também o contato olho a olho de mãe e bebê.

* Se seu bebê já acorda berrando de fome, tente acordá-lo um pouco antes para que não chore de fome, dificultando a pega. O bebê estará mais calmo, abocanhará a aréola e nem mamãe e nem bebê ficarão estressados na hora da amamentação.

* Seu bebê nasceu sem fome? Muita calma nessa hora. As mamães não precisam ficar tão preocupadas. Isso porque os bebês com menos de 24 horas de vida, em geral, têm alguma reserva que não os deixam sentir muita fome. Mesmo assim, vale frisar que a amamentação é fundamental nas primeiras horas de vida do bebê.

* Uma situação de estresse pode fazer com que a mamãe produza menos leite ou mesmo que o reflexo de descida do leite seja inibido. Por isso, evite fontes de tensão. Na hora de amamentar, procure um lugar bem sossegado e não se sinta mal-educada por pedir que uma visita vá embora ou não venha até a sua casa está se sentindo cansada. Aproveite o momento para descansar.


Saiba mais em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/090731dicasamamentacao_album.jhtm#fotoNav=4

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8 de dezembro de 2009

Sexualidade na Gestação


Sexualidade na Gestação: Mitos e Tabus

A mulher grávida e o homem mudam sua forma de ser e de se comportar segundo a sua personalidade, inteligência, cultura, sobretudo em concordância com o desejo ou não da gravidez. Esta é um período de transição cultural, social e econômica que pode influenciar na vida familiar do casal.

Determinados mitos e tabus são vivenciados e dúvidas surgem nesse período, fazendo-se necessário através da educação desmitificá-lo, principalmente no que se refere às questões físicas, emocionais e sexuais. Tanto homem quanto mulher não perdem o desejo sexual durante os nove meses da gravidez.

Visto que a gestação, em determinados momentos, pode simular uma situação de crise, afetando o elo sexual e conjugal, tem-se a opção de recorrer a soluções emergenciais na tentativa de quebrar situações inadequadas do passado. Para o casal, solicitar apoio psicoterápico, ou a terapia sexual, representará um importante passo no desenvolvimento dos indivíduos, promovendo um crescente ajustamento emocional.



A VIVÊNCIA SEXUAL NA GESTAÇÃO



Para o casal a gestação é um período de adaptações em todos os sentidos - físico, emocional, existencial e também sexual. É importante frisar que esses não só afetam a mulher, mas também o homem; também, faz-se necessário dizer que a sexualidade, durante essa fase, sofre algumas mudanças, pois, a partir do momento em que a mulher entra no período gestacional, iniciará um processo de desenvolvimento que conduzirá a várias transformações orgânicas expressivas em nível biopsicossocial

Portanto, ficam claras as contundentes alterações físicas que acontecem nesse período, como: crescimento abdominal, sensibilidade mamária, maior lubrificação vaginal, vômitos e náuseas (em alguns casos), entre outros. Todas essas alterações orgânicas podem influenciar fortemente no relacionamento do casal, pois geram desconforto.

Segundo Suplicy (1993), à medida que a gravidez avança, e a barriga da mãe cresce, o casal tem que experimentar posições mais confortáveis. Adaptando as novas posições, pode tornar gratificante o sexo.

A sexualidade dependerá, entre outros motivos, de como a gestante se percebe, se avalia e se valoriza nessa fase. Alguns fatores podem influenciar no desempenho sexual masculino, um deles é a estética da mulher. Dependendo da preferência do companheiro, as alterações na estética corporal da mulher servem como desestímulo à sua libido.

Muito embora por amor e respeito algo possa ser dito em sentido contrário, na realidade, a perda de atrativos sexuais da mulher, que passa a não corresponder ao modelo social de “sexualmente atraente”, é importante fator negativo sobre o desempenho sexual masculino.

A atividade sexual durante a gestação é bastante importante. Nem o homem nem a mulher perdem o desejo sexual durante os nove meses de gravidez. Quanto ao desejo sexual na gestação, algumas mulheres permanecem com a libido normal; outras se referem a uma diminuição na freqüência das atividades sexuais no início e no final da gravidez em decorrência de desconfortos.

Desse modo, há acordo em que a freqüência coital diminui no primeiro trimestre, mantém-se praticamente no mesmo nível durante o segundo e diminui mais no terceiro, no entanto, pouco mais da metade das grávidas mantém relacionamento sexual duas a três vezes por semana até o início do terceiro trimestre, e mais da metade abstém-se três a seis semanas antes do parto.

Caso ocorra a inexistência sexual durante a gestação poderá surgir uma frustração por parte daquele que não tomou esse posicionamento, podendo trazer prejuízo para o bom relacionamento afetivo do casal frente às adversidades geradas dentro do período gestacional.

Suplicy (1993) afirma que muitos homens se sentem enciumados ou abandonados com a gravidez, e a sensação de exclusão pode ser aumentada se existir uma menor atividade sexual.

Culturalmente existe idéia de diminuição da freqüência sexual na gestação, surgem comentários negativos, a exemplo de: “Na gravidez é assim mesmo...”. Dessa forma os casais passam a acreditar que o exercício da sexualidade não condiz com a maternidade.

Isso é um problema, uma vez que a mulher está carente, tem a necessidade de sentir-se amparada e querida, seus sentimentos estão à flor da pele. A relação sexual contribui para seu bem-estar; caso contrário podem surgir conflitos. Outro fator é quando o parceiro passa a confundir maternidade com santidade, excluindo a sexualidade da vida do casal.


Comportamentos e acontecimentos frente à gestação

O ser humano, por intermédio das mudanças diárias, da desorganização momentânea dos seus referenciais, de certa forma é acometido por eventualidades estressantes. Muitas vezes, essas transformações vêm sob a configuração de crises existenciais que se tomam por decisões sem retorno na vida de uma pessoa. Trata-se de “deixar de ser” para “passar a ser”.

“O impacto emocional conseqüente, se adequadamente aceito e incorporado, implicará necessariamente crescimento e desenvolvimento nos planos mental, emocional e espiritual, isto e, na transformação pessoal”. (TEDESCO, 1999, p.267).

A gravidez, dessa forma, caracteriza-se por ter duas vertentes distintas - uma é o conteúdo prévio (vivências anteriores, acumuladas desde a vida intra-uterina); o outro é o atual (específico do estado gravídico e ambiental). O primeiro é a história individual de cada pessoa, a sua personalidade, sua forma de ser e estar no mundo. A partir daí, estabelecem-se diferentes formas de ser sentir, agir, frente aos fatos diários de cada um.

Torna-se possível entender que a gravidez, com tudo que esse estado possa representar, é percebida e sentida de modo diferente por mulheres de pensamentos lógicos, racional concreto, e por outras, de pensamento abstrato, idealizado transcendental. O segundo conteúdos intrapsíquicos atuais, deriva da vida relacional da grávida, isto é, do contato com a família, com o meio social, com o trabalho.

No primeiro trimestre da gravidez geralmente ocorre confirmação ou diagnóstico, inicia-se a regressão, representação inconsciente do narcisismo primário e decorre da percepção, ainda não consciente das mudanças hormonais e orgânicas que se iniciam aliada ao desconhecido do seu significado.

Conseqüentemente, a mulher utiliza o mecanismo de defesa para afastar os estímulos internos e externos, retraindo-se em busca de conhecimentos literários, tendo bastante sonolência. Esses movimentos são percebidos por maridos, familiares, filhos e amigos.

Para Maldonado (1997) é a partir do momento da percepção da gravidez que se iniciam a formação da relação materno-filial e as modificações na rede de intercomunicação familiar. É nesse momento também que se instala a vivência básica da gestação, a qual vai se manifestar sob diversas formas no decorrer dos três trimestres e após o parto.

A ambivalência é comum na gestação podendo ser consciente e inconsciente. Neste contexto, a importância de se falar da gravidez desejada e indesejada, passível de ocorrer com qualquer pessoa, não significa que ela não é desejada no momento, não significa dizer que a mãe ou o pai estejam rejeitando o feto, mas sim o estado gravídico e todas as suas implicações.

Essa ambigüidade é representada pelo surgimento dos vômitos, náuseas, constipação ou diarréia, cuja causa é desconhecida; porém, esses fenômenos são universais e acontecem de forma e intensidade diferente nas mulheres. É pertinente a hipótese dos mecanismos psíquicos junto aos orgânicos. Nos psíquicos, destaca-se o inconsciente da “mãe má” que aparece nas alterações intestinais. É importante lembrar que o vômito é a representação inconsciente do estado gravídico.

O segundo trimestre caracteriza-se pela fase de aquietação, percepção dos movimentos fetais e do crescimento uterino. Os movimentos fetais, presentes desde o início, ocorrem visivelmente durante a 20ª semana. Esse período é bastante delicado, pois ocorrem alterações emocionais, a grávida sente o feto como sua extensão e ao perceber o movimento ocorre uma separação. Ela passa a senti-lo separadamente, o nutrindo-o e protegendo-o.

Já no processo de crescimento uterino, a gestação fica clara devido às mudanças corporais, diminuição da freqüência das micções, dos enjôos e vômitos, consequentemente, melhora sua disposição sexual, atingindo o orgasmo mais facilmente.

No terceiro trimestre aproxima-se do parto. Pode haver ansiedade, começam a surgir pensamentos pessimistas sobre o parto, preocupação com a saúde da criança, medo de como irá desempenhar seu papel materno, mudança de rotina.

Clinicamente, surgem queixas de cansaço, fadiga, insônia, contrações uterinas presentes aumentadas, desequilíbrio, tontura, aumenta a incidência de câimbras que equivalem a fatores orgânicos. Durante esses períodos paralelamente, podem ser analisados dois componentes: a motivação referente à gestação e a ligação com o filho.

No componente motivação, existe toda uma feminilidade, um instinto maternal, normalidade biológica, o desejo de satisfazer o parceiro, manter um relacionamento, a inveja dos estímulos socioculturais, a pressão dos familiares próximos.

O vínculo com o filho tem início após a movimentação. Já acontece a idealização de sua imagem, havendo assim cinco identificações: desejo de conhecer, ficar junto, evitar perda ou separação, proteger e suprir necessidades que irão condicionar comportamentos de informação, aproximação, proteção, gratificação altruísta e prazer. Quanto mais contatos com esses tipos de necessidades, mais haverá disposição e mais profunda será a ligação com o filho, favorecendo a boa evolução da gravidez.

No que diz respeito à vida social da grávida e ao relacionamento com outras colegas, ou em reuniões sociais, ocasionalmente fala-se acerca da gestação. Fatos negativos vêm à tona, deixando-a com receio, medos e até pavor.

A gestante, como todos, está sujeita aos eventos estressantes de vida e de morte, o que fará diferença é a maneira como irá reagir frente às eventuais situações, dependendo da sua estrutura emocional e psicológica atuais.

Portanto não deixa de ser um período de transição, recheado de alegrias e tristezas. A mulher que dará a luz jamais será a mesma de quando não tinha filhos; agora assumirá novos papéis e uma nova etapa surgirá, acontecerá uma nova família.


Aspectos psicológicos enfrentados na gestação


A mulher grávida muda sua forma de ser e de se comportar segundo sua personalidade, inteligência, cultura, mesmo tratando-se de uma gravidez desejada ou não.

Muitas mulheres reassentem de forma dramática chegando a ter depressão quando descobrem que estão grávidas; outras aceitam prazerosamente, sentindo-se eufóricas, contentes e alegres, provavelmente porque a gravidez e a maternidade constituem os dois aspectos psicofisiológicos básicos em que a mulher se realiza como tal - um é a mudança física e emocional e o outro é o crescimento do feto no útero.

Segundo Maldonado (1997) a gravidez é uma transição normal que faz parte do processo do desenvolvimento, quando acontece a reestruturação e o reajustamento em várias dimensões: mudança de identidade e definições de papéis. A mulher passa a se olhar e a ser olhada de maneira diferente.

A gestação constitui uma situação psicológica e fisiológica muito singular que supõe duas adaptações especiais na mulher. Em primeiro lugar, aceitação da gravidez ao se de se acostumar com a idéia de ser mãe, podendo acontecer, com a descoberta, de experimentar sentimentos de repulsa, alegria, tristeza, indiferença, desespero e não aceitação.

Em qualquer caso, a gravidez é acompanhada inevitavelmente de uma série de mudanças emocionais importantes, provavelmente por supor uma instabilidade e vulnerabilidade a problemas psicológicos diversos.

Na aceitação influem muitos fatores, desde mudanças em suas comodidades familiares até questões mais sérias de ordem emocional, afetiva com o cônjuge, nível sócio-econômico, residência, apoio familiar e social, trabalho entre outros.

Uma vez que a mãe passa a aceitar a gestação, passa a identificar o feto como parte integrante de si mesma. Em seguida, ela tem que identificá-lo à parte, passando a conscientizar-se de que ele é um individuo com vida própria, principalmente durante os “pontapés”, isto é, a sensação dos movimentos fetais, quando a mãe começa a se comunicar e o bebê corresponde; a mãe apalpa e toca com carinho e ele retribui com os movimentos chutando a mãe. Esta começa a falar com ele, a dizer-lhe que será um jogador de futebol ou um boxeador.

De certa forma, está contribuindo para com a formação de sua personalidade, desenvolvendo, também sentimentos de “apego” para com o seu bebê. Surge, assim, um melhor entrosamento com a gestação, aceitando melhor esse período, desenvolvendo atividades, realizando planos para o seu filho, voltando-se exclusivamente para ele.

Maldonado (1997) afirma que as interpretações dos movimentos fetais podem ser colocadas dentro de um contínuo geral de despersonificação-personificação. Muitas mulheres jamais conseguem sentir e diferenciar o feto; outras conseguem, com nitidez, perceber a posição dos membros e tronco, à medida que a gravidez avança.

Essa ambivalência pode ser manifestada pelo alívio de sentir os movimentos, sinal de que o feto está vivo, e ansiedade quando não detecta os movimentos, surgindo medo de que algo não vai bem. A interpretação dos movimentos fetais constitui mais uma etapa da formação relação materno-filial em que na fantasia da mãe, o feto passa a adquirir características próprias e a se “comunicar” com ela através dos seus movimentos.

Pode ser que, então, a futura mamãe comece a aceitar melhor sua gestação e desenvolva uma intensa atividade, fazendo planos para o seu filho, preparando-lhe a roupa, quarto, berço, entre outros. A grávida volta-se emocional e sentimentalmente para o feto.

Mas, ao mesmo tempo, começam a surgir temores, preocupação, inseguranças. Meu filho será normal? Terá algum defeito? Essas e outras muitas perguntas acerca do futuro do seu filho fazem surgir debilidades internas de forma inconsciente que originarão uma fonte contínua de conflitos e, portanto, de ansiedade, dando lugar aos tipos de transtornos emocionais da mulher grávida (tristeza, depressão, irritabilidade, agressividade, intolerância, frustração, etc.).

O pai deverá fazer parte integrante, “apegar-se” à estrutura que compõe mãe e filho. No entanto, existem situações que podem vir para prejudicar esse equilíbrio psicológico da mãe gestante, tais como: stress, mudanças de domicílio, infidelidade matrimonial, morte de um ser querido (pai, mãe, irmãos, marido, etc.), privações econômicas, falecimento de uma criança pequenina, desemprego, solidão, diminuição do apoio social e afetivo.

O estado grávido puerperal não é sinônimo de doença e sim uma condição psicológica especial da mulher. Por isso, são removidos os equilíbrios adquiridos e podem surgir descompensações importantes. A evolução psicológica da gravidez depende da forma na qual se realize a identificação “mãe-criança”, podendo aparecer uma autêntica fusão psíquica.



Andréa Lúcia G. C. T. Flores  al-flores@hotmail.com
Graduanda em Psicologia
Centro de Estudos Superiores de Maceió/ CESMAC

Vera Christina de Oliveira Amorim verac.amorim@cesmac.com.br
Docente da Faculdade de Ciências Humanas do CESMAC e orientadora de TCC do Curso de Psicologia

Revista Científica de Psicologia
Coordenação Pedagógica do Curso de Psicologia do CESMAC
Maceió - Alagoas - Brasil
Revista Eletrônica de Psicologia
Ano I Número 1
Julho de 2007
Periodicidade: Semestral
Fonte: http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&task=view&id=1086&Itemid=208

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Como Amamentar


Posicionamento

Procure criar condições que sejam simultaneamente relaxantes para si e para o seu bebé. Coloque ambos na posição mais confortável possível.

Se estiver a amamentar na posição de deitada, sente-se o mais direita possível. Se conseguir sentar-se numa cadeira, escolha uma que tenha braços. Existem várias formas de posicionar o seu bébé para o amamentar:

Posição atravessada: esta posição é útil nos primeiros dias do aleitamento. Coloque 1 ou 2 almofadas no colo e posicione o seu bébé num dos lados por forma a que o tórax e o abdómen do bébé fiquem encostados ao seu corpo. Utilize o seu braço direito para manter o bebé na mama esquerda, apoiando com a mão a nuca e a cabeça do seu bébé.

Posição da bola de futebol: esta posição é útil para as mães que foram submetidas a uma cesariana, que tiveram gémeos ou que estão a amamentar bebés pequenos. Sente-se numa cadeira de braços confortável colocando uma almofada ao seu lado para ajudá-la a apoiar o braço e a erguer o bébé.

Mantenha o bébé numa posição semi-sentada, voltado para si virando o rabinho do bébé na direcção das costas da cadeira.

O braço que estiver mais próximo do seu bebé deverá apoiar as costas do bebé enquanto que a mão deverá apoiar o pescoço e a cabeça.

Posição de berço: esta posição é a ideal quando o seu bebé conseguir coordenar os movimentos da cabeça e do pescoço e tiver, pelo menos, algumas semanas de idade. Nesta posição, a cabeça do bebé fica apoiada no antebraço direito quando o amamentar da mama direita.

Posição deitada de lado: esta posição é mais conveniente caso se sinta desconfortável na posição de sentada, se o bébé estiver a dormir durante a mamada ou quando o amamenta durante a noite. Neste caso, tanto a mãe como o filho estão deitados de lado, barriga contra barriga.


Pega


Independentemente da posição que utilizar, o mais importante é conseguir que o bebé pegue na sua mama correctamente. Para esse efeito, deverá posicionar a cabeça do bebé imediatamente abaixo da mama, mantendo o nariz do bebé em frente do mamilo.

Deste modo ajudará o bebé a pegar na aréola mantendo a mandíbula inferior mesmo por debaixo da base do mamilo.

Em seguida, utilize a mão livre para apoiar a sua mama e comprimir a aréola de modo a ajustar-se à boca aberta do seu bebé.

Toque seguidamente com o mamilo no seu bebé mesmo por debaixo do nariz. Logo que o bebé abrir bem a boca e a mandíbula inferior descer completamente, direccionar rapidamente e em simultâneo os ombros e a cabeça do bebé para a mama.

Saberá que o bebé está a pegar correctamente na mama se os lábios do bebé estiverem bem abertos, se a boca do bebé cobrir grande parte da secção inferior da aréola (e não a secção superior) e se se sentir confortável.


Duração da mamada


A duração da mamada varia de bebé para bebé. Alguns bebés cuja sucção é vigorosa poderão terminar em 10 minutos. Outros mais lentos poderão demorar 45 minutos numa mamada.

A duração média da mamada é de aproximadamente 20 a 30 minutos. Mas tenha presente que o período de duração poderá também variar de mamada para mamada.


Final da mamada


A melhor forma de concluir uma mamada consiste em esperar que o bebé largue espontaneamente o mamilo. A maioria fá-lo-á decorridos 20 a 25 minutos em cada lado.

Se precisar de interromper a sucção, poderá inserir um dedo no canto da boca do seu bebé ou baixar cuidadosamente o seu queixo com o polegar e indicador.

Leve o bebé a eructar (arrotar) cuidadosamente e ofereça-lhe a outra mama. Se o bebé recusar a segunda mama, deverá ser esta a primeira a oferecer-lhe na mamada seguinte.

Levar o bebé a eructar (arrotar)

A forma mais frequente de fazer o seu bebé arrotar consiste em levantá-lo encostado ao seu ombro batendo-lhe ligeiramente nas costas.

Outro método consiste em colocar o bebé sobre os seus joelhos, de barriga para baixo, e esfregar ou bater ligeiramente nas suas costas.

Poderá também sentar o bebé no seu colo, apoiando com uma mão o seu peito e cabeça enquanto bate ligeiramente nas costas do bebé com a outra mão.


Frequência das mamadas

Os bebés alimentam-se melhor se mamarem quando aparentam ter fome. Para ajudar a obter uma boa produção de leite, os lactentes devem ser amamentados sempre que o desejarem, de dia ou de noite, e não devem receber qualquer outro alimento ou bebida.

Durante as primeiras semanas, é provável que o seu bebé mame pelo menos 8 vezes em cada 24 horas. À medida que o seu bebé for crescendo, a frequência das mamadas irá provavelmente diminuir.

Para comprovar se o seu bebé recebe leite suficiente, verifique a frequência com que suja as fraldas. Se a ingestão for suficiente, o bebé encharcará 6 a 8 fraldas por dia e terá várias pequenas dejecções.

Se tiver dúvidas sobre a quantidade de leite ingerido pelo seu filho, consulte o seu profissional de saúde.


Uma ou duas mamas?


Durante as primeiras semanas, se amamentar o bebé nas duas mamas em cada mamada ajudará a estimulá-las e a estabelecer a sua produção de leite. Se o lactente não pegar na segunda mama, deverá iniciar a mamada seguinte pela referida mama.

A partir de um mês de idade, os especialistas sugerem que amamente apenas com uma mama, continuando até o bebé deixar de mamar. A mamada seguinte deverá ser iniciada na outra mama.

Desta forma ajudará o seu bebé a obter o "leite do fim" hipercalórico que é libertado na fase final da amamentação.


Fonte: http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&task=view&id=1087&Itemid=207
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Mudanças físicas na gravidez



Como lidar com as mudanças físicas durante a gravidez?
Seu corpo vai mudar todos os dias, ganhar centímetros e novas curvas! Aqui, algumas idéias para cuidar dele, das roupas e da autoestima e se sentir linda.

 
* Aceite que durante um tempo sua função será a de gestar um bebê. Você vai mudar muito, interna e externamente. E tem de se adaptar a cada fase, às loucuras hormonais do primeiro trimestre, aos novos contornos que vão surgindo no segundo e ao peso e à desaceleração que acontecem no final.


* Em alguns momentos, você vai se olhar no espelho e estranhar. Uma boa forma de elevar a autoestima é prevenir problemas e desconfortos que podem surgir. Como o excesso de peso. Uma dieta equilibrada não só vai mantê-la saudável como também ajudará a não ganhar tantos quilos a ponto de não se reconhecer.



* Prevenir as estrias também a deixará mais tranquila. Hidrate seu corpo, em especial a barriga e as coxas, pelo menos duas vezes ao dia. Cremes específicos para grávidas costumam ter bons ingredientes para evitá-las. Se mesmo depois de todo o cuidado elas aparecerem, serão mais suaves e fáceis de tratar no pós-parto.


* Todo mundo se prepara para a barriguinha, quadris mais largos e outras modificações. Mas nem sempre para um rosto cheio de acne — praticamente a adolescência de volta! Não se desespere, mas procure ajuda de uma dermatologista para manter a situação sob controle. Não passe nada sem falar com o médico, pois muitos produtos antiacnes são contraindicados na gestação. Depois do parto, elas tendem a desaparecer.


* Outra mudança que pode render baixas na autoestima são as manchas, causadas pelo excesso de hormônios. O filtro solar continua sendo seu melhor amigo. Elas também devem desaparecer alguns meses depois do parto, fase em que os hormônios voltam ao seu nível normal.


* Seus seios vão dobrar de tamanho e você terá de mudar o modelito do sutiã. Ele deve proporcionar sustentação e apoio, e nunca apertar. Prefira modelos de algodão com contornos firmes. Já existem no mercado sutiãs específicos para grávidas, mas levando em conta os detalhes acima, dá para comprar qualquer outro. Ah, e lembre-se de que eles não precisam ser sem graça. Podem ter cores bacanas, rendas, um decote diferente...


* No começo, nada muda. Mas lá pelo quarto mês a barriga começará a aparecer. Mas como ainda não é nada exuberante, você pode parecer apenas uma mulher gordinha! Invista em blusas e vestidos soltinhos e desencane dos olhares alheios.


* No quinto mês ou quando as calças não servirem mais, é hora de comprar roupas novas. Se vão ser específicas de grávidas ou modelos maiores apenas, você decide. O legal é manter o seu estilo. Nada de vestidos com lacinhos se o seu guarda-roupa é recheado de peças básicas. E vice-versa.


 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI84865-10570,00.html
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